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Doenças emergentes, alertas sanitários Emergência em saúde pública - Chikungunya
"Chikungunya: entenda doença que preocupa Mato Grosso do Sul O governo federal reconheceu situação de emergência em saúde pública no município de Dourados (MS) em razão de doenças infecciosas virais, incluindo diversos casos de infecção por Chikungunya. Na última sexta-feira (27), a prefeitura já havia editado decreto declarando situação de emergência em áreas do município afetadas pela doença. Dados do boletim epidemiológico divulgado pouco antes indicam 1.455 casos prováveis, 785 confirmados, 900 em investigação e 39 internações na área urbana. Também há 539 casos em investigação, 629 confirmados e 1.168 prováveis, além de sete internações, 428 casos com atendimento hospitalar e cinco óbitos confirmados na Reserva Indígena de Dourados." Agência Brasil - Matéria completa em https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/chikungunya-entenda-doenca-que-preocupa-mato-grosso-do-sul Maiores informações - Ministério da
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Saúde - https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/chikungunya Chikungunya: Manejo Clínico - 2º edição - Revisada - https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2025/chikungunya-manejo-clinico-2o-edicao-revisada.pdf/view Equipe Riscobiologico.org
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Microrganismos multirresistentes Resistência aos Antimicrobianos - Plano de Ação Nacional
Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no Âmbito de Uma Só Saúde - 2026-2030 "O Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no Âmbito de Uma Só Saúde (PAN-BR 2026-2030) foi elaborado para integrar de forma coordenada as ações voltadas ao enfrentamento da Resistência aos Antimicrobianos (RAM) nas áreas de saúde humana, animal, vegetal e meio ambiente. A proposta central é fortalecer mecanismos de governança, promover a articulação multissetorial, estimular a geração de conhecimento e aprimorar instrumentos de prevenção. Além disso, o plano enfatiza o engajamento comunitário e a promoção da equidade no acesso aos serviços de saúde. Entre os objetivos principais está a redução da mortalidade causada por infecções
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associadas à RAM, bem como a preservação da eficácia e do potencial terapêutico dos antimicrobianos disponíveis, garantindo respostas mais efetivas e sustentáveis diante desse desafio global." Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2026/plano-de-acao-nacional-de-prevencao-e-controle-da-resistencia-aos-antimicrobianos-no-ambito-de-uma-so-saude-2026-2030.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Legislação e normatizações Enfermagem - Instituições de ensino
"Cofen publica resolução que regulamenta atuação da Enfermagem em instituições de ensino Norma determina que a atuação da Enfermagem nesses ambientes deve ocorrer de forma integrada às políticas públicas de saúde, assistência social e educação O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira (25/03) a Resolução Cofen 805/2026 (https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-805-de-24-de-marco-de-2026/), que estabelece diretrizes para a atuação dos profissionais de Enfermagem em instituições de ensino públicas e privadas que ofertam assistência à saúde. A norma define competências, atribuições e responsabilidades da categoria, com foco na promoção da saúde, prevenção de agravos e cuidado à comunidade escolar e acadêmica. A resolução determina que a atuação da Enfermagem nesses ambientes deve ocorrer de forma integrada às políticas públicas de
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saúde, assistência social e educação, com prioridade para ações de vigilância em saúde, educação em saúde e atenção aos estudantes. "A Resolução 805 representa um avanço importante ao consolidar diretrizes claras para a atuação da Enfermagem no ambiente escolar, fortalecendo a segurança do cuidado e a proteção da comunidade acadêmica", afirma o conselheiro federal Antônio Neto, coordenador do grupo de trabalho responsável pela proposta. A norma também estabelece que o exercício profissional deve ser realizado sob coordenação e supervisão de enfermeiro regularmente inscrito no Conselho Regional de Enfermagem. Entre os pontos centrais, detalha as competências privativas do enfermeiro, como a realização de consultas de enfermagem, prescrição de cuidados e medicamentos conforme protocolos, classificação de risco em situações de urgência e atuação na vigilância em saúde escolar. O texto prevê ainda a possibilidade de atuação em práticas integrativas e complementares em saúde (PICS), desde que haja formação específica, e autoriza a realização de sutura simples em lesões superficiais, condicionada à capacitação adequada e à existência de estrutura e protocolos institucionais. "Estamos alinhando a prática profissional às políticas públicas de saúde e educação, garantindo uma atuação mais integrada, qualificada e baseada em evidências", acrescenta Antônio Neto. A resolução também organiza as atribuições de técnicos e auxiliares de enfermagem, que deverão atuar sob supervisão do enfermeiro, utando cuidados de baixa e média complexidade, além de participar de ações educativas, de vigilância em saúde e de apoio à comunidade escolar. Outro ponto destacado é a obrigatoriedade de designação de um Enfermeiro Responsável Técnico (ERT) pelas instituições de ensino que disponham de serviços de saúde, além da atribuição dos Conselhos Regionais de orientar, acompanhar e fiscalizar o cumprimento da resolução. A norma entra em vigor em 90 dias após a publicação no Diário Oficial da União." Fonte: Ascom/Cofen - https://www.cofen.gov.br/cofen-publica-resolucao-que-regulamenta-atuacao-da-enfermagem-em-instituicoes-de-ensino/ Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Indicadores - Conceitos e aplicações
Indicadores Básicos para a Saúde no Brasil: conceitos e aplicações. 3ª edição Disponível em: https://www.ripsa.org.br/wp-content/uploads/2026/03/livro_verde_23_03_2026_web.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Saúde divulga calendário de estratégias nacionais de vacinação em 2026 "O Ministério da Saúde definiu três estratégias nacionais de vacinação para 2026, com foco na ampliação da cobertura vacinal e na redução de doenças imunopreveníveis no país. A Campanha de Vacinação contra a Influenza nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste será realizada de 28 de março a 30 de maio, com o Dia "D" marcado para o primeiro dia da ação. A Estratégia de Vacinação Escolar acontecerá entre 1º de abril e 31 de maio. Durante o período, estudantes menores de 15 anos poderão ter a situação vacinal verificada e receber vacinas nos próprios estabelecimentos de ensino. A semana de mobilização ainda não foi definida. Já a Campanha Nacional de
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Multivacinação, que também tem como objetivo regularizar o calendário vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos, ocorrerá de 3 de agosto a 1º de setembro. O Dia D será em 8 de agosto." Fonte: https://sbim.org.br/noticias/saude-divulga-calendario-de-estrategias-nacionais-de-vacinacao-em-2026 - Estratégias Nacionais de Vacinação previstas para o ano de 2026 - https://sbim.org.br/images/oficio-circular-125.pdf_2026-03-16.pdf - Guia de Estratégia de vacinação contra a Influenza nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste - 2026 - https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/guias-e-manuais/2026/estrategia-de-vacinacao-contra-a-influenza-nas-regioes-nordeste-centro-oeste-sul-e-sudeste-2026.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Hepatites virais Hepatite B - Agentes comunitários de saúde
Soroprevalência dos marcadores e imunização para hepatite B em agentes comunitários de saúde: revisão de escopo O objetivo desta revisão é mapear evidências científicas sobre a prevalência do vírus da hepatite B entre agentes comunitários de saúde. Disponível em https://www.scielo.br/j/reeusp/a/Sg4L7XDb4fjpGzdkDcgFZft/?format=pdf&lang=pt Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Manual - Indicadores de Saúde
"Manual de Indicadores de Saúde: Qualidade e Segurança do Paciente Você já parou para pensar em como grandes hospitais garantem que cada paciente receba o tratamento correto, no tempo certo e com o máximo de segurança? A resposta não está apenas na dedicação das equipes, mas na inteligência dos dados. É com orgulho que apresentamos o Manual de Indicadores de Saúde: Qualidade e Segurança do Paciente (Edição 2025). Desenvolvido pelo Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Complexo Clementino Fraga, na Paraíba, este documento chega como um guia estratégico para elevar o padrão da nossa assistência. Por que os indicadores são tão importantes? Gerir uma unidade de saúde sem indicadores é como pilotar um avião sem painel de
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controle. Segundo o novo manual, os indicadores são ferramentas que permitem avaliar, medir, controlar e acompanhar cada processo assistencial e administrativo. O objetivo central é claro: transformar dados em decisões fundamentadas que promovam a melhoria contínua e uma cultura de segurança robusta. O que você encontra no Manual? O documento foi estruturado de forma didática para servir como uma ferramenta de consulta diária para gestores e profissionais de saúde. Ele está dividido em duas grandes frentes: 1. Indicadores Assistenciais Focados diretamente no cuidado ao paciente. Aqui, monitoramos metas cruciais como: Segurança do Paciente: Taxas de identificação correta, prevenção de erros de medicação e riscos de queda. Controle de Infecções (IRAS): Vigilância rigorosa sobre infecções hospitalares e o uso de antimicrobianos. Desempenho Multiprofissional: Indicadores específicos para Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Serviço Social, garantindo que o atendimento seja integral. 2. Indicadores Administrativos Para que o hospital funcione bem, a engrenagem "atrás das câmeras" também precisa ser medida. O manual traz métricas para: Eficiência na Gestão de Leitos: Tempo médio de permanência e taxa de ocupação. Recursos Humanos: Monitoramento de absenteísmo e rotatividade para cuidar de quem cuida. Ouvidoria: Taxa de resolubilidade para garantir que a voz do paciente seja ouvida e atendida." Disponível em https://biblioteca.cofen.gov.br/manual-de-indicadores-de-saude-qualidade-e-seguranca-do-paciente/ Equipe Riscobiologico.org
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Imunizações Vacinação - Recuperação de esquemas em atraso
Recuperação de esquemas de vacinação em atraso NOTA TÉCNICA | Sociedade Brasileira de Imunizações - 11 de março de 2026 Disponível em https://sbim.org.br/images/nt-sbim-recuperacao-doses-260311.pdf_2026-03-11.pdf "O planejamento visa a organizar os esquemas das vacinas recomendadas de modo a recuperar as doses em atraso o quanto antes, respeitando os intervalos recomendados e usando a oportunidade para a aplicação do maior número possível de vacinas no mesmo momento. O cronograma de atualização precisa considerar: - As vacinas recomendadas para a idade; - O histórico vacinal; - Os intervalos mínimos apropriados para recuperação, quando necessário; - As recomendações em situações especiais, quando existirem; - A possibilidade de otimização do cumprimento das recomendações, com a administração do maior número de vacinas possível na mesma visita. O intervalo
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mínimo entre as doses da mesma vacina ou de vacinas diferentes, se for o caso, deve ser respeitado. Principais premissas - Os esquemas vacinais em atraso devem ser completados o mais breve possível; - Não há intervalo máximo entre doses. É imprescindível, contudo, respeitar os intervalos mínimos; - Esquemas iniciados, em princípio, não devem ser recomeçados. Todas as doses administradas são consideradas válidas. Dê sequência ao esquema de acordo com os intervalos e idades recomendados; - O indivíduo só é considerado adequadamente imunizado após o término do esquema recomendado para a idade." Equipe Riscobiologico.org
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Sistemas de vigilância e números em geral Segurança do paciente - Enfermagem / Dimensionamento
"Estudo sugere que escassez de profissionais de enfermagem aumenta mortalidade e eventos adversos em hospitais Os achados reforçam um ponto central da ciência da segurança do paciente: eventos adversos não decorrem, majoritariamente, de falhas individuais, mas de condições sistêmicas, entre elas o subdimensionamento crônico das equipes. Ambientes com escassez de profissionais estão mais expostos a interrupções, sobrecarga cognitiva, atrasos na detecção de deterioração clínica, falhas de comunicação e menor aderência a protocolos assistenciais." Fonte: https://ibsp.net.br/escassez-de-enfermagem-aumenta-eventos-adversos/ Artigo orginal: Cost-effectiveness of eliminating hospital understaffing by nursing staff: a retrospective longitudinal study and economic evaluation - https://qualitysafety.bmj.com/content/qhc/35/1/8.full.pdf Equipe Riscobiologico.org
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Legislação e normatizações Normatizações - Inteligência Artificial
Conselho Federal de Medicina (CFM) normatiza uso da Inteligência Artificial (IA) na medicina Link para maiores informações: https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-normatiza-uso-da-ia-na-medicina/ "Resolução do CFM que normatiza o uso da inteligência artificial na medicina. Regras - De acordo com a norma, que entra em vigor em 180 dias, a decisão final sempre será do médico, sendo que a IA será uma ferramenta exclusivamente de apoio para decisões diagnósticas, terapêuticas e prognósticas. O seu uso não pode comprometer a relação médico-paciente e o profissional não poderá ser responsabilizado indevidamente por falhas atribuíveis especificamente aos sistemas de IA (desde que comprovado o uso diligente, crítico e ético da ferramenta). Já o paciente tem o direito de ser informado, de forma clara e acessível, sempre que a inteligência
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artificial for utilizada. A Resolução estabelece diretrizes para o desenvolvimento, a utilização e a governança de soluções de IA aplicadas à medicina, com o objetivo de promover o avanço tecnológico e a eficiência dos serviços médicos de forma segura, transparente, isonômica e ética, sempre em benefício do paciente e com estrita observância de seus direitos fundamentais. Na avaliação de Jeancarlo Cavalcante, a norma representa um marco regulatório para o setor ao instituir diretrizes claras para pesquisa, desenvolvimento, governança, auditoria, monitoramento, capacitação e uso responsável dessas tecnologias na prática médica. Responsabilização - A norma reforça que a IA deve ser empregada exclusivamente como ferramenta de apoio, mantendo o médico como responsável final pelas decisões. O profissional deve exercer julgamento crítico sobre as recomendações geradas pelos sistemas, manter-se atualizado quanto a suas limitações e registrar em prontuário o uso da tecnologia como suporte à decisão. A resolução também protege o médico contra responsabilização indevida por falhas atribuíveis exclusivamente aos sistemas de IA, desde que comprovado o uso diligente, crítico e ético da ferramenta." Equipe Riscobiologico.org
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