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Legislação e normatizações Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
Um colega na espcialidade de medicina do trabalho fez o seguinte questionamento quais são os exames para o PCMSO funcionários que manipulam estrógenos ,tibolona progestesterona, testosterona ,
agradeço pelas informações
abs
Mensagem encaminhada pelo colega Edevaldo
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Computadores
Prezado(a)s, bom dia!
Gostaria de saber dos senhores e senhoritas se existe alguma normatização que proíbe ou regulamenta a instalação de computadores em laboratórios de patologia, parasitologia, microbiologia e pesquisas em saúde de forma em geral.
No aguardo.
Atenciosamente,
Andreey Teles - Docente Universitário - Presidente da Comissão de Biossegurança do Cesmac, Alagoas.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Ação de Indenização
Divulgando
Equipe Riscobiologico.org
"Sem provas, ferimento durante coleta de lixo hospitalar não gera danos Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul
Os desembargadores da 5ª Câmara Cível, por unanimidade, deram provimento ao recurso interposto por um hospital da capital em decisão que favorecia coletor de lixo.
Segundo consta nos autos O. S. de C., coletor de lixo, ajuizou Ação de Indenização por Danos Morais combinada com Reparação por Perdas e Danos em face do H. G. E. K., argumentando que, em uma de suas jornadas de trabalho, ao coletar o lixo do hospital, foi ferido por 24 agulhas de seringas utilizadas e com resíduos de sangue. Sustentou o autor que o acidente só ocorreu porque o réu não descartou o lixo
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hospitalar da maneira adequada. O autor da ação contou que após o incidente se submeteu a exames nos quais foi constatado que ele é portador de hepatite B e sífilis, doenças que alega ter contraído após o contato com as agulhas indevidamente descartadas. O requerente ainda defendeu que sofreu danos morais por ter sido exposto ao risco potencial de contrair doenças ainda mais graves e irreversíveis, razão pela qual convive com medo, depressão e insônia. Pelos fatos relatados requereu a condenação do hospital em danos morais no valor de R$ 617.655,00 e danos materiais, a título de pensão vitalícia, no valor de R$ 1.235,31 mensais até que complete 73 anos de idade.
Em oposição ao alegado pelo autor, o hospital (réu) sustentou não haver relação entre o ato e o suposto dano sofrido. A seu favor, defendeu a ausência de prova concreta do acidente, dos supostos danos e da redução da capacidade laborativa e, por fim, pediu a improcedência dos pedidos.
Após a análise do processo o magistrado de 1º grau julgou a conduta do réu "imprudente e negligente" e o condenou a pagar ao autor a quantia de R$ 50.000,00 a título de danos morais.
Inconformado com o veredicto, o hospital recorreu ao Tribunal de Justiça pedindo a improcedência do pedido. O recorrente alegou cumprir todas as normas de vigilância sanitária, e afirmou nunca ter recebido qualquer notificação do órgão fiscalizador. Alegou também que o recorrido afirmou ter realizado exames após o acidente nos quais obteve resultado negativo, e, somente ao repeti-los, foram constatadas as doenças. Ao final o hospital questionou uma série de controvérsias entre os fatos narrados nesta ação e os apresentados em uma demanda ajuizada pelo apelado na Justiça do Trabalho, levantando a hipótese do requerente estar tentando burlar a justiça.
Diante das contradições apuradas no relato e nos depoimentos colhidos durante o processo, o Des. Júlio Siqueira Cardoso, responsável pela relatoria do processo, deu provimento ao recurso de apelação. "Das provas colacionadas, só há demonstração de contradições, tanto de datas, quanto das próprias alegações das testemunhas e do autor da ação, que sequer consegue informar qual a data do acidente com precisão. (...) Assim, tenho que merecem acolhida as alegações do hospital apelante, devendo ser reformada a sentença para julgar improcedente o pedido inicial", deliberou o desembargador.
Processo nº 0034617-90.2011.8.12.0001
Secretaria de Comunicação Social - imprensa@tjms.jus.br http://www.tjms.jus.br/noticias/visualizarNoticia.php?id=26501"
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Sacos
Boa tarde,
Antes da aquisição de sacos de lixo hospitalar devo/posso acompanhar os ensaios previstos na NBR 9191 de 2002 ou solicitar os laudos de ensaio e laboratorial?
Apenas os sacos brancos precisam ter identificação do fabricante com CNPJ, a capacidade nominal em litros e quilogramas?
Atenciosamente,
Angelita Carvalho Enfermeira Gestora de Resíduos Hospital Materno Infantil
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Material bilbiográfico e educativo Material Educativo - Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho
Boa tarde amigos listeiros.
Alguém tem uma peça de teatro para SIPAT para me passar. Minha SIPAT aqui do hospital vai ser em setembro e não tenho nada em vista. Agradeço pela colaboração.
Maria da Penha Tec. Seg. do Trabalho -
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Autoclavação
Bom dia,
Estou elaborando um POP sobre redução microbiana por autoclavação dos resíduos que não podem deixar a unidade geradora sem tratamento prévio, como culturas e estoques de micro-organismos, resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética. Gostaria de saber como ocorre o adequado processo? 1. Acondicionar os resíduos contaminados em caixa de perfurocortante exclusiva para o processo de redução de carga microbiana? 2. A caixa de perfurocortante com resíduo contaminado, deve ser colocada dentro de 2 sacos plásticos? Qual saco apropriado e autoclavável? 3. Quais critérios recomendados para efetividade de redução da carga microbiana? Controles químicos e biológicos? 4.
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A autoclave precisa de algum cuidado posterior a autoclavação do material contaminado?
Centro Cirúrgico e CME Cirurgias - Campos Cirúrgicos
Caros listeiros, esse mês tivemos uma discussão sobre a utilização do uso dos tecidos impermeáveis de uso único. apresentei o artigo "uma revisão sistemática sobre aventais cirúrgicos no controle da contaminação/infecção do sítio cirúrgico" no grupo de cirurgia Segura. Afim de reduzir custos uma especialidade cirúrgica "Urologia" apresentou o uso de sacos de resíduos" esterilizados no CME para substituição do Campo descartável. Com base nesse grupo a coordenação e outras especialidades quiseram adotar para redução de custos e mencionaram a Urologia que utilizam há anos esse metodo. Acessei também a apresentação de Rutala, 2003 que discute sobre critérios minimos para um bom campo esteril. Sei que os estudos incluidos na revisão sistemática não possuiam metodologias suficiente para
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compará-los. Diante desse cenário, vocês já encontraram algum artigo ou prática na vivencia de vocês noo uso de sacos plásticos? Já apresentei um parecer baseados nesses dois artigos contra-indicado o uso do saco plásticos de resíduos, mas as pessoas continuam se apoiando nessa prática que alguns preceptores vivenciaram no período da residência. Leila Santos Enfermeira do Controle de Infecção Hospitalar
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Em caso de acidente com risco biológico, com paciente fonte HCV reagente , por quanto tempo eu tenho que acompanhar o acidentado? Existe alguma outra conduta ?
Atenciosamente
Maria Aparecida Thomazini Clinica de Acidentados Vitória
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Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar os novos guidelines dos CDC-EUA sobre testagem laboratorial para o diagnóstico de infecção pelo HIV. Laboratory Testing for the Diagnosis of HIV Infection http://www.cdc.gov/hiv/pdf/HIVtestingAlgorithmRecommendation-Final.pdf Equipe Riscobiologico.org
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de Proteção Individual/Barreira - Luvas
Boa tarde, em aula da CCIH com as funcionárioas da limpeza, foi levantado uma dúvida quanto ao uso de luva de borracha (EPI), nós usamos luva amarela para higienização dos quartos, e luva verde para higienização dos banheiros, a questão levantada foi que elas usam a mesma luva amarela para todos os quartos do setor e a luva verde para todos os banheiros, inclusive isolamento e banheiros da administração, ao final do plantão as luvas são higienizadas, e são desprezadas quando já não estão e bom estado, quero saber como é feito em outros hospitais, se há outro tom de cor de luva, se são descartadas a cada higienização de quartos?? Obrigada Elisandra Cayres
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