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Legislação e normatizações Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfurocortantes
Caros colegas, o pessoal que tem planilha de investigação de acidente com perfurocortante é possível disponibilizar. Estou montando o Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Material Perfurocortante e estou elaborando uma planilha de investigação de acidente, mas antes de apresentar a comissão gostaria de comparar a outros modelos ok.
Grato.
Ginaldo P. Pereira
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
"Formação em Gerência de Clínicas"
Modelo: teórico-prático Público-alvo: interessados em exercer atividade de gerenciamento em clínicas médicas e odontológicas, ou em buscar aperfeiçoamento nesta área IMPORTANTE: este curso não é voltado para a capacitação de "donos" de clínicas, mas sim de equipe auxiliar que irá administrar o dia a dia da clínica, ou seja, o perfil dos alunos é de pessoas com 2º grau completo e não de graduados. No entanto, profissionais interessados não estão impedidos de se inscrever. Para a formação do GESTOR da clínica (dono/empreendedor) o curso ideal correspondente é o G.E.E.S. (Grupo de Estudos sobre Empreendedorismo em Saúde) organizado pela TOMAZ.
Formato: 5 Módulos (aulas presenciais), com 32 horas cada -6ª feiras, das 14 às 22h + sábados, das 8h30 às 17h30, 1 vez por mês
Módulo I - Administração Geral / Processos Internos (32h) • Sistema de Saúde Brasileiro • Ferramentas Administrativas • Mapeamento e Otimização de Processos Internos • MS Office (Word/Excel/PowerPoint) - noções básicas • 5S / Organização do tempo
Módulo II - Gestão de Pessoas (32h) • Liderança • Sistemas de motivação da equipe • Legislação trabalhista básica • Contratos internos • Marketing pessoal
Módulo III - Administração Financeira / Contabilidade (32h) • Fundamentos de Administração Financeira • Fundamentos de Contabilidade • Fundamentos de Matemática financeira (cálculo de juros e antecipações) • Legislação tributária básica
Módulo IV - Marketing / Vendas (32h) • Marketing geral • Mix de Marketing • Técnicas de Negociação e Vendas • Como estabelecer Parcerias • Diferenciação
Módulo V - Planejamento (32h) • Cenários e tendências • Plano de Negócios • Plano de Marketing/Comunicação • Planejamento Estratégico
Trabalho final (40h) Avaliação/Aprovação: - Mínimo de 75% de presença - Aprovação no trabalho final - Aprovação nos 5 módulos -Prova ou trabalho, a critério de cada professor
Investimento: 10 X R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais)
Datas (sujeito à confirmação): -Aula nº 1: dias 25 e 26 de maio -Aula nº 2: dias 22 e 23 de junho -Aula nº 3: dias 20 e 21 de julho -Aula nº 4: dias 24 e 25 de agosto -Aula nº 5: dias 21 e 22 de setembro -Aula nº 6: dias 26 e 27 de outubro -Aula nº 7: dias 23 e 24 de novembro -Aula nº 8: dias 14 e 15 de dezembro *estamos no aguardo das datas de janeiro e fevereiro de 2013
Coordenação: Dr. Plínio Augusto R. Tomaz Professores: equipe da TOMAZ Gestão e Marketing + professores convidados Realização: TOMAZ + BIOLOGICA Local: sede da BIOLOGICA, em São Paulo (Rua Isabel Schmidt, 118 - 1º andar, bairro Santo Amaro) Como Contratar: Contato direto com a BIOLOGICA Telefones (11) 2619.5390 • 2361.2142 • 2361.2145, com Mara ou Vanessa.
Dra. Lusiane Borges Biológica - Consultoria em Saúde
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Coleta de Hemocultura
Por gentileza, solicito auxílio para elucidar se há indicação científica para uso de luvas estéreis no procedimento de coleta de hemocultura. Atenciosamente, Andréa Cussiol Farmacêutica
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reenvase de solução Pessoal estou com uma duvida!!! Na hemodialise que trabalho o pessoal fez reenvase do clorexidina alcoolico, este reenvase na almotolia de plastico que vai para CME esterilizar, qual a validade deste produto reenvasado? Tem alguma legislação ou RDC que fala a respeito? Já precensiei em alguns hospitais o reenvase de PVPI topico e degermante, e a validade era de 7 dias.
Alessandra
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"SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA E AMBIENTAL COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DIVISÃO DE TRANSMISSÍVEIS E IMUNOPREVINÍVEIS GERENCIA DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES E ZOONOSES
Rio de Janeiro, 17 de maio de 2012. NOTA TÉCNICA Nº 6/2012 - GDTVZ/DTI/CVE/SVEA/SVS-SESRJ
ASSUNTO: INTENSIFICAÇÃO DA VIGILÂNCIA PARA FEBRE MACULOSA BRASILEIRA (FMB) Considerando a presença endêmica da FMB no Estado do Rio de Janeiro, bem como surtos recorrentes da doença em animais e seres humanos, alertamos para necessidade de intensificação da vigilância do agravo em nosso estado, bem como da inserção da FMB na suspeição clínica pela assistência, quando indicado, conforme descrevemos a seguir. Alertamos para a necessidade de
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preparação/atenção pelos serviços de vigilância e assistência municipais, quanto ao enfrentamento de novos ciclos de transmissão da doença em animais e seres humanos no estado. Durante os anos de 2007 a 2012, excetuando os casos descartados foram registrados no SINAN/RJ (Sistema Nacional de Agravos de Notificação) o total de 135 casos humanos de FMB, dos quais 54 foram confirmados e a maioria (81 casos ou 60%) permaneceu como ignorado/branco.
Fonte: SINAN - GDTVZ/SES RJ, dados atualizados em 17 de maio de 2012 e sujeitos à revisão.
Atenção: recomendamos o repasse desta Nota Técnica para as unidades de saúde e clínicas veterinárias nos municípios envolvidos, alertando os profissionais da área. Cada município deve atentar para substituir no documento os contatos (e-mail e telefone) de suas vigilâncias e referências municipais.
Durante o mesmo período os Municípios que concentraram maioria dos casos (73 casos ou 54,1%) incluem Rio de Janeiro (20 casos); Porciúncula (15 casos); Niterói (11 casos); Barra do Piraí (7 casos); Belford Roxo; Duque de Caxias, Paraty e São Gonçalo, estes últimos com 5 casos cada. Destacamos que os 15 casos de Porciúncula ocorreram em dois surtos de FMB, um em 2008 (5 casos) e outro em 2011 (10 casos). Quanto à evolução dos casos no Estado do Rio de Janeiro, 25 evoluiram para óbito, o que representa 46,3% do total de casos confirmados. De acordo com o SINAN/RJ e Relatórios das Vigilâncias Municipais, ressaltamos que 6 óbitos ocorreram nos surtos de Porciúncula em 2008 e 2011 (3 óbitos em cada ano) e 4 óbitos ocorreram no ano de 2011, em funcionários que trabalhavam na SUIPA, Município do Rio de Janeiro. Neste ano de 2012 tivemos mais um óbito no Município do Rio de Janeiro, de outro funcionário da SUIPA. Alguns destes funcionários não residiam na Capital, e sim em outros municípios: Belford Roxo e Seropédica. FMB é a rickettsiose mais prevalente e conhecida no Brasil, trata-se de uma zoonose causada pela bactéria Rickettsia rickettsii transmitida por artrópodes vetores como ácaros, carrapatos, piolhos e pulgas. Os carrapatos da espécie Amblyomma cajennense ("carrapato estrela") são os vetores mais reconhecidos no ciclo de transmissão da FMB e diferente dos animais vertebrados como cães e gatos que raramente apresenta rickettsemia, os carrapatos permanecem infectados por toda vida (18 a 36 meses), funcionando também como reservatórios. Estudos demonstram que os equídeos, roedores como a capivara e marsupiais como o gambá apresentam papel importante no ciclo de transmissão da FMB, funcionando como reservatórios ou amplificadores além de transportarem carrapatos possivelmente infectados. A transmissão geralmente ocorre quando o carrapato infectado permanece aderido ao hospedeiro por um período de 4 a 6 horas. Grande parte dos casos de óbitos pela FMB ocorreu em função da demora na suspeição diagnóstica e, portanto, no início do tratamento adequado, em geral, a primeira hipótese diagnóstica foi dengue. Logo, apontamos para a necessidade de alerta junto às unidades de saúde (assistência) para inclusão da FMB na suspeição do diagnóstico clínico, juntamente com dengue e leptospirose nos casos que apresentem os sintomas comuns a esses agravos. É fundamental iniciar IMEDIATAMENTE o tratamento com os medicamentos recomendados (doxiciclina e cloranfenicol) no protocolo de tratamento do Ministério da Saúde (Guia de Vigilância Epidemiológica, 2010) assim que se der a suspeita clínica, não sendo recomendado esperar pela confirmação laboratorial. Definição de caso suspeito de FMB no ser humano: Individuo que apresente febre de inicio súbito, cefaleia, mialgia e historia de picada de carrapatos e/ou ter frequentado área sabidamente de transmissão de febre maculosa nos últimos 15 dias; ou Individuo que apresente febre de inicio súbito, cefaleia e mialgia, seguido de aparecimento de exantema maculopapular entre o 2oe 5 o dias de evolução e/ou manifestações hemorrágicas. Antibioticoterapia Recomendada
Fonte: Guia de Vigilância Epidemiológica, Ministério da Saúde, 201. Todo caso suspeito de febre maculosa requer notificação compulsória e investigação, por se tratar de doença grave. Um caso pode significar a existência de um surto, o que impõe a adoção imediata de medidas de controle, desde a assistência aos pacientes até a vigilância epidemiológica e ambiental, incluído medidas de controle do carrapato vetor. Em função do ciclo de vida do carrapato que permite sua sobrevivência durante longo período sem se alimentar (sangue de animais e seres humanos) medidas de controle são demoradas e devem ser monitoradas. No período de abril a outubro o risco de transmissão da FMB aumenta em função do ciclo do carrapato, pois nestes meses há maior proporção no ambiente de fases jovens dos carrapatos, mais envolvidas na transmissão, pois o carrapato adulto geralmente é facilmente detectado pelo ser humano e retirado, não chegando a ficar aderido durante horas ao hospedeiro. Em caso de ocorrência/suspeição de casos de FMB em animais e presença de vetores, para medidas de controle que se fazem necessárias a Vigilância Ambiental Municipal deve ser informada e esta, informar a Vigilância Ambiental Estadual através dos seguintes contatos: vigambiental@saude.rj.gov.br; telefones - (21) 2333-3899/3842. Cabe lembrar que a ficha do SINAN para EPIZOOTIAS pode e deve ser utilizada para notificação da ocorrência de caso ou surto em animais. Em caso de ocorrência/suspeição de casos de FMB em seres humanos a notificação (pelas unidades saúde às vigilâncias municipais) e investigação epidemiológica são obrigatórias, com uso dos instrumentos previamente conhecidos (SINAN e suas fichas para FMB). Além dos instrumentos citados solicitamos que a Vigilância Epidemiológica Municipal informe a Estadual através dos seguintes contatos: e-mail - adtvz@saude.rj.gov.br; telefones - (21) 2333-3881/3878. Para confirmação diagnóstica laboratorial do caso humano suspeito de FMB amostras de sangue devem ser coletadas e enviadas para o Lacen-RJ (e-mail - dgnnutels@saude.rj.gov.br e telefones - (21) 2332-8597 e 2332-8606), seguindo protocolos contidos no Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde. Quanto às ações de Vigilância Entomológica e encaminhamento do vetor (carrapato) para identificação taxonômica, quando necessário, entrar em contato com o Centro de Estudos e Pesquisa em Antropozoonoses Máximo da Fonseca Filho (CEPA/LACEN/SVS/SES RJ) (e-mail - svs.cepa@saude.rj.gov.br, cepa.nnutels@gmail.com; telefones - (21) 2332-8597 e 2332-8606). Ainda, é de grande relevância que as Vigilâncias Ambiental e Epidemiológica Municipais troquem/repassem as informações entre si e alertem as unidades de saúde do município, sempre que necessário. ATENÇÃO: Recomendamos a divulgação desta Nota Técnica entre os demais setores e unidades de saúde pelos municípios com ocorrência de casos de FMB. Entretanto, considerando o deslocamento cada vez maior de pessoas entre cidades, estamos enviando o presente para ciência por todos os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro.
Nos colocamos à disposição, atenciosamente,
PATRÍCIA GANZENMULLER MOZA MATR.: 852.559-4 Gerência de Doenças Transmitidas por Vetores e Zoonoses
Referências Bibliográficas: Brasil. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias: guia de bolso / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 8ª Ed. rev. Ministério da Saúde, 2010. Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ) - Rickettsioses: breves considerações. Dra. Elba Regina Sampaio de Lemos, Instituto Oswaldo Cruz/IOC. Boletim Informativo SIERJ, n° 38, 2012.
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Heparinização de Cateter
Heparinização de Portocath Bom dia
Gostaria de saber dos colegas qual protocolo implantaram para a heparinização do catéter após procedimento, como injeção de contaste em tomografia ou ressonância magnética, ou após administração de medicamentos.
Att. Valéria Pavan Mariani
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Anatomia Patológica
Bom dia a todos gostaria de saber como caracterizar o risco biológico na manipulação de liquidos cavitarios, urina, e outras secreções corporeas no setor de citologia oncótica. Qual nivel de proteção coletiva e individual para os profissionais?
Grato.
Ailton Catreus de Freitas. Biólogo.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso
Prezados
Estamos divulgando a nova turma (segundo semestre de 2012) do curso de Especialização em Prevenção e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde - CCIH da UNIFESP.
Temos duas modalidades do curso: Presencial e On Line.
As inscrições para as 2 modalidades estarão abertas no site da UNIFESP, a partir de junho.
Já estamos aceitando pré - inscrições. Interessados, informar pelo email: especializacaoccih@gmail.com Presencial: aulas 1 vez ao mês, sexta à noite, sábado manhã e tarde e domingo pela manhã, durante 12 meses. Após esse período tem mais 6 meses de prática que pode ser feita aqui conosco no hospital São Paulo ou em algum serviço de sua localidade. Ao todo, são 18 meses de curso.
Na modalidade EAD, as aulas são
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disponibilizadas gravadas, em uma plataforma de ensino. (MOODLE). O conteúdo também é desenvolvido em 18 meses: 12 meses teórico e 6 meses prático.
Investimento: 18 parcelas de 350,00 reais
Esse curso é oferecido pela UNIFESP e a certificação também. Qualquer dúvida entre em contato. Atenciosamente
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - BA
Simpósio "Terapia de Infusão Segura - Novas Perspectivas" 29 de maio de 2012 Horário: 13h00 as 17h30 Hotel Mercure Rio Vermelho Salão Mercado Modelo I, 2o andar, Piso C Salvador - BA O programa está sob a coordenação científica do Dr. Dirceu Carrara, Enfermeiro e Doutor em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e contará com os seguintes palestrantes: Prevenção da infecção no processo de administração da terapia infusional Dra Denise Marangoni - Profa Adjunta de Doenças Infecciosas da Faculdade de Medicina da UFRJ Estratégia para a segurança em terapia infusional na prescrição e transcrição de medicamentos Dr Mário Borges Rosa - Presidente do ISMP Brasil - Instituto para Práticas Seguras no Uso de Medicamentos Novas tecnologias
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na promoção da segurança do profissional da saúde Dra Valéria Saraceni - Projeto Riscobiologico.org Protocolos institucionais para a segurança da terapia de infusão Dra Maria Harada - Doutora em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo Informações e Inscrições: email: aesculap_academia_br@bbraun.com Site: www.aesculap-academia.com.br Tel: 21 2602.3175 (Renata) Tel: 21 2602.3558 (Carla) Público Alvo: Enfermeiros e Farmacêuticos
[ Riscobiologico.org - Folder disponibilizado em www.riscobiologico.org/lista/20120517_01.pdf e ficha de inscrição em www.riscobiologico.org/lista/20120517.xls ]
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Caros, boa tarde! Por favor, preciso de alguns esclarecimentos referente a lavanderia e áreas comuns. Os colaboradores da lavanderia após recolherem o material utilizado (roupa, cobertor, paramentos, etc), depositam no chão da lavanderia (área suja) para separação e transitam por áreas comuns. Muitas vezes nestes materiais aparecem gazes, algodões e outras coisas contaminadas. Isso é correto? S. Gama Mensagem encaminhada pelo colega Sérgio
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