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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Projeto / Lei de Cotas
Prezados colegas, Segue abaixo notícia divulgada pelo NEPES (www.nucleonepes.com.br) sobre oportunidade para hospitais cumprirem a lei de cotas. Maiores detalhes sobre o "Projeto para Inclusão de Pessoas com Deficiência em Serviços de Saúde" podem ser consultados no endereço: http://www.nucleonepes.com.br/index.php?act=show_noticia&id=1194. Equipe Riscobiologico.org
"Oportunidade para hospitais cumprirem a lei de cotas Hospitais associados ou contribuintes do SINDHOSP que queiram participar do projeto piloto para inclusão de pessoas com deficiência em serviços de saúde devem manifestar sua intenção até o próximo dia 12 de agosto pelo site www.nucleonepes.com.br, link contato. "As empresas interessadas devem agendar uma reunião com um representante do NEPES para que todas as dúvidas sejam esclarecidas. Convém ressaltar que quem estiver participando não será fiscalizado ou autuado pelo descumprimento
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da lei de cotas", esclarece o presidente do SINDHOSP, Dante Montagnana. Os estabelecimentos de saúde têm encontrado inúmeras dificuldades para cumprir a lei, principalmente pela complexidade dos serviços e pela falta de profissionais qualificados no mercado. Por isso, um grupo tripartite formado pelo SINDHOSP, Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (SinSaudesp) e Sindicato dos Hospitais Filantrópicos (Sindhosfil) elaborou consensualmente a proposta desse projeto de inclusão, que será desenvolvido pelo NEPES. O NEPES é uma entidade sem fins lucrativos de caráter estruturalmente técnico e que tem como missão contribuir para o segmento de saúde na elaboração de instrumentos técnicos para melhoria contínua das condições e dos ambientes de trabalho. O Projeto para Inclusão de Pessoas com Deficiência em Serviços de Saúde tem como objetivos formar, capacitar, qualificar os profissionais e promover eventos, estudos e pesquisas sobre o tema. O programa está pautado nos seguintes princípios: transparência, planejamento, capacitação/qualificação, preparação para a inclusão, parcerias e acompanhamento. O projeto piloto terá a participação de seis empresas. Desse total, o SINDHOSP indicará três hospitais do seu quadro de associados ou contribuintes que queiram participar da iniciativa. Um acordo prévio entre os participantes e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) será feito com o intuito de acompanhar o processo e dar garantias para que não haja penalidades durante o prazo que será estipulado para o desenvolvimento do projeto. www.nucleonepes.com.br" Fonte: Mailing NEPES
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Febre Tifóide
Trabalho em um Hospital, sou Coord da CCIH. Estão ocorrendo alguns casos de Febre Tifóide em funcionários da Unidade. Será que alguém pode me dizer como devemos proceder? Realizar exames dos funcionários do refeitório? Quais exames? Fazer busca ativa nos outros funcionários do hospital? Casos como esses são classificados como Infecção Hospitalar?
Karlla
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Furadeiras
Bom dia! Gostaria de saber,a data determinada pela ANVISA para abolir o uso de furadeiras domesticas no centro cirúrgico dos hospitais.Qual o documento? José Américo
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza - Licenças e Afastamentos
Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar o artigo publicado na revista Emerging Infectious Diseases (agosto 2011) sobre licenças médicas e afastamentos de trabalhadores da saúde do Hospital das Clínicas USP (São Paulo), na epidemia de Influenza H1N1, no ano de 2009. Equipe Riscobiologico.org
Cost-effectiveness of Sick Leave Policies for Health Care Workers with Influenza-like Illness, Brazil, 2009. EID 17 (8): 1421-1429, 2011. Nancy Val y Val P. Mota, Renata D. Lobo, Cristiana M. Toscano, Antonio C. Pedroso de Lima, M. Beatriz Souza Dias, Helio Komagata, and Anna S. Levin Author affiliations: Hospital das Clínicas, São Paulo, Brazil (N.V.V.P. Mota, R.D. Lobo, M.B. Souza Dias, H. Komagata, A.S. Levin); Federal University of Goiás, Goiânia, Brazil (C.M. Toscano); and University of São
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Paulo, São Paulo (A.C. Pedroso de Lima, A.S. Levin http://www.cdc.gov/eid/content/17/8/pdfs/101546.pdf
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Hepatites virais Hepatites Virais - Estudo de Prevalência / Brasil
Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar o relatório publicado pelo Dpto DST/AIDS/Hepatites Virais do Ministério da Saúde com resultados do Estudo de Prevalência de Base Populacional das Infecções pelos Vírus das Hepatites A, B e C nas Capitais do Brasil: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2010/50071/estudo_prevalencia_hepatites_pdf_26830.pdf Equipe Riscobiologico.org
Texto extraído do site do Dpto DST/AIDS/Hepatites Virais / Ministério da Saúde - http://www.aids.gov.br/noticia/2011/estudo_mostra_o_perfil_das_hepatites_virais_nas_capitais_brasileiras A maior pesquisa sobre hepatites virais já realizada na América Latina revela mudanças no padrão de ocorrência dessas doenças no Brasil, com redução das infecções dos tipos A, B e C, entre 2005 e 2010. Os dados do Estudo de Prevalência de Base Populacional das Infecções pelos vírus das Hepatites A, B e C nas Capitais do Brasil, elaborado pelo Ministério da Saúde, mostram
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que, nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, o percentual da população que tem ou já teve hepatite (prevalência) foi de 39,5% para o tipo A, de 0,37% para o vírus B e de 1,38% para o tipo C. A OMS classificava o país na faixa de endemicidade intermediária a alta. Isso porque os dados usados pela Organização Mundial de Saúde não se baseavam em estudos amplos e atuais. Com base nos resultados do Inquérito e comparando-os com os parâmetros do organismo internacional, as prevalências sugerem que o Brasil está na faixa de baixa endemicidade. "Os números encontrados no novo estudo são reflexos claros da melhoria das condições sanitárias, no caso da hepatite A, e do impacto da vacinação, no caso da hepatite B", avalia o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Mais de 26 mil pessoas participaram da pesquisa - 6.468 fizeram teste para hepatite A e 19.634 para os vírus B e C. A população residente no conjunto das capitais representa 23,8% da população total do país - mais de 45 milhões de habitantes. O estudo é um retrato da prevalência das hepatites virais no conjunto das capitais e do DF. Se o padrão observado nas capitais e no DF for considerado para todo o país, a estimativa de prevalência para a população brasileira geral é de 20,5 milhões de pessoas que já tiveram, em algum momento de sua vida, infecção pelo vírus da hepatite A, 800 mil pelo vírus B e 1,5 milhão pelo tipo C. Para o vírus tipo A, participaram do inquérito pessoas de 5 a 19 anos, faixa etária em que a prevalência permite realizar inferências sobre o padrão de ocorrência da doença. No caso dos vírus B e C, participaram indivíduos de 10 a 69 anos. HEPATITE A - O estudo indica que, quanto menor o nível socioeconômico, maior a frequência de casos de hepatite A. É o que acontece nas capitais da região Norte, que apresentam a maior prevalência de contato com a doença (58,3%). "Isso mostra a influência da falta de acesso ao saneamento, que é menor nessas capitais, favorecendo uma maior circulação desse vírus", observa Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério. A endemicidade é considerada intermediária nas capitais do Centro-Oeste (54,1%), Nordeste (53,1%) e no Distrito Federal (41,6%). Já nas capitais dos estados das regiões Sudeste e Sul, a frequência de casos de contato com a hepatite A é considerada baixa: 32,5% e 30,8%, respectivamente. Chama atenção o dado de que, em todo o Brasil, menos pessoas estão tendo contato com a doença na infância. Nessa fase da vida, a hepatite A apresenta-se como uma doença de cura espontânea, que não deixa sequelas. A redução de casos nessa faixa etária é consequência da ampliação no acesso ao saneamento básico, observado em todo o país. "O Ministério da Saúde está atento a essa realidade e, por isso, realiza estudos de custo/efetividade, para avaliar a ampliação do uso da vacina contra hepatite A para uma parcela maior da população, até o final de 2011", informa Greco. Atualmente, a vacina está disponível para populações específicas (ver relação completa). HEPATITE B - Nas capitais brasileiras e no DF, a prevalência da doença é 10 vezes maior nas faixas etárias mais elevadas - 0,6% entre pessoas de 20 a 69 anos e de 0,06% entre jovens de 10 a 19 anos. O dado reflete a principal forma de transmissão desse tipo da doença, que é por meio de relação sexual. Além disso, a baixa frequência de casos entre crianças e adolescentes decorre da vacinação contra a hepatite B, disponível no Sistema Único de Saúde. Desde 1998, o Ministério da Saúde incluiu a vacina no calendário básico e, a partir de 2001, começou a ofertá-la para crianças e adolescentes. "Essa é uma prova clara de que o uso contínuo dessa vacina pode praticamente eliminar a transmissão da hepatite B no Brasil, em um futuro próximo", reforça Greco. Após as três doses preconizadas pelo Ministério da Saúde, mais de 90% dos adultos jovens e 95% das crianças ficam imunizadas contra o vírus da hepatite B. HEPATITE C - Entre as hepatites virais, a do tipo C é a que exige mais atenção, pois, se os casos não forem diagnosticados precocemente, há possibilidade de agravamento das condições de saúde dos pacientes, e a doença passaria a ter um quadro crônico. Muitas pessoas infectadas não sabem que têm o vírus da hepatite C, doença que pode permanecer sem sintomas por até 20 anos. O diagnóstico, disponível na rede pública de saúde, só pode ser feito por meio de testes em laboratório. A descoberta tardia da hepatite C - quando os pacientes já apresentam lesões importantes no fígado, incluindo câncer e cirrose hepática - é a principal causa de indicação de transplante de fígado no Brasil. De acordo com o Inquérito Nacional de Hepatites Virais, a maior prevalência da hepatite C está nas capitais da região Norte (2,1%) e a menor, no Nordeste (0,7%). Os percentuais são semelhantes no Centro-Oeste (1,3%), Sudeste (1,2%) e Sul (0,9%). A principal forma de transmissão é a sanguínea, por meio do compartilhamento de seringas contaminadas ou objetos que cortam e perfuram - como alicates, tesouras e agulhas de tatuagem. A hepatite C também é transmitida da mãe para o filho (durante a gravidez ou no parto) e na relação sexual sem preservativo. A transfusão de sangue não é mais um fator de risco, pois desde 1993 há controle minucioso da qualidade do sangue em relação às hepatites. Entretanto, pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1993 devem fazer o teste para o diagnóstico, considerando que a doença é silenciosa. TESTAGEM - Atualmente, os testes para hepatites estão disponíveis em todo o SUS. Em agosto, serão oferecidos também exames rápidos para os tipos B e C, nos Centros de Testagem a Aconselhamento (CTA) das capitais do Brasil. O resultado fica pronto em 30 minutos. Com testes convencionais, o resultado sai em até 15 dias. Já foram adquiridos mais de três milhões de testes rápidos (metade para hepatite B, metade para hepatite C) para ampliar o acesso ao diagnóstico". Fonte: Dpto DST/AIDS/Hepatites Virais - http://www.aids.gov.br/noticia/2011/estudo_mostra_o_perfil_das_hepatites_virais_nas_capitais_brasileiras
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Acidentes e Derramamentos
Sr(a)s. Boa noite! Gostaria de saber se alguém dentro deste grupo pode me informar ou mesmo dividir comigo o conhecimento quanto a medicamentos classificados como oncolíticos, onde tenho algumas questões em aberto e preciso da ajuda para esclarecer alguns pontos: 1- Como tratam situações emergências envolvendo produtos oncolíticos?? exemplos: derramamento, quebras de vidros; 2- Envolvendo emergências com produtos oncolíticos quem é responsável pelo pronto atendimento?? os brigadistas? os funcionários do próprio local de trabalho; 3- Existe algum modelo de gestão para estes produtos do ponto de vista de segurança do trabalho??? pensando em quebras e derramamentos? exemplo um manual de como atual em situações como as citadas anteriormente? 4- Qual seria o tempo máximo para se atender por exemplo a uma
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quebra ou derramamento de um pequena quantidade deste material por exemplo armazenada em um galpão?? existe alguma limitação quanto a isto? 5- Possibilidades de neutralizaçaõ exemplo com água ??? Se os especialistas ou conhecedores deste tipo de produto, puderem me orintar ficarei grato! um grande abraço, Reinaldo Lima
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
Olá, pessoal.
Boa tarde.
Segue em anexo o programa do Simpósio da APECIH: Destaques em Controle e Prevenção de Infecção Principais Temas Discutidos nos Congressos - 2011 (SHEA/APIC/ICPIC) nos dias 16 e 20 de agosto.
Por favor, ajudem a divulgar.
Abraços,
Alessandra
[ Riscobiologico.org - Folder enviado pela colega Alessandra disponibilizado em www.riscobiologico.org/lista/20110729.pdf ].
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