Conceitos e condutas gerais Condutas - Cateter Vesical
Boa noite! Gostaria de uma opinião a respeito do tempo de permanência de pacientes com SVD sistema fechado e SVD sistema aberto. Observei que em algumas literaturas a troca da SVD em sistema fechado se faz a cada 30 dias e a da SVD sistema aberto a cada 15 dias. Assumi a responsabilidade do CCIH da Instituição em que sou colaboradora e nela a troca da SVD, independente do tipo de coletor, é feita a cada 15 dias. Obrigada!
Enfª Luziane Franco CCIH
[ Riscobiologico.org - SVD Sonda Vesical de Demora ]
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Coleta Seletiva / Recicláveis
Bom dia caros Listeiros,
Na instituição onde trabalho, fazemos a coleta seletiva de resíduos, porém a empresa que coleta o reciclável pela Prefeitura não esta querendo mais levar os recicláveis do tipo, embalagens de soro usadas, embalagens de gaze, seringas utilizadas para fracionamento de soluções, equipo usado, frasco de remédio vazio e demais produtos que geram "SUSPEITAS" segundo eles.
Mostrei a eles que esses produtos, não estão contaminados e são recicláveis, porém eles alegam que as empresas de reciclagem não pegam esse produtos, apesar de, na maioria das vezes, esses produtos serem de melhor qualidade do que os plasticos normais eles causam um "MÁ IMPRESSÃO e ASSIM MEDO DE MANIPULA-LOS E ADQUIRIREM DOENÇAS"
Gostaria de saber se os colegas enfrentam esse tipo de problema
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e também sugestões para a solução do mesmo.
Agradeço a todos pela atenção
Abraço.
Ulisses. TST
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Imunizações Imunizações - Vacina contra Hepatite B
Oi, gostaria de ter acesso ao documento que determina que a vacina contra hepatite B pode ser aplicada em pessoas de até 24 anos, 11 meses e 29 dias. Grata
Enfª Milene Dias Ferreira Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - EERP/USP.
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratórios - Responsabilidade Técnica
Caros listeiros, estamos passando problemas sérios quanto a responsabilidade de emissão de laudos de exames clínicos, pois alguns gestores de unidades estão deixando laboratórios sob a responsabilidade de técnicos de laboratórios (nível médio) para realizar e emitir o laudo sem que haja a supervisão de Biomédico ou Bioquímico responsável. Preciso de indicação de Lei ou outro instrumento com essa força para que possamos nos respaudar para não deixar que isso ocorra. Agradeço, Mabel
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Legislação e normatizações Normatizações - Enfermagem
Olá pessoal! Gostaria de saber qual o poder que a gerencia de enfermagem tem sob a enfermeira da scih, uma vez que a enfermeira da scih presta serviço a competencia maxima da instituiçao que seria a diretoria tecnica do hospital neh? Me ajudem, por favorrrrrrr Obrigada Patricia SCIH-BH
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Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar nota técnica emitida pelo Ministério da Saúde e texto da Sociedade Brasileira de Infectologia sobre infecção por E.coli. Equipe Riscobiologico.org
"Dois casos suspeitos de E.coli em Campinas (SP) estão em investigação O Ministério da Saúde foi notificado, nesta sexta-feira (24/6), pela Secretaria Municipal de Saúde de Campinas (SP) da suspeita de dois casos de infecção pela bactéria E. coli circulante na Alemanha. De acordo com a secretaria, os dois pacientes voltaram da Europa no dia 11 de junho e apresentaram os primeiros sintomas no último dia 14. Eles passam bem e não estão internados. Não há risco de surtos no Brasil a partir destes casos. As autoridades de saúde aguardam o resultado do exame laboratorial
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das amostras de fezes para confirmar ou descartar a suspeita. A doença causa cólicas abdominais severas e forte diarréia, muitas vezes com sangue. A transmissão ocorre pelo consumo de alimentos contaminados crus ou mal cozidos. Outra possibilidade é o contágio por via fecal-oral (quando alguém ingere água ou alimentos contaminados por micropartículas de fezes de pessoas infectadas ou quando uma pessoa leva à boca objetos contaminados). É fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. As pessoas que apresentarem esses sintomas depois de uma viagem internacional, devem procurar assistência médica. O Ministério da Saúde recomenda que pessoas em viagem internacional, principalmente aos países da Europa e aos Estados Unidos, não devem comer alimentos crus, sobretudo vegetais e produtos de origem animal. Não há nenhuma recomendação de restrição de viagem e é importante seguir as orientações das autoridades de saúde do país visitado. SITUAÇÃO ATUAL - Até 24 de junho, foram registrados 3.836 casos de infecção pela E.coli, com 45 mortes - de acordo com o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) na Europa. A Alemanha contabiliza 43 óbitos e concentra 97% das infecções, com 3.717 casos. O restante dos casos ocorreu na Áustria, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Holanda, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Reino Unido, Suíça e Suécia. Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo. NOTA TÉCNICA - Conforme nota técnica divulgada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, profissionais de saúde (da rede pública ou privada) devem estar atentos a pacientes com histórico de viagem internacional, nos últimos 30 dias, principalmente à Alemanha; e que apresentem fortes cólicas abdominais e diarreia com sangue. Esses são os principais sintomas que surgem nas pessoas infectadas por um tipo mais agressivo da bactéria - chamado E.coli enterohemorrágica. Ainda segunda nota da secretaria, o serviço de saúde deverá coletar amostra de fezes do caso suspeito e encaminhar para a vigilância epidemiológica municipal ou estadual. As autoridades locais de saúde (Secretarias Estaduais e Municipais), além do próprio Ministério da Saúde, devem ser notificadas do caso suspeito em até 24 horas, por telefone, para que a investigação epidemiológica comece. Nos casos suspeitos, está contraindicado o tratamento com antibióticos e antidiarreicos, medicamentos que podem agravar o quadro do paciente. O tratamento recomendado restringe-se a hidratação e medidas de suporte necessárias, conforme avaliação médica. As orientações sobre os procedimentos a serem adotados pelos profissionais de saúde estão descritas em nota técnica da Secretaria de Vigilância em Saúde (veja mais abaixo). ORIGEM DOS CASOS - Desde o surgimento dos primeiros casos na Alemanha, autoridades de saúde europeias têm investigado a origem da contaminação. Especula-se que a fonte primária tenha sido alguns tipos de vegetais, como pepino, tomate ou alface. "Mas as investigações epidemiológicas ainda estão em curso e é prematuro responsabilizar algum produto pela transmissão da bactéria na Europa", adverte o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa. Segundo a OMS, a maioria dos casos ocorridos fora da Alemanha, incluindo os dois dos Estados Unidos, está vinculada a pessoas que estiveram no país europeu, especialmente no Norte, na região da cidade de Hamburgo. "Estamos numa situação relativamente tranquila, pois não importamos esses produtos in natura. Mesmo assim, é importante que estados e municípios reforcem a vigilância de casos suspeitos", orienta Barbosa. O secretário lembra que é fundamental manter hábitos diários de higiene, como lavar as mãos antes das refeições; depois de usar o banheiro e do contato com animais; e antes de preparar, servir ou tocar os alimentos. "E isso deve ser a regra, não a exceção. É muito importante também certificar-se de que o alimento foi feito de maneira adequada, evitando comer em ruas e feiras, locais onde geralmente não se tem segurança quanto à qualidade do preparo". Cinco recomendações básicas para consumo e preparo de alimentos: 1. Consumir apenas água potável e alimentos bem lavados 2. Manter a limpeza durante o preparo dos alimentos 3. Separar alimentos crus de cozidos (durante o preparo) 4. Cozinhar completamente os alimentos (acima de 70° C) 5. Manter os alimentos em temperaturas seguras - MS - nota técnica - http://www.infectologia.org.br/anexos/MS-SVS_Nota%20tecnica%20E%20coli.pdf" Fonte: SBI / Ministério da Saúde
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Estou com uma duvida vamos entrar em obras em nossa Unidade e não temos lugar para por o armário de limpeza, posso por dentro do banheiro dos funcionários.
Paula Gomes
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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Imunoglobulina anti-D
BOA NOITE, NÃO ESTOU CONSEGUINDO ENCONTRAR A IMUNOGLOBULINA HUMANA ANTI D, UM MÉDICO ME DISSE QUE AGORA PODE SER USADO ATÉ 28 DIAS APOS O PARTO, ALGUEM CONFIRMA A INFORMAÇÃO?
Mensagem encaminhada pelo colega Ricardo
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