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Assuntos diversos Assuntos Diversos - Check List
Bom Dia a Todos! Estou em busca de Check List de Segurança do Trabalho para inspecionar Lavanderia e todo o ambiente hospitalar, Alguém poderia me ajudar?? Att
Ana Knittel Técnica de Segurança do Trabalho Especialista em Ergonomia Terapeuta Ocupacional
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"Por Fabiane Leite, estadao.com.br, Atualizado: 2/10/2010 0:40 Ministério da Saúde emite alerta após registro de casos de difteria no País O Ministério da Saúde alertou ontem para a necessidade de melhora na identificação, notificação e diagnóstico da difteria. A doença, de transmissível aguda, é causada por bactéria que se aloja nas amídalas, faringe, laringe e nariz e pode ser prevenida com vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). A pasta também reforçou a importância da imunização na infância e adolescência e dos reforços das doses ao longo de toda a vida. De acordo com o ministério, o número de casos registra tendência de queda nos últimos anos, por causa das altas coberturas vacinais.
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Neste ano, porém, foram registrados 27 doentes, com 6 mortes, todas no Maranhão - Estado onde cerca de 32% das cidades registram menos de 95% de cobertura vacinal, patamar considerado ideal, segundo a pasta. No ano passado, apenas seis casos tinham sido registrados, sem nenhum óbito. Em 1990, o País chegou a ter 640 casos. Segundo nota técnica do ministério, 'apesar da intensificação das ações de vacinação, a difteria permanece ocorrendo em diversos países do mundo (...) incluindo o Brasil'. A pasta destacou que neste ano a maioria dos casos tem sido causada pelo tipo intermedius da bactéria, que, segundo infectologistas ouvidos, é considerado o mais invasivo. Ainda segundo informações do ministério, tem ocorrido mudança no perfil clínico-epidemiológico da doença, como quadros em que há ausência da formação de um tipo de membrana na garganta que caracteriza a difteria e registros de endocardite (infecção que atinge o coração), pneumonias e osteomielite (infecção óssea). Além disso, a faixa etária de ocorrência dos casos tem se deslocado da infância para a idade adulta. Vacina. A vacina contra a difteria na infância compõe o imunizante chamado DPT, que protege também contra coqueluche e tétano. Segundo calendário de vacinação da criança do SUS, ela deve ser aplicada em três doses, com dois reforços, a partir dos 2 meses de idade, com a última aplicação até os 6 anos. Na adolescência (a partir dos 11 anos) são necessárias outras três doses. E, depois, reforços a cada dez anos, por toda a vida, usando uma vacina que é conjugada com a do tétano e deve ser tomada na mesma frequência. 'O problema é que todo mundo esquece. Os médicos também. E isso ocorre no mundo inteiro', afirmou o infectologista Arthur Timmerman, do Hospital Heliópolis. 'Em crianças, a placa que se forma na garganta em razão das toxinas produzidas pela bactéria pode levar ao sufocamento. No adulto é diferente. Pode haver até mesmo comprometimento ósseo e cardíaco', afirmou o especialista. 'A vacina está disponível, é baratíssima, muito simples. Para mim é uma falta grave o registro de um caso de difteria.' 'É preciso verificar a faixa etária dos casos, se houve vacinação dessas pessoas e se a vacina era boa e estava bem armazenada', disse a infectologista Marinella Della Negra, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. A reportagem contatou o secretário da Saúde do Maranhão, José Soares Leite, em sua casa no fim noite de ontem. Ele informou desconhecer os casos e disse que verificaria a situação. Em nota, o ministério destacou que há vacina suficiente e disse ter informado as secretarias da saúde em agosto sobre o problema. A pasta não respondeu ontem sobre possível estratégia de reforço da vacinação no País."
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Prezados colegas, Gostaríamos de divulgar a publicação pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde do manual: A B C D E das Hepatites Virais para Cirurgiões-Dentistas Data de Publicação: 29/09/10 Descrição: Série F. Comunicação e Educação em Saúde Está disponível no link http://www.aids.gov.br/sites/default/files/manual_abcde_28_09_a2.pdf
Equipe Riscobiologico.org
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Dispositivos de Segurança Materiais Perfurocortantes - Dispositivos de Segurança
Perfurocortantes com dispositivo de proteção Caros listeiros, gostaria de saber como está a implantação, ou uso, dos perfurocortantes com dispositvos de proteção. Com o custo mais elevado estão tendo dificuldades? Todos estão usando ou aguardando a data lmite? Ana Lucia Bióloga
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Conceitos e condutas gerais Conceitos/Condutas - Prontuários / Sangue
risoc de contaminação com sangue em prontuario Bom dia listeiros!!! Trabalho no hospital, portanto fui qeustionada pleos funcionarios da auditoria e da farmacia , pelo fato ter sujidade de sangue nos porntuarios . Porque eles não tem insalubridade e então eles mechem com esses prontuarios que na maioria das vezes estão sujos de sangue. Gostaria de saber de voces se tem algum risco de contaminação para esses funcionarios. Qual o tempo que podemos considerar para que não exista mais o risco?
Obrigada
EnfªAlessandra
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Legislação e normatizações Legislação - NR32 / Adornos
Olá pessoal! Será que alguem pode me ajudar? Sou Enfermeira Gerente de Risco do Hospital Grral Dr. Waldemar Alcântara em Fortaleza-CE. O meu conselho COREN diz que os membros da equipe de enfermagem devem mater a identificação quando prestam assistência, no entanto a CCIH e SESMT do meu Hospital não permitem o uso do crachá devido ser considerado um adorno pela NR32. Posso utilizar o crachá com o dispositivo prendedor curto( tipo jacarè) ao invés de cordão, e o crachá ser de material impermeável permitindo a lavagem do mesmo, pois estamos utilizando roupas tipo blusa e calça (roupa modelo utilizado no centro cirurgico) para todos os profissionais da assistência, também cumprindo a NR32. Aguardo resposta Selma Furtado Magalhães Gerente de
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Risco HGWA Fortaleza-Ceará
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Soroconversões
Prezados Estou revisando um material escrito há alguns anos, e me deparei com a citação de Oda, falando sobre as exposições ocupacionais. Alguém sabe onde encontrar dados mais atuais? No período entre 1983 e 1989, o CDC realizou um estudo de monitoramento de seus trabalhadores, objetivando determinar o risco relativo de transmissão da SIDA. Ao final desse estudo, concluiu-se que o risco para transmissão ocupacional por exposição percutânea é de 0,56%, ou seja, de 1 para cada 175 caso. Até setembro de 1992, o CDC registrou 32 casos de SIDA ocupacional e 69 casos de infecção por HIV possivelmente ocupacionais. Dentre os casos confirmados como ocupacionais, 84% foram resultantes de exposições percutâneas, 13% de exposições mucocutâneas, e 3%, de ambos
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os tipos ( Oda, 1996) Ana Paula Steffens
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Estou passando por um momento critico no meu hosp. antigamente era reprocessado os frascos de antibioticos para uso de soluções fracionadas como soro, clorexidona, álcool e outros. Devido o trabalho e o risco que os profissionais ficam expostos tinha sido abortado a pratica. Passei a utilizar as seringas dosadoras fracionando minhas soluções que foi tudo de bom. O diretor do meu hosp. mesmo sabendo sobre o trabalho e risco devido a inalação dos antibioticos pelo profissional quer aderir o uso novamento dos frascos. Gostaria de saber se tem algum documento, portaria que proibe esse reprocessamento. Att, Enfermeira CCIH Tatiane
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Boa tarde aos colegas listeiros! Gostaria por gentileza esclarecimento sobre quais os exames que são obrigatórios, para os colaboradores da enfermagem (técnicos, auxiliares e enfermeiros) e médicos, na admissão e no periódico? E Legalmente pode-se solicitar o exame de HIV para os colaboradores? Marisa Almeida
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