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XIII ENCONTRO ESTADUAL DE PROFISSIONAIS EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR TEMA CENTRAL - PREVENÇÃO E CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES FRENTE AS NOVAS DEMANDAS Público Alvo: Médicos, Enfermeiros, Téc.Enfermagem, Farmacêuticos, Biólogos, Microbiologistas e profissionais afins. 27/05/2010 - Pavilhão João Lyra Filho - Auditório 13 bloco F - UERJ 09:00h - Credenciamento e Entrega de Material 10:00h. - Abertura 10:15h - A IMPORTÂNCIA DO PROCESSO DE VALIDAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO, NA INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO. Moderador: Enfª Silvia Cristina Carvalho - Diretora do Núcleo de Vig. Hospitalar da SESDEC Palestrante: Maria de Fátima Vinchon Ramalho - Enfermeira Hosp.Univ.Pedro Ernesto - CME 11:00h. COFFE BREAK 11:30h. - CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR NA TERAPIA DIALÍTICA. Moderador: Drª Rosimeire Bernardes da Cunha Silva - CECIH/SESDEC
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/>Palestrante: Cristiane Rosa -Médica Infectologista Coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da CDR-RJ e CNL-Niterói 12:30 h. PROCESSO DE LIMPEZA E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NA PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES Moderador: EnfªAndréa Machado - CECIH/SESDEC Palestrante:Carla Assad - Coord.de Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Gestão de Resíduos da COMLURB 13:30 h. ALMOÇO 14:30h. - MECANISMOS DE RESISTÊNCIA MICROBIANA Moderador: Francisco José de Almeida Oliveira - Sanitarista CECIH/SESDEC Palestrante: Alberto Chebabo - Médico Infectologista Hosp.Univ.Clementino Fraga Filho 15:30 h - USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS Moderador: Rosimeire Bernardes da Cunha Silva - Infectologista CECIH/SESDEC Palestrante: Magda Conceição de Souza - Médica Infectologista do Hosp.Geral de Bonsucesso e Rede D'or 16:30- PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES NO PRÉ HOSPITALAR MÓVEL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Moderador: Enfª Andréa Machado-CECIH/SESDEC Palestrante: Gustavo Emílio Campos - Coord. Médico do SAMU da Metropolitana II 17:30 h - ENCERRAMENTO
VAGAS LIMITADAS!!!
Caso desejem participar, favor enviar um e-mail para nvh@saude.rj.gov.br informando:
Nome completo: Cargo: Profissão: Conselho: Registro: Local de trabalho:
Grata,
Comissão Organizadora
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Atualmente existe muitos hospitais que não mais utilizam-se do Pro-pé em Centro Cirurgico.
Pergunto: Quais são os respaudos legais perante a legislação? Como fica a questão dos calçados? É utilizado algum calçado especial para esta finalidade ou não?
Obrigado pelo Apoio.
Flávio Leal Eng° Seg.
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Alguém tem algum artigo ou norma, manual que explicitem a questão do uso de esmaltes na área de saúde? Tanto pela questão técinica, como pela questão de estética (cores escuras)? Clayton Soares
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Eu sei que vcs não falam muito de vacinas, pelo menos eu não tenho lido informações aqui sobre isso. Mas gostaria de pedir ajuda. Eu sou enfermeira e trabalho com vacinas, aconteceu um equivoco em meu trabalho, uma funcionária aplicou a vacina quadrivalente da HPV e a Meningogócica tipo C no mesmo dia em membros diferentes. Eu não li nenhum estudo que comprove a interação das vacinas ou atrapalhe a imunidade delas. A questão é que estou em dúvida quanto a isso. Alguém tem conhecimento sobre essa questão? A gradeço,
Priscila Alencar
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II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro I Fórum de Enfermagem em Infectologia 25 a 28 de agosto de 2010 - Windsor Barra Hotel Inscrições e Informações: www.infectologiario.com.br Prazo de envi dos trabalhos científicos: 11 de junho de 2010
"Palavra do Presidente A realização do II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro é um marco para consolidação de um projeto que os infectologistas do Rio de Janeiro já mereciam há muito tempo. Após o sucesso do nosso I Congresso em 2008, das reuniões científicas pelo Estado do Rio de Janeiro e do Fórum de Infectologia em Campos em 2009, programamos com muito cuidado e dedicação o II Congresso de Infectologia do Estado do Rio
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de Janeiro. A programação científica, coordenada pelo Prof. Walter Tavares, com auxílio de infectologistas atuantes e experientes, está constituída por conferências, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos e conta com a participação de palestrantes renomados, professores universitários e chefes de serviço, num ambiente que dará espaço para revisão de conceitos e troca de experiências. Com a realização deste II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro, passa este evento a fazer parte de nossa agenda científica regular. Assim, estaremos criando mais um importante espaço para que se divulgue trabalhos e experiências e se traga debates da atualidade, que favoreçam a encontros e multipliquem idéias. Acreditamos no crescimento da SIERJ e da SBI como forma associativa para fortalecer o especialista e a especialidade, ampliando o acesso à informação e organizando a Sociedade para uma atuação mais participativa nas questões técnicas e políticas das doenças infecciosas em nosso país. Obrigado a todos que trabalham na SIERJ e pela SIERJ. Obrigado a todos que trabalham para realização deste Congresso. Obrigado a Samuel Kierszenbaum, presidente da SIERJ nas duas últimas gestões, que acreditou na Sociedade e soube ousar para darmos um salto de qualidade. Desejo um ótimo Congresso a todos! Mauro Treistman Presidente do Congresso"
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não biológicos - Mercúrio
Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
"ONGs pedem que Anvisa proíba termômetros de mercúrio Publicidade da Reportagem Local Um petição assinada por 38 entidades das áreas de saúde e meio ambiente foi protocolada nesta quarta-feira no gabinete do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exigindo que o órgão proíba a fabricação, comércio e uso de termômetros com mercúrio. A petição cita considerações do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) favoráveis ao banimento do mercúrio. As entidades também se basearam nos resultados de uma pesquisa financiada pelo Ministério do Meio Ambiente alemão sobre a presença do material em países em desenvolvimento. No Brasil, segundo a pesquisa, 83% dos hospitais e consultórios ainda utilizam termômetros
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de mercúrio, apesar dos profissionais reconhecerem que o material oferece riscos à saúde. Zuleica Nycz, coordenadora da Apromac (Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte-PR) e uma das responsáveis pela pesquisa no Brasil, considera "um contrasenso ser possível comprar um termômetro de mercúrio e levar para casa. Quando ele quebra as crianças brincam com as bolinhas, mas deveria ser tratado como uma emergência química, pois os danos são permanentes". A petição sugere a criação de um programa de recolhimento dos termômetros e subsídios para baratear os materiais alternativos, hoje mais caros. A Anvisa não confirmou a entrega da petição, e aguardava resposta da área técnica para se posicionar sobre a legislação envolvendo o mercúrio. "
"19/05/2010 - 10:15 (atualizada em 19/05/2010 10:18) No Dia Mundial das Hepatites entenda a diferença entre os tipos A, B e C Entre as consequência da doença está a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas
Cuidados com a higiene previnem a hepatite A ou "do viajante" Mais conhecida como Amarelão, a hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. "A hepatite consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades", afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde
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Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP. Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina - pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino -, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino. Alimentos funcionais ajudam a melhorar a saúde Dicas de saúde, fitness e nutrição Outra consequência da doença é a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas. Além disso, a hepatite, ao longo dos anos, pode dar origem à cirrose, estágio final da inflamação no fígado que destrói as células, forma fibrose (tecido de cicatrização que não tem a função das células saudáveis), nódulos (outra tentativa frustrada do organismo para realizar as funções das células sadias) e impede que o sangue circule livremente pelo fígado. São vários fatores que podem causar a doença, o que faz com que o tratamento e as consequências variem de acordo com cada caso. "A hepatite pode ser autoimune, no caso do sistema imunológico classificar seus próprios tecidos como estranhos, atacando-os para destruí-los; também pode ser causada por ingestão exagerada de álcool, medicamentos e drogas, visto que é no fígado que essas substâncias são processadas; ou pode ser viral (adquirida através de vírus)", diz o infectologista. As hepatites virais, as mais comuns, são classificadas em A, B e C. A do tipo A, conhecida como hepatite do viajante, é transmitida por via oral devido a ingestão de água e alimentos contaminados, no caso de contato com as fezes humanas, sendo comum quando o saneamento básico é precário. Para evitar a contaminação existe vacina apropriada. Quando adquirida, os sintomas começam a aparecer após cerca de 30 dias, sendo que os iniciais são mais amenos, como fadiga, o mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, febre baixa, desconforto na região do abdômen e diarréia. Em 60% dos adultos e em 25% das crianças é comum a icterícia. Não é considerada uma hepatite grave e seu índice de mortalidade é muito baixo. Não há um tratamento específico, de maneira que a melhor forma de evitá-la é através da higiene e da vacinação. Já a hepatite B é transmitida sexualmente ou via sangue (transfusão e uso de drogas ilícitas), agulhas, materiais cortantes contaminados como na colocação de piercings e no processo de realização de uma tatuagem, em tratamentos dentários, alicates de manicures e até mesmo em sessões de depilação. "A doença pode se tornar crônica em 15% dos casos, sendo que dessa porcentagem cerca de 25% a 40% podem evoluir para a cirrose", revela Ferreira. Seus sintomas se aproximam da hepatite do tipo A e podem ser manifestados após um período de 90 dias. Como prevenção da doença recomenda-se o uso de preservativo nas relações sexuais assim como materiais cortantes e agulhas esterilizadas ou descartáveis. Também são indicadas as três doses da vacina de hepatite B e reforço a cada 10 anos. A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que se estima que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV. Diferente dos sintomas das hepatites A e B, a maioria dos casos de hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, quando eles se manifestam, são muito leves. "O alerta para a doença se faz necessário, visto que mais de 80% das pessoas contaminadas chegam a desenvolver hepatite crônica e só descobrem o problema através de exames pedidos por outros motivos", complementa. Todos os indivíduos que já apresentaram fatores de exposição ao vírus devem solicitar ao médico que peça o exame específico para o diagnóstico, pois a doença tem um longo período sem sintomas. Em alguns casos, a doença aflora e é percebida décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose. Por isso, a prevenção é imprescindível e pode ser feita com o uso de materiais cortantes esterilizados ou descartáveis, pois não existe vacina para a hepatite C. "O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias. Esta doença tem tratamento com interferon peguilado e ribavirina, com chance de cura completa em cerca de 50% dos casos. Possuem melhores respostas ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, mais magros", finaliza o infectologista. É fundamental a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado das hepatites para evitar complicações futuras. "
Estou com dúvidas em estabelecer critérios para descolonização em pacientes com suab nasal positivo para MRSA. O perfil dos meus pacientes é bem específico, visto que são pacientes oncológicos, logo imunodeprimidos .Estou tendo um indice alto de pacientes colonizados mas nem sempre sintomáticos . Como devo proceder?
Enfª Nathalie Couto
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Caros colegas Estou fazendo um diagnóstico das funerárias da cidade onde moro e estou precisando da Norma/ Instrução que autoriza o uso do formol nos procedimentos de embalsamamento e formolização,nestes estabelecimentos. Já procurei e não estou encontrando. Acredito que seja o mesmo documento que autoriza o uso do formal nos laboratorios de anatomia das faculdades(medicina, enfermagem, etc). Se alguem souber repasse ficarei grata. Angela medica do trabalho
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