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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Website
"Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lança mega-portal científico A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) lançou hoje, 21 de maio, o Portal de Revistas da SES-SP (periodicos.ses.sp.bvs.br), com foco no fortalecimento da comunicação científica da saúde. A iniciativa visa contribuir para a operação das fontes de informação do portal e o aumento da visibilidade da produção científica e técnica da secretaria nos âmbitos local, regional e nacional. O Portal de Revistas dispõe, ainda, de uma interface que permite o acesso ágil às coleções de periódicos, com várias estratégias de pesquisa, como lista alfabética de títulos, busca por autor, por assuntos ou por palavras. Atualmente, já podem ser acessadas as seguintes publicações: Boletim
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do Instituto de Saúde (BIS), Revista do Instituto Adolfo Lutz, Cadernos de História da Ciência, Hansenologia Internationalis e Boletim Epidemiológico Paulista (BEPA). De acordo com o coordenador de regiões de saúde da SES/SP, Dr. José Carlos Seixas, o papel do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME) no desenvolvimento do Portal foi essencial para sua implantação, bem como para a difusão do conhecimento científico na área da saúde. No evento de lançamento do Portal, o diretor da BIREME, Dr. Abel Packer, destacou a relação histórica que a instituição tem com a produção e a popularização da ciência na área da saúde. Para ele, o papel da BIREME é promover a conexão entre sistemas de produção de conhecimento na área da saúde, devido à sua característica internacional e ao apoio governamental. "O conhecimento deve ser entendido como uma ferramenta de ação capaz de fomentar o poder de avaliação e decisão de indivíduos e instituições", afirmou o diretor. Nesse sentido, o Portal de Revistas da SES-SP faz parte de um projeto amplo, que, além de prever publicação e acesso de todos os veículos técnico-científicos vinculados à Secretaria, está inserido em uma ampla rede de produção e difusão científicas, que incluem, além da BIREME, também as plataformas LILACS e SciELO, entre outras. Packer destacou que as produções científicas brasileiras estão aumentando gradativamente em todos os níveis (nacional e internacional) e ganhando visibilidade, embora algumas barreiras ainda devam ser superadas, como o idioma, por exemplo. No entanto, segundo ele, o Brasil encontra-se em uma posição privilegiada no que diz respeito ao acesso equitativo da informação. Além disso, sendo o Portal parte de um processo de ampliação e democratização de acesso, Packer afirma que a integração entre bibliotecas e redes de divulgação científica acarretará uma ampliação da oferta, levando a resultados coletivos e ao bem público. O acesso ao Portal de Revistas também pode ser feito pelo Portal Rede de Informação e Conhecimento (ses.sp.bvs.br), que reúne a base de dados dos trabalhos científicos produzidos nas 13 instituições de pesquisas da Secretaria, além dos bancos tradicionais de pesquisa internacionais. Núcleo de Comunicação Técnico-Científica
http://periodicos.ses.sp.bvs.br
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Material bilbiográfico e educativo Material Bibliográfico - Classificação de Risco dos Agentes Biológicos
Ministério da Saúde disponibiliza a 2ª edição (atualização) da publicação Classificação de Riscos Biológicos através do link: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_2ed.pdf Mensagem encaminhada pela colega Jacqueline
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
XIII ENCONTRO ESTADUAL DE PROFISSIONAIS EM CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR TEMA CENTRAL - PREVENÇÃO E CONTROLE DAS INFECÇÕES HOSPITALARES FRENTE AS NOVAS DEMANDAS Público Alvo: Médicos, Enfermeiros, Téc.Enfermagem, Farmacêuticos, Biólogos, Microbiologistas e profissionais afins. 27/05/2010 - Pavilhão João Lyra Filho - Auditório 13 bloco F - UERJ 09:00h - Credenciamento e Entrega de Material 10:00h. - Abertura 10:15h - A IMPORTÂNCIA DO PROCESSO DE VALIDAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO, NA INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO DE SÍTIO CIRÚRGICO. Moderador: Enfª Silvia Cristina Carvalho - Diretora do Núcleo de Vig. Hospitalar da SESDEC Palestrante: Maria de Fátima Vinchon Ramalho - Enfermeira Hosp.Univ.Pedro Ernesto - CME 11:00h. COFFE BREAK 11:30h. - CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR NA TERAPIA DIALÍTICA. Moderador: Drª Rosimeire Bernardes da Cunha Silva - CECIH/SESDEC
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/>Palestrante: Cristiane Rosa -Médica Infectologista Coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da CDR-RJ e CNL-Niterói 12:30 h. PROCESSO DE LIMPEZA E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NA PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES Moderador: EnfªAndréa Machado - CECIH/SESDEC Palestrante:Carla Assad - Coord.de Limpeza e Desinfecção de Superfícies e Gestão de Resíduos da COMLURB 13:30 h. ALMOÇO 14:30h. - MECANISMOS DE RESISTÊNCIA MICROBIANA Moderador: Francisco José de Almeida Oliveira - Sanitarista CECIH/SESDEC Palestrante: Alberto Chebabo - Médico Infectologista Hosp.Univ.Clementino Fraga Filho 15:30 h - USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS Moderador: Rosimeire Bernardes da Cunha Silva - Infectologista CECIH/SESDEC Palestrante: Magda Conceição de Souza - Médica Infectologista do Hosp.Geral de Bonsucesso e Rede D'or 16:30- PREVENÇÃO DAS INFECÇÕES HOSPITALARES NO PRÉ HOSPITALAR MÓVEL DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA Moderador: Enfª Andréa Machado-CECIH/SESDEC Palestrante: Gustavo Emílio Campos - Coord. Médico do SAMU da Metropolitana II 17:30 h - ENCERRAMENTO
VAGAS LIMITADAS!!!
Caso desejem participar, favor enviar um e-mail para nvh@saude.rj.gov.br informando:
Nome completo: Cargo: Profissão: Conselho: Registro: Local de trabalho:
Grata,
Comissão Organizadora
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Atualmente existe muitos hospitais que não mais utilizam-se do Pro-pé em Centro Cirurgico.
Pergunto: Quais são os respaudos legais perante a legislação? Como fica a questão dos calçados? É utilizado algum calçado especial para esta finalidade ou não?
Obrigado pelo Apoio.
Flávio Leal Eng° Seg.
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Alguém tem algum artigo ou norma, manual que explicitem a questão do uso de esmaltes na área de saúde? Tanto pela questão técinica, como pela questão de estética (cores escuras)? Clayton Soares
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Eu sei que vcs não falam muito de vacinas, pelo menos eu não tenho lido informações aqui sobre isso. Mas gostaria de pedir ajuda. Eu sou enfermeira e trabalho com vacinas, aconteceu um equivoco em meu trabalho, uma funcionária aplicou a vacina quadrivalente da HPV e a Meningogócica tipo C no mesmo dia em membros diferentes. Eu não li nenhum estudo que comprove a interação das vacinas ou atrapalhe a imunidade delas. A questão é que estou em dúvida quanto a isso. Alguém tem conhecimento sobre essa questão? A gradeço,
Priscila Alencar
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - RJ
II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro I Fórum de Enfermagem em Infectologia 25 a 28 de agosto de 2010 - Windsor Barra Hotel Inscrições e Informações: www.infectologiario.com.br Prazo de envi dos trabalhos científicos: 11 de junho de 2010
"Palavra do Presidente A realização do II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro é um marco para consolidação de um projeto que os infectologistas do Rio de Janeiro já mereciam há muito tempo. Após o sucesso do nosso I Congresso em 2008, das reuniões científicas pelo Estado do Rio de Janeiro e do Fórum de Infectologia em Campos em 2009, programamos com muito cuidado e dedicação o II Congresso de Infectologia do Estado do Rio
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de Janeiro. A programação científica, coordenada pelo Prof. Walter Tavares, com auxílio de infectologistas atuantes e experientes, está constituída por conferências, mesas redondas e apresentação de trabalhos científicos e conta com a participação de palestrantes renomados, professores universitários e chefes de serviço, num ambiente que dará espaço para revisão de conceitos e troca de experiências. Com a realização deste II Congresso de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro, passa este evento a fazer parte de nossa agenda científica regular. Assim, estaremos criando mais um importante espaço para que se divulgue trabalhos e experiências e se traga debates da atualidade, que favoreçam a encontros e multipliquem idéias. Acreditamos no crescimento da SIERJ e da SBI como forma associativa para fortalecer o especialista e a especialidade, ampliando o acesso à informação e organizando a Sociedade para uma atuação mais participativa nas questões técnicas e políticas das doenças infecciosas em nosso país. Obrigado a todos que trabalham na SIERJ e pela SIERJ. Obrigado a todos que trabalham para realização deste Congresso. Obrigado a Samuel Kierszenbaum, presidente da SIERJ nas duas últimas gestões, que acreditou na Sociedade e soube ousar para darmos um salto de qualidade. Desejo um ótimo Congresso a todos! Mauro Treistman Presidente do Congresso"
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não biológicos - Mercúrio
Mensagem encaminhada pelo colega Gustavo
"ONGs pedem que Anvisa proíba termômetros de mercúrio Publicidade da Reportagem Local Um petição assinada por 38 entidades das áreas de saúde e meio ambiente foi protocolada nesta quarta-feira no gabinete do presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) exigindo que o órgão proíba a fabricação, comércio e uso de termômetros com mercúrio. A petição cita considerações do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) favoráveis ao banimento do mercúrio. As entidades também se basearam nos resultados de uma pesquisa financiada pelo Ministério do Meio Ambiente alemão sobre a presença do material em países em desenvolvimento. No Brasil, segundo a pesquisa, 83% dos hospitais e consultórios ainda utilizam termômetros
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de mercúrio, apesar dos profissionais reconhecerem que o material oferece riscos à saúde. Zuleica Nycz, coordenadora da Apromac (Associação de Proteção ao Meio Ambiente de Cianorte-PR) e uma das responsáveis pela pesquisa no Brasil, considera "um contrasenso ser possível comprar um termômetro de mercúrio e levar para casa. Quando ele quebra as crianças brincam com as bolinhas, mas deveria ser tratado como uma emergência química, pois os danos são permanentes". A petição sugere a criação de um programa de recolhimento dos termômetros e subsídios para baratear os materiais alternativos, hoje mais caros. A Anvisa não confirmou a entrega da petição, e aguardava resposta da área técnica para se posicionar sobre a legislação envolvendo o mercúrio. "
"19/05/2010 - 10:15 (atualizada em 19/05/2010 10:18) No Dia Mundial das Hepatites entenda a diferença entre os tipos A, B e C Entre as consequência da doença está a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas
Cuidados com a higiene previnem a hepatite A ou "do viajante" Mais conhecida como Amarelão, a hepatite é atualmente uma das doenças de maior incidência no mundo. Por isso, dia 19 de maio é o dia da luta contra este problema. "A hepatite consiste na inflamação do fígado, de maneira que compromete suas funções e provoca algumas anormalidades", afirma Paulo Abrão Ferreira, coordenador do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Bandeirantes, do Grupo Saúde
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Bandeirantes, em São Paulo, e do ambulatório de infectologia da UNIFESP. Entre as anormalidades, destaque para a icterícia, que é o acúmulo de bilirrubina - pigmento esverdeado usado pelo fígado para produzir bile e ajudar na digestão de gorduras e funcionamento do intestino -, o qual faz com que a pele e as mucosas fiquem amareladas. Assim, quando a pessoa está com hepatite ocorre uma dificuldade de metabolização e eliminação da bile para o intestino. Alimentos funcionais ajudam a melhorar a saúde Dicas de saúde, fitness e nutrição Outra consequência da doença é a dificuldade na eliminação de substâncias tóxicas e na fabricação de proteínas. Além disso, a hepatite, ao longo dos anos, pode dar origem à cirrose, estágio final da inflamação no fígado que destrói as células, forma fibrose (tecido de cicatrização que não tem a função das células saudáveis), nódulos (outra tentativa frustrada do organismo para realizar as funções das células sadias) e impede que o sangue circule livremente pelo fígado. São vários fatores que podem causar a doença, o que faz com que o tratamento e as consequências variem de acordo com cada caso. "A hepatite pode ser autoimune, no caso do sistema imunológico classificar seus próprios tecidos como estranhos, atacando-os para destruí-los; também pode ser causada por ingestão exagerada de álcool, medicamentos e drogas, visto que é no fígado que essas substâncias são processadas; ou pode ser viral (adquirida através de vírus)", diz o infectologista. As hepatites virais, as mais comuns, são classificadas em A, B e C. A do tipo A, conhecida como hepatite do viajante, é transmitida por via oral devido a ingestão de água e alimentos contaminados, no caso de contato com as fezes humanas, sendo comum quando o saneamento básico é precário. Para evitar a contaminação existe vacina apropriada. Quando adquirida, os sintomas começam a aparecer após cerca de 30 dias, sendo que os iniciais são mais amenos, como fadiga, o mal-estar, falta de apetite, náuseas, vômitos, febre baixa, desconforto na região do abdômen e diarréia. Em 60% dos adultos e em 25% das crianças é comum a icterícia. Não é considerada uma hepatite grave e seu índice de mortalidade é muito baixo. Não há um tratamento específico, de maneira que a melhor forma de evitá-la é através da higiene e da vacinação. Já a hepatite B é transmitida sexualmente ou via sangue (transfusão e uso de drogas ilícitas), agulhas, materiais cortantes contaminados como na colocação de piercings e no processo de realização de uma tatuagem, em tratamentos dentários, alicates de manicures e até mesmo em sessões de depilação. "A doença pode se tornar crônica em 15% dos casos, sendo que dessa porcentagem cerca de 25% a 40% podem evoluir para a cirrose", revela Ferreira. Seus sintomas se aproximam da hepatite do tipo A e podem ser manifestados após um período de 90 dias. Como prevenção da doença recomenda-se o uso de preservativo nas relações sexuais assim como materiais cortantes e agulhas esterilizadas ou descartáveis. Também são indicadas as três doses da vacina de hepatite B e reforço a cada 10 anos. A hepatite C, considerada pela Organização Mundial de Saúde o maior problema de saúde pública, é a responsável pela maioria dos transplantes hepáticos, já que se estima que 3% da população mundial esteja contaminada, atingindo níveis dez vezes maiores no continente africano. Essa transmissão, que ocorre mais facilmente do que a AIDS, geralmente acontece através de acidentes profissionais, transfusão de sangue e injeção compartilhada de drogas ilícitas de pessoas que têm o sangue ou secreção contaminados pelo vírus HCV. Diferente dos sintomas das hepatites A e B, a maioria dos casos de hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, quando eles se manifestam, são muito leves. "O alerta para a doença se faz necessário, visto que mais de 80% das pessoas contaminadas chegam a desenvolver hepatite crônica e só descobrem o problema através de exames pedidos por outros motivos", complementa. Todos os indivíduos que já apresentaram fatores de exposição ao vírus devem solicitar ao médico que peça o exame específico para o diagnóstico, pois a doença tem um longo período sem sintomas. Em alguns casos, a doença aflora e é percebida décadas após a contaminação, através das complicações: cirrose em 20% e câncer de fígado em 20% dos casos com cirrose. Por isso, a prevenção é imprescindível e pode ser feita com o uso de materiais cortantes esterilizados ou descartáveis, pois não existe vacina para a hepatite C. "O período de incubação do vírus da hepatite C é de 45 dias. Esta doença tem tratamento com interferon peguilado e ribavirina, com chance de cura completa em cerca de 50% dos casos. Possuem melhores respostas ao tratamento os pacientes com idade inferior a 40 anos, do sexo feminino, mais magros", finaliza o infectologista. É fundamental a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado das hepatites para evitar complicações futuras. "