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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Vacina
Alerta da Fiocruz com o modo de produção e testagem da vacina. Importante saber. Mensagem encaminhada pela colega Flávia
Fiocruz Pressa na produção da vacina contra Influenza A (H1N1) pode oferecer riscos à saúde 13/08/2009 - http://www4.ensp.fiocruz.br/visa/noticias/noticia.cfm?noticia=1926 A emergência no desenvolvimento de uma vacina eficaz contra o vírus da gripe A (H1N1) pode acarretar na supressão de importantes fases de testes que avaliam a segurança do imunizante. Além disso, o procedimento usado no desenvolvimento da vacina contra a atual pandemia de influenza pode trazer riscos de câncer aos indivíduos. O alerta foi feito por Wolfgang Wodarg, respeitado especialista em saúde pública da Alemanha e membro da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu. Para o pneumologista, os testes
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clínicos estão sendo realizados através de métodos rápidos mas pouco testados, num período muito mais curto do que o habitual - um ano. O processo usual na produção de imunizantes é concebido através da cultura em ovos de galinha. O método é seguro mas lento porque cada ovo fornece uma dose. A preocupação de Wodarg tem como alvo a vacina produzida pelo laboratório Novartis, desenvolvida por cientistas da Universidade de Marburg, na Alemanha, e é baseada no uso de cultura de células cancerosas de animais. Com esta técnica, é possível fazer em uma semana cerca de cinco milhões de doses. O processo de testagem começou há duas semanas, e Wodarg afirma que na correria para disponibilizá-la será apenas possível saber se ela causa alergias. Para investigar o risco de câncer, é preciso tempo. - As células estão infectadas com o vírus. A técnica é mais rápida porque esse tipo de célula se multiplica muito, e depressa, o que acelera a produção de doses. Mas se houver impureza, essas células poderiam causar câncer. Precisamos descartar esse risco. O diretor do Instituto de Virologia da Universidade de Marburg e chefe da equipe que desenvolveu a vacina da Novartis, Stephan Becker, defende o método utilizado e admite os riscos, mas afirma ser "a única forma de obter milhões de vacinas numa pandemia". Além da Novartis, outros laboratórios também estão se mobilizando no desenvolvimento de uma vacina, como a GlaxoSmithKline, Sanofi-Pasteur e CSL. No Brasil, a Fundação Instituto Butantan recebeu a cepa do vírus H1N1 para a produção de uma vacina. Segundo o presidente da instituição, Isaías Raw, a cepa foi enviada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e serão fabricadas, inicialmente, 30 milhões de doses. A inteção é distribuir a vacina em janeiro de 2010. O Ministério da Saúde também negocia com o Sanofi-Pasteur a importação de 17 milhões de doses. Especialistas enxergam a corrida na produção de vacinas como uma forma de alimentar interesses dos grandes laboratórios. No ano de 1976, a tentativa de imunização às pressas nos Estados Unidos contra uma possível pandemia de influenza H1N1 causou mais transtornos do que benefícios. Milhares de pessoas desenvolveram reação vacinal e houve vários relatos de síndrome de Guillain-Barré, doença rara que afeta os nervos. Enquanto as dicussões a respeito da segurança das vacinas contra o H1N1 acontecem, a gripe suína vem gerando lucros exorbitantes às receitas do laboratório Roche, responsável pela comercialização do Tamiflu. Desde o surgimento da doença em abril, a compra do medicamento triplicou, alcançando cerca de US$ 930 milhões em vendas em farmácias e estoques feitos por governos no mundo inteiro. Uma projeção divulgada pela Roche estima que o Tamiflu alcance quase US$ 2 bilhões de dólares em vendas até o fim do ano.
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Limpeza/Higienização
Bom dia colegas, Venho mais uma vez solicitar a preciosa colaboração de vocês. Estamos implantando os procedimentos de limpeza em um hospital do câncer. Gostaria que vocês me ajudassem informando quais os procedimentos nas áreas de quimioterápicos e radioterapia nos processo de limpeza e higienização. Sei que há um alto risco nas excretas, fluídos e etc, e faz-se necessário os epis diferenciados nessas áreas. Desde já agradeço a nobre colaboração de todos. abraços Anny
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Conceitos e condutas gerais Condutas - Acidentes de trabalho
Boa tarde.
Gostaria da orientação de vocês quanto ao registro de acidentes de trabalho. Trabalho em uma instituição que tem um grande índice de acidentes, muito disto se deve a pressão das coordenações dos setores. A norma interna da empresa rege que deve-se apresentar duas testemunhas para situações ocorridas nas suas instalações, e para acidentes de trajeto apresenta-se o B.O. Em uma ocorrência recente a coordenadora da segurança informou que as testemunhas não precisam ter presenciado o fato, e sim o acidentado deve apresentar duas pessoas; uma que o tenha visto antes da ocorrência - ainda bem - e outra que o viu machucado.
Existe alguma brecha na lei que realmente respalde esta atitude?
Muito grata.
Laís Santos
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - MS
A NR32 e um programa para a prevenção de acidentes com perfurocortantes I. CURSO: A NR 32 e um programa para a prevenção de acidentes com perfurocortantes. II. OBJETIVO: Aprofundar os conhecimentos sobre a implantação e a fiscalização da NR 32, oferecendo subsídios técnicos para implantação de um programa de prevenção a acidentes com perfurocortantes. III. CONTEÚDOS: Agentes ambientais abordados na NR 32 e formas de prevenção a estes riscos, implantação de um sistema de gestão para a prevenção dos acidentes com perfurocortantes, dificuldades encontradas e possíveis soluções na implantação desse sistema, fiscalização da NR 32, hepatites B e C, AIDS e tuberculose, suas epidemiologias, formas de prevenção, profilaxias pós-exposição e tratamento, sistemas de notificação e vigilância de doenças
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infecciosas ocupacionais. IV. PÚBLICO-ALVO: Trabalhadores da saúde, profissionais de SST que trabalhem no setor saúde, fiscais do trabalho e da vigilância sanitária que atuem na área, profissionais que trabalhem nos CERESTs V. NÚMERO DE VAGAS: 100 VI. MINISTRANTES: 1. Érica Lui Reinhardt - Bióloga, Mestre em Biotecnologia pela USP - Pesquisadora do CTN/Fundacentro - Membro da CTPN e CTPR/SP da NR 32; 2. Guilherme Côrtes Fernandes - Médico infectologista da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Coordenador do Projeto Riscobiologico, Coordenador do PARBOS (Protocolo de Atendimento ao Risco Biológico Ocupacional e Sexual) do Programa Municipal de DST/AIDS de Juiz de Fora; 3. Antônio Carlos Ribeiro Filho - Médico do trabalho - Auditor fiscal da GRTE/Juiz de Fora e membro da CTPN da NR 32. VII. PERÍODO / HORÁRIO: 24 e 25 de setembro de 2009 Das 8h30 às 17h30, com intervalo para almoço. (Obs.: ao final haverá o sorteio de cursos on-line, relacionados ao tema, para 5 pessoas) VIII. CARGA HORÁRIA TOTAL: 16 horas IX. LOCAL DO CURSO: Sindicato dos Trabalhadores da Construção Rua Maracaju, 878 - Centro Campo Grande, MS X. TAXA DE INSCRIÇÃO: Uma lata de leite em pó para doação a entidade assistencial, a ser entregue no local do evento. XI. INFORMAÇÕES: 8h às 12h e 13h às 17 h Fone: (67) 3321-1103 - Fone/fax 3321-2486 E-mail: erms@fundacentro.gov.br XII. INSCRIÇÕES: Por e-mail ou fax (acima). XIII. CERTIFICADO: Será concedido Certificado ao participante com freqüência integral às atividades programadas.
[ Riscobiologico.org - Folder disponibilizado em www.riscobiologico.org/lista/20090901.pdf ]
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Laboratórios clínicos e de pesquisa Laboratório - Equipamentos de Proteção Individual/Barreira
BOM DIA
GOSTARIA DE INFORMAÇÕES DE BOAS PRATICAS EM LABORATORIO DE ANALISE CLINICAS QUANTO AO USO DE EPI, RECEBIMENTO DE AMOSTRA, TAMBEM ESTOU COM UMA DUVIDA QUANTO AO USO DA TOCA EM QUE MOMENTO E MAIS APROPRIADO E TAMBEM A RECEPÇÃO O USO DA LUVA E INDICADO PARA RECEBIMENTO DA AMOSTRA.
DESDE JA AGRADEÇO
ROGERIO SILVA
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - AL
XVI Congresso Brasileiro de Infectologia 18 a 21 de outubro Maceió - Alagoas A inscrição de trabalhos científicos continua aberta ! Áreas temáticas: HIV/AIDS, Hepatites Virais, Dengue, Febre Amarela, Outros vírus, Infecções bacterianas, Tuberculose, Infecção hospitalar, Infecção em imunodeprimido, DST, Infecções fúngicas, Malária, Leishmaniose, Doença de Chagas, Outras parasitoses, Outros temas relacionados à Infectologia Os trabalhos deverão ser submetidos somente através do site www.infectologia2009.com.br http://www.infectologia2009.com.br . Não serão aceitos trabalhos encaminhados por outras vias. O apresentador de trabalho científico acolhido deverá estar inscrito no Congresso. Realização: Sociedade Alagoana de Infectologia Sociedade Brasileira de Infectologia
Aproveite ! No dia dos cursos pré-congresso (18 de outubro) será realizado o Encontro Nacional do Projeto Riscobiologico.org - para maiores informações, acesse: http://www.riscobiologico.org/pagina_basica.asp?id_pagina=247
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Conheço várias bibliografias que orientam que a limpeza terminal deve ser realizada após cada alta, óbito ou transferência do paciente, independente do diagnóstico. Mas na instituição que eu trabalho atualmente, não está sendo feito assim e só irá mudar se houver alguma lei ou RDC ou portaria do Ministério da Saúde ou Anvisa. Já enviei vários e-mails para Anvisa, e não recebí resposta de nenhum... Sei que deveria prevalecer o bom senso mas, aguém pode me ajudar nessa questão?
Att,
Almeida
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Centro Cirúrgico e CME Cirurgias - Aquecimento de soro
Sou enfermeira responsavel por um centro cirurgico, em um hospital particula, em que se utiliza muito soro fisiologico morno para lavagem de cavidade abdominal e toracica. Gostaria de saber se existem realmente um protocolo que proiba a utilização de mergullhão. Se existe, onde posso encontrar, para que eu possa entragar ao meu Diretor e ainda, qual a alternativa para aquecimento dos soros fisiologico? E para o aquecimento de agua para o banho dos pacientes em sala de recuperção e UTI?
Aguardo anciosa por alguma resposta.
Tania de Paula
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Desinfecção - Hipoclorito de Sódio
Prezados colegas gostaria de saber qual o nível de desinfecção pode ser realizado utilizando hipoclorito de sódio para materiais hospitalares, qual a concentração indicada, diluição, como dever ser feita, tempo que a solução é válida após inicio do uso(diluição ou imersão dos materiais), processo de enxague, secagem, como devem ser embalados os materiais, e por quanto tempo poderam ser amazenados após desinfecção.
Juliana Cardoso Rabêllo. Enfermeira Franca S.P
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - RJ
PREZADOS COLEGAS, APROVEITAMOS A OPORTUNIDADE PARA DIVULGAR O NOSSO IV CURSO: BIOSSEGURANÇA EM UNIDADES DE SAÚDE DO CEA/HSE - RJ (PARA NÍVEL SUPERIOR) EM PARCERIA COM O MINISTÉRIO DA SAÚDE Período: SETEMBRO/2009 - 02/09/09 à 30/09/9 Dia: TODAS ÀS 4as. FEIRAS TEMAS - Conceito de Risco: Tipos de risco, Mapa de Risco; VISA - Risco biológico e níveis de contençãoPercepção e avaliação de risco em Laboratório - Fundamentos de Biossegurança: Conceituação, histórico, legislação. - Gerenciamento de Resíduos Hospitalares - Biossegurança Hospitalar face às doenças infecciosas. Precauções I. Proteção contra doenças de transmissão respiratória - Dimensões Psicossociais da Biossegurança em Hospital - Proteção contra doenças transmitidas por líquidos biológicos (HIV, HBV, HCV) - Acidentes com material biológico - Imunizações em profissionais de
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saúde - Qualidade em Biossegurança Hospitalar. - Vigilância em Saúde do Trabalhador no ambiente hospitalar - Biossegurança Hospitalar face às doenças infecciosas. Precauções II. Inscrição / Informações: CEA - HSE Tel.: 2253-6462 (r.3025 / 3026) ou 2291 - 3131 (R. 3025 / 3026) Duração: 40 horas Horário: 8h30 às 12:30h 13h30 às 17:00h Público-alvo: Profissionais de saúde de NÍVEL SUPERIOR Local: Auditório III - CEA/HSE Rua Sacadura Cabral, 178 - Saúde Prédio dos Ambulatórios: 5º Andar - Taxa de Inscrição: R$ 70,00
Coordenação: Paulo Starling - IEISS Organização: Jacqueline Menezes - HSE
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