Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Recomendação / Ministério da Saúde
Segue abaixo recomendação do Ministério da Saúde divulgada hoje. Equipe Riscobiologico.org
Informe 23/06/2009, 18h49 - http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=10347 CASOS NO BRASIL 1.1 - O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 94 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1): 50 em São Paulo, 17 em Minas Gerais, 13 no Rio de Janeiro, quatro em Santa Catarina, dois na Bahia, dois no Espírito Santo, dois no Paraná, um em Alagoas, um em Goiás, um no Rio Grande do Sul e um em Sergipe. 1.2 - Com os novos casos, o total acumulado de confirmados no país chega a 334. PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo
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com esses pacientes. 1.3 - Do total de casos confirmados, dois pacientes do Rio Grande do Sul estão internados. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, com apoio do Ministério da Saúde, acompanha a evolução do quadro clínico dos pacientes. Os dois casos foram infectados no exterior. 1.4 - O Ministério da Saúde acompanha, ainda, 218 CASOS SUSPEITOS no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial. 1.5 - Além disso, 656 casos foram DESCARTADOS, até o momento (veja tabela abaixo). 1.6 - Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 17h desta terça-feira. TODOS OS CASOS IDENTIFICADOS APÓS ESSE HORÁRIO SERÃO CONTABILIZADOS NO DOCUMENTO DO DIA SEGUINTE. RECOMENDAÇÕES PARA VIAJANTES Diante da situação epidemiológica atual da influenza e considerando: a) o período de férias escolares; b) o início do inverno no Hemisfério Sul; c) o aumento do fluxo de viajantes para os países com transmissão sustentada (Estados Unidos, México, Canadá, Chile, Argentina e Austrália); d) o aumento de casos importados no Brasil; o Ministério da Saúde recomenda que: - Crianças menores de dois anos, idosos, gestantes, pessoas imunodeprimidas, diabéticos, cardioapatas, pneumopatas e renais crônicos adiem viagens para estes países, caso seja possível, tendo em vista que estas pessoas apresentam maior risco de desenvolver as formas graves da doença. - Se não for possível adiar a viagem, o Ministério da Saúde recomenda que sejam adotadas as medidas de prevenção disponíveis no site www.saude.gov.br
MS recomenda adiar viagens ao Chile e Argentina "A recomendação é especialmente direcionada para idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recomendou hoje (23), em São Paulo, que idosos com 60 anos ou mais, crianças com até dois anos de idade e pessoas com baixa imunidade adiem viagens ao Chile e à Argentina para prevenir infecções pelo vírus Influenza A (H1N1). De acordo com o Ministro, a recomendação foi definida com base em critérios epidemiológicos, uma vez que há grande número de casos da nova gripe no Brasil de pessoas que voltaram de viagem a esses dois países. Como se trata de uma recomendação, ela pode vir a ser estendida a outros países com quadros semelhantes aos do Chile e da Argentina. Temporão ressaltou que não o Ministério da Saúde não determinou a proibição de viagens para países afetados pela influenza A (H1N1). Segundo ele, deve haver "prudência e bom senso nesse momento", uma vez que as férias estão chegando, o que aumenta a circulação de turistas brasileiros em países com casos confirmados da doença. "Essa é uma medida adicional e de prevenção", afirmou o Ministro. "No Brasil, não há transmissão sustentada, mas todos os casos autóctones têm vinculo com infecção contraída fora do país". REFORÇO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) anunciou ontem (22), novas medidas para reforçar a vigilância em portos e aeroportos de todo o país, devido ao aumento do número de casos de Influenza A (H1N1) em países vizinhos do Brasil. Para isso, o país vai aumentar o alerta em todas as entradas do país para detectar, diagnosticar e encaminhar para tratamento casos de pessoas suspeitas de estarem infectadas pelo vírus. O anúncio foi feito pelo diretor de Portos, Aeroportos e Fronteiras da ANVISA, José Agenor Álvares da Silva, durante a reunião diária do Gabinete Permanente de Emergências de Saúde Pública (GEI), ocorrida na sede do Ministério da Saúde. A seguir, as principais medidas anunciadas pela ANVISA: 1 - A adoção da Declaração de Saúde do Viajante (DSV), harmonizada entre os Estados Partes do Mercosul, para monitoramento de todos passageiros que chegam ao país. A declaração vai permitir um acompanhamento mais rápido dos passageiros. 2 - A apresentação do documento será obrigatória para a entrada no país. O formulário será distribuído dentro do meio de transporte e deverá ser apresentado por cada passageiro, inclusive as crianças, cujos pais serão responsáveis pelos dados. 3 - Foram impressos 500 mil formulários que estão sendo distribuídos nos portos, aeroportos e áreas de fronteiras. O tempo médio de preenchimento do documento é de cinco minutos. 4 - As companhias aéreas serão obrigadas a fornecer a lista de passageiros junto com a Declaração Geral da Aeronave no momento da chegada do avião. 5 - Remanejamento de funcionários para fortalecer o controle nos postos de fronteiras com países da América do Sul e no aeroporto Internacional de Guarulhos. 6 - Todas as medidas adotadas anteriormente continuam em vigor. "
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Comunicado SES-SP
Segue abaixo comunicado da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Equipe Riscobiologico.org
SES-SP - http://www.saude.sp.gov.br/content/muvipojusl.mmp "A Secretaria de Estado da Saúde decidiu recomendar que as pessoas evitem viajar para a Argentina e o Chile em razão do risco de contágio pelo vírus da gripe A H1N1, popularmente conhecida como gripe suína. A recomendação também é válida para os demais países da América do Sul que registram transmissão da doença. A pasta enviou comunicado sobre a medida nesta terça-feira, 23 de junho, ao Ministério da Saúde. Há restrição especial para mulheres grávidas, pessoas imunodeprimidas (como pacientes com câncer e em tratamento de Aids, por exemplo), crianças menores de dois anos e idosos com 60 anos ou mais. Essas pessoas
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deverão evitar ao máximo se deslocar para outros países da América do Sul onde há transmissão da doença, pois o risco de terem complicações em decorrência da infecção pelo vírus da nova gripe é maior nestes grupos populacionais. Balanço da Secretaria de Estado da Saúde aponta que 40% dos 116 casos de gripe A H1N1 registrados no Estado de São Paulo até o dia 22 junho foram de pacientes que se infectaram durante viagem para a Argentina. Outros 15,5% dos pacientes adquiriram a doença nos Estados Unidos. O Chile responde por 5,1% dos casos da gripe entre os paulistas, e o Canadá, por 2,5%. Os demais países apontados como locais prováveis de infecção foram França, Inglaterra, México e Uruguai. Segundo o estudo da Secretaria, a idade média dos pacientes contaminados é de 27 anos, e a faixa etária predominante é entre 21 e 30 anos, representando 31% dos casos, seguida pela faixa de 31 a 40 anos, que respondeu por 15,5% do total. Do total de casos confirmados, 54,3% são do sexo masculino. Atualmente, São Paulo registra 149 casos confirmados de influenza A e há outros 69 pacientes sob suspeita de terem contraído o vírus. O sintoma mais comum apresentado pelos pacientes foi febre, presente em cerca de 90% das ocorrências, seguido de tosse, manifestada em mais de 80% dos casos. Outros sintomas apontados foram mialgia (dor muscular), coriza, odinofagia (dor ao engolir), artralgia (dor nas articulações), dor de cabeça e falta de ar. Todos os pacientes com o vírus da nova gripe evoluíram para a cura. Até o momento não há registro de óbitos relacionados à doença."
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não-biológicos - Exposição a produtos químicos
Bom dia vejam se vcs podem me ajudar a entender uma coisa
Não trabalho no setor de segurança do trabalho e sim na CCIH mas outro dia me pediram para opnar no PPRA que o hospital esta desenvolvendo equipe da CIPA e fiquei na dúvida de uma colocação: Considerou-se todos os funcionários do hospital com execeção de administrativos como expostos a riscos químicos . o Argumento foi embora não manipulem em sua maioria os funcionários são expostos aos produtos de limpeza (ao cheiro dele). Achei estranho mas não falei nada, será que esta certo, não estariam expostos somente os que manipulam produtos químicos (farmácia, colaboradores da limpeza)?
Grata Luísa
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acido peracetico 5% Tenho o produto para uso em desinfecção na area de hemodialise, gostaria de saber se posso usar para desinfecção de nebulizadoresd e qual a diluição que devo fazer para utilizar. Obrigada Mensagem encaminhada pela colega Paula
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Mutação
Prezados,
Alguém saberia me informar sobre o significado da mutação do A ( H1N1 ) detectada hoje em SP pelo Adolfo Lutz ? O pequeno artigo a que tive acesso na rede ( acho que foi no MedStudent, desculpem não colocar a fonte, fui "abrindo vários links até o registro " e o perdi ) informa que a mutação " não representa maior risco de agressividade do virus" . Informa também que "a mutação detectada diz respeito à capacidade de infectividade do vírus " ( Mas não informa se pode ser responsável por aumento da infectividade do mesmo ).
Saudações cordiais a todos
Erica F. Hausmann Médica do Trabalho - Transpetro
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Casos entre trabalhadores da saúde
Prezados colegas, Encaminhamos o link de interessante artigo da MMWR sobre os casos de Influenza A (H1N1) entre trabalhadores da saúde nos EUA., publicado na edição de 19 de junho. Novel Influenza A (H1N1) Virus Infections Among Health-Care Personnel - United States, AprilMay 2009 http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm5823a2.htm?s_cid=mm5823a2_e
Cristiane Rapparini Equipe Riscobiologico.org
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Legislação e normatizações Consulta Pública - Serviços de Processamento de Produtos para Saúde
Prezados Colegas do Risco Esta semana saiu uma nova consulta pública na ANVISA, eu dei uma olhada nos e-mails da lista e não a vi. Como acho de suma importância a colaboração dos profissionais desta lista para esta consulta pública encaminho o link. Se alguém já tiver encaminhado a informação desculpem. Encontra-se disponível para contribuições a consulta pública nº 34, sobre o processamento de produtos para a saúde: http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/CP/CP[26720-2-0].PDF Abraços Liliana Junqueira de P. Donatelli
Legislação e normatizações Legislação - Fator Acidentário de Prevenção
Nova metodologia do FAP entra em vigor em 2010 Conselho de Previdência aprova mecanismo para prevenir acidentes Da Redação (Brasília) - O Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) aprovou, na quarta-feira (27/05), a nova metodologia do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), mecanismo adotado pela Previdência Social para aumentar ou diminuir as alíquotas de contribuição das empresas ao Seguro de Acidente de Trabalho (SAT), em função dos índices de acidentalidade. As novas regras do fator já podem entrar em vigor a partir de janeiro de 2010. Para que isso aconteça, o governo federal deve publicar decreto até o dia 30 de setembro, com o cronograma de implementação do novo FAP. Previsto inicialmente para entrar em vigor em janeiro de 2009,
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o fator foi adiado para o ano que vem por decisão do governo, que reformulou e aperfeiçoou nesse período a metodologia de reenquadramento das alíquotas. Criado pela Lei n° 10.666/2003, o FAP tem como objetivo incentivar a melhoria das condições de trabalho e da saúde do trabalhador, estimulando individualmente cada empresa a implementar políticas mais efetivas de saúde e segurança no trabalho, para reduzir a acidentalidade. O diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, Remigio Todeschini, destaca que a aprovação da nova metodologia do fator acidentário tira dos cidadãos a responsabilidade de arcar com o custo dos acidentes devido às condições insalubres e inadequadas oferecidas por alguns segmentos econômicos. "É mais uma ação do governo para avançar na cultura da prevenção acidentária", conclui. O que é - O fator acidentário, por empresa - que será recalculado periodicamente, - é um multiplicador a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% incidentes sobre a folha de salários, para financiar o SAT, a partir da tarifação coletiva por atividade econômica. O FAP varia de 0,5 a 2,0 pontos percentuais, o que significa que a alíquota de contribuição da empresa pode ser reduzida à metade ou dobrar. Com o aperfeiçoamento da metodologia, o aumento ou a redução do valor da alíquota obedecerá a novos parâmetros e critérios no cálculo da quantidade ou frequência, gravidade e o custo dos acidentes em cada empresa. A partir de janeiro de 2010, as empresas com mais acidentes e acidentes mais graves passarão a contribuir com um valor maior, enquanto as empresas com menor acidentalidade terão uma redução no valor da contribuição. Os novos critérios garantem mais justiça na contribuição do empregador e equilíbrio atuarial. Novos critérios - A nova metodologia, para o cálculo do fator acidentário, leva em consideração a acidentalidade total da empresa, com a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e todos os nexos técnicos sem CAT, incluído todo o Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) a partir de abril de 2007. Pela nova metodologia, são atribuídos pesos diferentes para as acidentalidades. A pensão por morte e a aposentadoria por invalidez, por exemplo, têm peso maior - cada uma com pesos diferenciados - que os registros de auxílio-doença e auxílio-acidente. Outra mudança foi a criação das travas de taxas de mortalidade e de rotatividade. Na prática, a trava da taxa de mortalidade significa que as empresas que tiverem índices de mortalidade acima da média nacional não terão redução na alíquota do SAT. Aquelas com óbitos ou invalidez permanente não receberão os bônus do FAP. Mas se houver investimento comprovado em melhoria na segurança do trabalho, com acompanhamento do sindicato dos trabalhadores e dos empregadores, a bonificação poderá ser mantida. A trava da taxa de rotatividade é uma média ou razão entre o número de rescisões mais o número de admissões e o número de vínculos no início de cada período para análise do fator. Esse item da resolução aprovada ainda vai ser aperfeiçoado pelos conselheiros e votado em reunião extraordinária do CNPS nos próximos dias. A atribuição de pesos diferenciados para morte e invalidez, na nova metodologia, segue indicações da Norma Brasileira de Cadastro de Acidentes (NBR 14.280/99). Além disso, a experiência internacional mostra que os procedimentos adotados visam prevenir ou reduzir, prioritariamente, acidentes com morte e invalidez. Pela metodologia anterior, o cálculo levava em consideração apenas a acidentalidade presumida do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP), sem a CAT, e não havia distinção entre os tipos de benefícios na avaliação da gravidade do acidente. Periodicidade - O FAP vai variar ano a ano. Será calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentalidade e de registros acidentários da Previdência Social, por empresa. Microempresas - O fator vai incidir sobre as alíquotas de cerca de um milhão de empresas - que são divididas em 1.301 subclasses ou atividades da Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE 2.0). Portanto, não provocará qualquer alteração na contribuição das pequenas e microempresas, já que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado, o Simples Nacional. Fonte: MPS - ABMT Resolução na íntegra disponível em http://www.abmt.org.br/mudancas.pdf
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