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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento – SP
IV - FÓRUM NR-32 Coordenador: Eng. Jefferson D. Teixeira da Costa Vice-Coord.: Eng. Antonio Magela Martins OBJETIVO: Em 16 de abril de 2007, terminou os prazos de adequações e também a DRT vai intensificar as fiscalizações nos Estabelecimentos de Saúde em todo o Estado de São Paulo, para verificação das medidas efetivas adotadas de acordo com a NORMA REGULAMENTADORA NR-32.
Esclarecer as dúvidas pertinentes à sua implantação, e buscando cooperar com os profissionais de segurança envolvidos a Divisão Técnica de Segurança no Trabalho do Instituto de Engenharia promove um encontro com a seguinte programação:
Data: 24/06/09 (quarta-feira) Horário: 13h às 18h
Programação 13h. - Recepção e credenciamento Mesa de abertura com autoridades presentes Gestão de SST no Serviço de
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Saúde Eng. Liane Dilda Dispositivo de segurança em perfurocortantes. Dra. Cristiane Pavanello R. Silva Coffee break Sensibilização dos profissionais da Saúde. Eng. Carlos César Micalli Cantú
Mudança comportamental. Psic. Elaine Lombardi Gestão de Riscos. Dr. Claudio Alves de Lima Nascimento Debate com palestrantes do evento Coordenação: Engº Jefferson Teixeira Inscrições gratuitas pelo e-mail: divtec@iengenharia.org.br ou tel. 3466-9250
Local: Instituto de Engenharia Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 - V. Mariana - SP
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Esterilização - Disposições e Instalações
Bom dia colegas, Estou com uma duvida e preciso da ajuda de vcs. Na Instituição que trabalho o setor de esterilização é disposto da seguinte maneira: uma antesala, uma sala em que é realizada a lavagem e possui as estufas e lateral a sala de lavagem tem uma outra sala em que ficam as autoclaves. Todo o material a ser lavado e autoclavado entra por um vidro de acesso pela sala que tem as autoclaves. Gostaria de saber se os materiais lavados e esterilizado podem ficar nas bancadas embaixo da estufa, já que dividem o setor de lavagem ou se eles devem ficar nesta antesala. O problema é que a antesala é mto pequena e os armários também são , para
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comportar estes materiais. Onde eles tem ficado atualmente está tudo forrado e eles estao devidamente fechados e embalados e também identificado a que setores pertencem. Há risco elevado de contaminação destes materiais? Eles devem ficar na antesala? Aguardo ajuda Obrigada Daniela Roque Boa Vista - RR
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Doenças emergentes, alertas sanitários Influenza A (H1N1) - Situação
DIVULGANDO! Organizações acusam media de «esquecer» tuberculose Dezenas de milhares de pessoas estão a morrer de tuberculose e meningite todas as semanas, mas os media continuam a centrar atenções na gripe A H1N1, que causou até hoje 65 mortes, denunciam organizações internacionais. Num vídeo publicado na Internet (http://www.gapminder.org/videos/swine-flu-alert-news-death-ratio-tuberculosis/) sexta-feira, a Fundação Gapminder, sediada na Suécia, salienta que, nos primeiros 13 dias de gripe A, foram publicadas mais de 250 mil notícias sobre as 31 mortes causadas por esta estirpe. No mesmo período, a fundação encontrou no agregador de notícias Google News apenas 6.500 notícias sobre as 63 mil mortes causadas nesses 13 dias pela tuberculose, sobretudo em África e na Ásia. Diário Digital / Lusa .
Mensagem encaminhada
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pela colega Fabiana
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Assuntos diversos Assuntos diversos - Flores em ambiente hospitalar
Prezados, gostaria de saber se alguém pode me enviar evidências da proibição de plantas em ambiente hospitalar (flores em terra e água) tanto nos corredores, quartos e ambientes não críticos. Acredito que não tenha uma evidência comprovada, mas gostaria de obter uma explicação convincente para dar no hospital. Agradeço. Eduardo Fernandes - SP
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais
Informações retiradas da homepage da Sociedade Brasileira de Infectologia. Equipe Riscobiologico.org
Instituir o Dia Mundial das hepatites virais será um grande marco para impulsionar a importância da doença, diz infectologista Em 19 de maio comemora-se o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, data em que vários países promovem ações de divulgação sobre a prevenção, controle, diagnóstico e tratamento para essas doenças. Porém, a data ainda não é oficial. Estimativas da OMS mostram que cerca de 2 bilhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite B (VHB) e que quase 350 milhões vivem com infecção crônica. Os indicadores contabilizam 600.000 mortes a cada ano em decorrência de infecção aguda ou crônica da hepatite B. A Organização Mundial de
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Saúde (OMS) aceitou um pedido feito recentemente pelo Brasil para que seja discutida e votada a instituição a data de 19 de maio como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais. A proposta é que neste dia todas as nações do mundo desenvolvam ações que visem à promoção à saúde, à prevenção e ao controle dessa doença que afeta a saúde pública. Há indícios de que a pauta seja adiada para a próxima Assembleia Geral da OMS em 2010, devido à situação emergencial da gripe Influenza A (H1N1) e a provável diminuição da duração do encontro. Na opinião do infectologista João Silva de Mendonça, coordenador científico e membro do Comitê Científico de Hepatites Virais da SBI, a instituição da data será um grande marco para impulsionar o avanço mundial no reconhecimento da importância das hepatites, além de promover a implementação de novas ações de saúde pública voltadas ao diagnóstico, tratamento e prevenção dessas doenças. A World Hepatitis Alliance (WHA) tem trabalhado para que isso aconteça. Trata-se de uma entidade que reúne médicos e representantes da sociedade civil em vários países que lutam contra a epidemia provocada pelas hepatites A, B e C. Além disso, a WHA possuiu um comitê técnico-científico, liderado pelo Dr. Baruch Blumberg, prêmio Nobel de Medicina e líder da descoberta do vírus da hepatite B. A comunidade médica brasileira na WHA é representada pelo coordenador científico da SBI. Desafios terapêuticos Segundo Mendonça, o vírus da hepatite B e a doença causada por ele estão em uma fase de redefinição de conhecimentos, tendo em vista a introdução da biologia molecular na investigação clínica, epidemiológica e terapêutica. "Felizmente esses avanços estão, aos poucos, chegando à rotina assistencial. Um exemplo é a realização da carga viral, sem a qual a assistência aos pacientes cronicamente infectados se torna sub-ótima", completa. Por outro lado, o especialista em hepatites virais diz que, como regra para uma ampla maioria dos pacientes cronicamente infectados, a "cura" no sentido virológico estrito ainda não pode ser alcançada. O armamento terapêutico constitui-se pelos interferons alfa e uma lista de antivirais específicos. Atualmente, um dos maiores desafios relacionado à doença consiste em entender a melhor maneira para conduzir terapeuticamente os pacientes. Mendonça acredita que o cenário brasileiro da infecção crônica pelo vírus B da hepatite está, apenas, parcialmente delineado e, assim, incompletamente conhecido. "Há estimativas que precisam ser confirmadas de forma mais correta do ponto de vista metodológico. Entretanto, não há dúvidas da importante presença do vírus B entre nós, particularmente em determinadas regiões do país e em certos segmentos populacionais mais vulneráveis", afirma. Em 2009, comemora-se também 20 anos da descoberta do vírus da hepatite C e, a exemplo do tipo B da doença, muitos desafios ainda precisam ser superados quando o assunto é tratamento. Atualmente, a terapia padrão utilizada contra a hepatite C apoia-se em dois medicamentos - o interferon alfa, preferencialmente a formulação peguilada, combinado com o antiviral rivabirina. O coordenador científico da SBI esclarece que dependendo do genótipo (os mais comuns são 1, 2 e 3), da carga viral pré-tratamento, do grau de fibrose da doença hepática e vários outros fatores, o sucesso alcançado oscila, em média, entre 50 e 80%. O sucesso do tratamento é conhecido como resposta virológica sustentada (RVS), com a negatividade da pesquisa do vírus após seis meses do término do tratamento, que pode se estender por um período de seis meses até um ano. Outro desafio diz respeito ao reconhecimento dos pacientes cronicamente infectados e à chamada "epidemia oculta", pois a maioria dos casos evoluiu por um longo tempo de forma silenciosa, o que leva ao diagnóstico tardio da doença nesse grupo de pacientes. Em termos de ações de divulgação cientifica e prevenção das hepatites virais, Mendonça destaca como avanços necessários a conscientização dos profissionais da saúde, especialmente os médicos da atenção primária, na busca dos casos baseados em evidência epidemiológica e clínica, para que se proceda o encaminhamento assistencial adequado à cada tipo da doença. "A demanda terá o forte papel de conduzir a resposta apropriada de nossas autoridades sanitárias", completa. Tendo em vista o lado preventivo, o infectologista atribui importância à ampla divulgação dos mecanismos de transmissão dos vírus B e C, incluindo ações voltadas à população em geral e, sobretudo, junto ao segmento mais vulnerável. "Essas ações terão potencial impacto na redução de riscos. É válido recordar sempre que, para prevenir a infecção pelo vírus B, existe uma vacina extremamente efetiva, que influi significativamente no controle de tal infecção, desde que utilizada da maneira correta", explica. HCV 20 anos Para ampliar o acesso às informações científicas referentes à hepatite C, a SBI realizará o Simpósio Internacional HCV 20 anos, entre os dias 24 e 26 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, na capital de São Paulo. O evento reunirá cerca de dez renomados especialistas internacionais, entre eles o cientista que identificou o vírus causador da doença, em 1989, além dos principais infectologistas brasileiros da área. Um workshop voltado à prática clínica antecipará a abertura do Simpósio. Outro destaque será o lançamento do "Prêmio de Incentivo à Prevenção e Terapia das Hepatites", premiação honorífica a alguns segmentos com reconhecida relevância e pioneirismo na abordagem da doença em nosso país. Reportagem: Equipe de Conteúdo do Portal SBI
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Vestimenta
Boa noite a todos, tenho duvidas referente ao seguintes assuntos, as saidas do centro cirurgico é proibida a saida das pessoas com as roupas do setor, existe refeencias biograficas referente a fonte de contaminação com estas vestir, com futamento cientifico
odem me enviar se possivel.
Flávio Leal
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Faça pós graduação na UNIFESP e coloque esse diferencial no seu currículo e na sua vida
UNIFESP:
Curso de Prevenção e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde
Participe da 6ª turma do curso de pós Graduação latu sensu em Prevenção e Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde HSP/ UNIFESP iniciando em Agosto de 2009. Curso teórico - prático, com uma metodologia que propicia aos alunos cursarem sem que comprometa o seu cotidiano de trabalho. Aulas às sextas, sábados e domingos, um final de semana por mês. Certificação pela Pró - Reitoria de Extensão da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) está no topo do ranking das instituições públicas com melhor desempenho, segundo
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o novo indicador de qualidade do MEC (Ministério da Educação). Os dados, chamados de IGC (Índice Geral de Cursos da Instituição), foram divulgados pela primeira vez pelo MEC. O índice sintetiza, para cada instituição, a qualidade de todos os seus cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos em campi e municípios onde a instituição atua. A UNIFESP obteve nota 439 de uma escala que vai de 0 a 500.
Carga horária de 200 horas teóricas e 200 horas práticas conforme cronograma abaixo: - 12 meses aulas teóricas presenciais - 200 horas práticas supervisionadas, nas dependências do Hospital São Paulo
Prof. Adjunto Eduardo Alexandrino Servolo de Medeiros Presidente da Comissão de Epidemiologia Hospitalar Hospital São Paulo - UNIFESP
Faça já a sua pré inscrição por email: especializacaoccih@gmail.com vagas limitadas Investimento : 12 parcelas 400,00 Mais informações : especializacaoccih@gmail.com ou pelos telefones: 55764463/ 55718935 com Aline, Fernanda, Daniela ou Luciana.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação – Oportunidade de trabalho
Caros listeiros,
Gostaria de aproveitar este espaço para divulgar uma vaga temporária (cobrir licença maternidade) para Enfermeiro de CCIH, carga horária de 20 horas semanais em Hospital Pediátrico no Rio de Janeiro. Caso alguém tenha interesse, favor enviar o currículo para crissouza23@gmail.com e andrericardoaraujo@terra.com.br.
Um abraço,
Cristina Vieira Enfermeira Tel: 9878-2807
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Enquanto ainda se esclarece se as mutações ocorridas com o virus da influenza são ou não suficientes para provocar um evento da gravidade de uma segunda gripe espanhola, outras mutações são descritas em espécies variadas. Tenho andado particularmente preocupada com o virus da raiva nos últimos anos e, embora ainda seja necessário observar melhor, as notícias de 2006 para cá justificam "mutações" em nosso olhar para que nos tornemos capazes de ver e compreender aquilo para o que ainda precisamos produzir defesas. Uma variante do virus da raiva, na América do Norte, parece estar sendo capaz de se transmitir entre raposas, e talvez outras espécies, sem necessidade de mordida ou machucado, através das relações sociais dentro da espécie, como no
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caso da gripe humana. Há evidências fortes neste sentido. Recomendo a leitura do texto abaixo (se necessário, apele para o Tradutor Google, que dá samba) para uma discussão futura. http://www.promedmail.org/pls/otn/f?p=2400:1001:5799720095722576::NO::F2400_P1001_BACK_PAGE,F2400_P1001_PUB_MAIL_ID:1010,77463 Abraços,
Dra. Flávia Feijó Epidemiologia - Tijuca Rio de Janeiro
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Áreas de apoio Áreas de Apoio - Processamento de roupa
Boa tarde, colegas listerios!!! Gostaria de saber informações de experiências, em processamento de roupa hospitalar sem vapor? Enfª. Fernanda. CCIH HMDO - TO
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