Saúde do Viajante com destino a Zimbábue - Cuidados com a Cólera
Desde agosto de 2008, o Ministério da Saúde de Zimbábue tem notificado à Organização Mundial da Saúde - OMS a ocorrência de casos de cólera em todas as províncias do país.
Segundo informações da OMS, até 02 de dezembro, foram notificados 11.735 casos de cólera, com 484 óbitos. A taxa de letalidade do surto foi de 4%, podendo chegar a 20-30% em áreas remotas.
Do total de casos, 50% têm sido notificados em Budiriro, um bairro localizado na periferia da capital do país Harare e com alta densidade populacional. Outra cidade muito afetada é Beitbridge, que faz fronteira com a
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África do Sul e notificou 26% do total de casos de Zimbábue. Duas novas áreas foram afetadas: Chegutu (capital da província de Mashonaland Oeste) e Mvuma (vila da província de Midlands).
Casos de cólera também estão sendo notificados pelos Ministérios da Saúde da África do Sul, Botsuana e Moçambique.
A cólera é uma doença infecciosa aguda, causada pela toxina da bactéria Vibrio cholerae. Sua transmissão se dá pela ingestão de água ou alimentos contaminados direta ou indiretamente por fezes ou vômitos de doentes ou portador. A grande maioria das pessoas infectadas apresenta uma diarréia leve, podendo ocorrer vômitos e dor abdominal em alguns casos e até a ausência de sintomas. Nos casos mais graves, a diarréia aquosa intensa e os vômitos ocasionam uma grande perda de líquidos, da ordem de 1 a 2 litros por hora, podendo evoluir para desidratação e, depois, colapso circulatório, causando a morte do doente.
O Brasil não tem ocorrência de casos autóctones desde 2005, quando foi registrado um surto em São Bento do Una e um caso em Recife, ambos em Pernambuco. No município de São Bento do Una já havia sido registrado outro surto no ano de 2004, quando ocorreram 21 casos.
Estes foram os últimos registros da doença no país, que já apresentava um declínio acentuado dos casos, desde a ocorrência da sétima pandemia da doença que no Brasil, no período de 1991 a 2001, atingiu todas as regiões do País, produzindo um total de 168.598 casos e 2.035 óbitos. Em 2006, foi registrado um caso importado procedente de Angola.
A OMS não recomenda qualquer restrição ao comércio ou viagens para as áreas afetadas, a fim de controlar a propagação da cólera. No entanto, orienta que os países vizinhos reforcem seus sistemas de vigilância ativa e de respostas às emergências.
O Regulamento Sanitário Internacional - RSI (2005), estabelece que a cólera é um evento que pode causar sérios impactos à saúde pública e se disseminar em âmbito internacional, o que o caracteriza como agravo a ser obrigatoriamente avaliado.
Atendendo aos objetivos do RSI (2005), frente à circulação de pessoas e amplo comércio internacional, no sentido de promover e proteger a saúde do viajante, minimizando os riscos à saúde, a Secretaria de Vigilância em Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), recomendam às pessoas que se deslocarem para essas áreas que tenham as seguintes precauções em relação ao consumo de água, alimentação e estadia: § Consumir somente água tratada e na ausência desta, água mineral (o mesmo cuidado deve ser tomado com o consumo de gelo); § Evitar o consumo de alimentos vendidos por ambulantes (principalmente os não industrializados ou que estejam expostos ao sol e à poeira); § Evitar o consumo de alimentos crus ou mal cozidos; § Hospedar-se, preferencialmente, em locais com infra-estrutura adequada (água e esgoto); § Utilizar somente água tratada para higiene pessoal (lavar as mãos, banho e escovação de dentes) e para recreação; § Procurar um profissional de saúde no respectivo país caso apresente os sinais e sintomas durante a viagem e notificar imediatamente ao CIEVS (notifica@saude.gov.br).
Aos viajantes procedentes de Zimbábue e outros países com registro de cólera que desembarcarem no Brasil, recomenda-se observar os sintomas da doença, por um intervalo de até 10 dias após a chegada, e em caso de surgimento de sintomas, deve-se procurar um profissional de saúde e comunicar o roteiro de viagem;
A nota técnica na íntegra pode ser consultada no endereço http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Nota_tecnica_viajantes_zimbabue_09_12_%202008_19_38.pdf.
Equipe Riscobiologico.org
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Informes e contatos Riscobiologico.org - Disponibilizao de slides do Simpsio Nacional
Prezados colegas,
Informamos que os slides das apresentações do II Simpósio Nacional do Projeto Riscobiologico.org, realizado no último dia 20, já estão disponíveis no site www.riscobiologico.org.
Gostaríamos de deixar registrado nosso enorme agradecimento aos palestrantes pela disponibilização de seus slides.
Assuntos diversos Assuntos diversos - Transdutores de pressão
Boa noite a todos,
Preciso de informações a respeito de troca de transdutores de pressão, se possível com indicação literária. Qual a periodicidade e se é possível validar juntamente com a CCIH local o prazo para troca, como nos casos de cateteres periféricos. Cordialmente Janayna
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Revisão de definição de casos/CDC
Foi publicado na MMWR um novo documento do CDC sobre critérios de definição de casos de infecção pelo HIV/AIDS.
Revised Surveillance Case Definitions for HIV Infection Among Adults, Adolescents, and Children Aged <18 Months and for HIV Infection and AIDS Among Children Aged 18 Months to <13 Years - United States, 2008 These case definitions are intended for public health surveillance only and not as a guide for clinical diagnosis. http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/rr5710a1.htm?s_cid=rr5710a1_e
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Suspeita de Febre Hemorrágica por Arenavírus / RJ
Nota à Imprensa - Ministério da Saúde Com relação ao caso do paciente proveniente da África do Sul que faleceu nesta terça-feira (2/12), o Ministério da Saúde esclarece que: 1.O homem de 53 anos chegou ao Brasil no dia 23 de novembro. No dia 25, apresentou os primeiros sintomas de doença febril hemorrágica ainda não diagnosticada. 2.No dia 28, procurou dois hospitais particulares do Rio de Janeiro, com quadro clínico de febre, calafrios, vômitos, sangue na urina, aumento do fígado e pequenas erupções na pele. No dia 2 de dezembro, o paciente veio a óbito. 3.O processo de investigação da causa da morte já está em curso, por meio de exames em amostras de sangue do paciente, que serão realizados
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em laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). 4.No entanto, avaliação preliminar já descartou a possibilidade de DENGUE, MALÁRIA ou EBOLA. Também serão investigadas outras hipóteses, como LEPISTOPIROSE, HANTAVIROSES e HEPATITES. 5.Um dos vírus suspeitos de ter causado a morte do paciente é o arenavírus. Ele pode ser transmitido por CONTATO DIRETO com secreções ou sangue de roedores ou de pacientes infectados. 6.Não há relato de sintomas semelhantes entre os profissionais de saúde que tiveram contato com o paciente. Essas pessoas estão sendo identificadas e serão monitoradas, de forma preventiva, pelas autoridades sanitárias. 7.Não é recomendada a realização de quarentena, pois o contágio acontece apenas após o aparecimento dos sintomas. O período de incubação do vírus varia de sete a 16 dias. 8.O Ministério da Saúde comunicou o caso à Organização Pan Americana da Saúde (OPAS), assim como as medidas adotadas, em observação ao Regulamento Sanitário Internacional. O Consulado da África do Sul, no Rio de Janeiro, também foi contatado, para as providências de translado do corpo, em caixão de zinco lacrado. 9.Técnicos do Ministério da Saúde permanecem no Rio de Janeiro apoiando as investigações juntamente com as Secretarias Estadual e Municipal da Saúde.
Notícia do Jornal O Globo http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/12/02/empresario_sul-africano_morre_no_rio_vitima_de_febre_hemorragica-586808565.asp
Empresário sul-africano morre no Rio vítima de febre hemorrágica Antônio Marinho, Roberta Jansen e Simone Intrator
RIO - Um empresário sul-africano, de 53 anos morreu na manhã desta terça-feira na Casa de Saúde São José, no Humaitá, vítima de febre hemorrágica. Os exames com amostras de sangue do paciente, que estava internado no hospital desde sexta-feira, foram enviados para análise em laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo a assessoria de imprensa da Casa de Saúde São José, durante o período em que o paciente ficou internado, todas as medidas de isolamento para garantir a segurança de pacientes e médicos foram tomadas. Por orientação do Ministério da Saúde, a assessoria de imprensa do hospital não informou o nome do paciente, país de procedência e onde estava hospedado. O Ministério informou que o caixão do sul-africano, de zinco, está lacrado. O corpo deverá ser enviado - via Consulado - diretamente para a África.
Não se sabe qual o vírus que pode ter causado a febre, mas a principal suspeita do Ministério da Saúde é o arenavírus, um tipo de microorganismo em geral relacionado a doenças severas e, por isso mesmo, temido. Há numerosos tipos de arenavírus, conhecidos causadores de febres hemorrágicas. Exemplos são as febres de Lassa, do oeste da África; Machupo e Guanarito, ambas sul-americanas. O arenavírus é transmitido por contato direto com secreções de roedores ou de pacientes infectados. No Brasil, o arenavírus Sabiá matou uma mulher em 1990 e desapareceu sem que sua origem na natureza tivesse sido identificada.
Um arenavírus misterioso na África do Sul - http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/12/02/um_arenavirus_misterioso_na_africa_do_sul-586817090.asp
Os diagnósticos de dengue, malária e ebola foram descartados. Serão investigadas hipóteses como leptospirose, hantaviroses e hepatites.
Para o epidemiologista Roberto Medronho, chefe do Departamento de Medicina Preventiva da UFRJ, só se saberá sobre a gravidade do caso quando o tipo de vírus for identificado. Mas que dificilmente será ebola (que não é um arenavírus). - A letalidade do ebola é de 90%. E o tempo de incubação é menor. Ele mata muito mais rapidamente - diz Medronho. - Mas ebola não é o único diagnóstico preocupante. Seja qual for o vírus, é preciso que as pessoas que estiveram em contato com o paciente depois que a doença se manifestou sejam informadas, mesmo não havendo agora, pós-exposição, um tratamento preventivo. Segundo Medronho, a transmissão principal do arenavírus é pelo contato com a urina de roedores infectados. - A transmissão de pessoa para pessoa pode ocorrer, mas em laboratórios, hospitais, devido ao contato direto com o sangue ou secreções da pessoa infectada. Vírus tão comuns na África, por serem raros no Brasil, não são largamente estudados aqui - explica o epidemiologista.
O empresário chegou ao Brasil no dia 23 de novembro para dar palestras. No dia 25, ele apresentou os primeiros sintomas de doença febril hemorrágica ainda não diagnosticada. No dia 28, procurou dois hospitais particulares do Rio de Janeiro, com quadro clínico de febre, calafrios, vômitos, sangue na urina, aumento do fígado e pequenas erupções na pele.
Segundo o Ministério, não há relato de sintomas semelhantes entre os profissionais de saúde que tiveram contato com o paciente. Não é recomendada, também, a realização de quarentena, pois o contágio só ocorre após o aparecimento dos sintomas. O período de incubação é entre sete e 16 dias.
Como as autoridades sanitárias estão trabalhando com a hipótese de um arenavírus e como o paciente é sul-africano, a hipótese mais provável é que se trate de febre de Lassa, uma doença bastante grave. Ebola e Marburg, dois vírus causadores de febres hemorrágicas graves na África, não são arenavírus. - Febre hemorrágica causada por arenavírus é tão contagiosa quanto o ebola ou o marburg - explicou o virologista Fernando Portela Câmara, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), frisando não ter tido contato direto com os dados do paciente e estar falando de forma genérica.
O Ministério da Saúde comunicou o caso à Organização Pan Americana da Saúde (Opas), assim como as medidas adotadas.
O presidente da Fiocruz, Paulo Buss, disse nesta terça-feira que as amostras do paciente foram levadas para os laboratórios da instituição, onde serão estudadas. Como não se sabe que tipo de microorganismo seria o causador da febre hemorrágica, os procedimentos de segurança adotados são de nível máximo, similares aos de manipulação dos mais letais vírus, como Ebola ou Marburg. - Os procedimentos de segurança foram os mais completos possíveis e não há razão para desespero - afirmou Buss. - Qualquer caso de febre hemorrágica aguda, tratamos como se fosse causada pelo agente mais grave. Ou seja, o paciente é isolado, o local é totalmente controlado, produtos não entram nem saem daquela área, dejetos são incinerados. Estou falando do procedimento padrão adotado nesses casos.
O Brasil não tem laboratórios de nível de segurança 4, mas, segundo Buss, os laboratórios de nível 3 da Fiocruz estão aptos a manipular o agente causador da febre do paciente sem riscos para o seu quadro de especialistas e para a população.
Buss garantiu que será possível ter o diagnóstico em no máximo três dias porque, embora febres hemorrágicas possam ser causadas por uma vasta gama de agentes (inclusive bactérias), outras informações ajudam a excluir muitas hipóteses.
Íntegra da nota da São José "Considerando os questionamentos que estão sendo realizados acerca da internação de um empresário sul-africano, 53 anos, a direção da Casa de Saúde São José informa que o mesmo foi internado na madrugada de sábado, após ser atendido na emergência de um outro hospital. Na manhã de hoje, evoluiu para óbito devido a complicações em seu quadro clínico, sugestivo de febre hemorrágica a esclarecer.
No período de sua internação, foram tomadas todas as medidas para seu tratamento e segurança de funcionários e pacientes. As autoridades competentes foram imediatamente informadas e estão realizando o acompanhamento do caso, bem como oferecendo as orientações de condutas."
A nota é assinada pelo diretor médico da casa de saúde, Eduardo César Cortes de Gouvêa e Silva
[ Riscobiologico.org - Informações adicionais:
1. National Institute for Communicable Diseases (NICD) - África do Sul http://www.nicd.ac.za/pubs/communique/2008/NICDCommOct08Vol07_10.pdf
2. Organização Mundial de Saúde Manual - Controlo do Contágio sobre Febres Hemorrágicas Virais no contexto dos serviços africanos de saúde - OMS/CDC - 2004 http://www.cdc.gov/ncidod/dvrd/spb/mnpages/vhfmanual/vhfmanualpt/vhfmanualpt.pdf
3. CDC-EUA - Interim Guidance for Managing Patients with Suspected Viral Hemorrhagic Fever in U.S. Hospitals http://www.cdc.gov/ncidod/dhqp/bp_vhf_interimGuidance.htm]
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Tópico para discussão: Toda tuberculose em profissionais de saúde pode ser considerada tuberculose ocupacional ? Como estabelecer o nexo causal neste caso ? Existem dados de tuberculose ocupacional na literatura ?
Grata, Adriana Desterro, enfermeira, RJ
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Evento - SP
IV SEMANA DE PREVENÇÃO EM INFECÇÃO HOSPITALAR
PROGRAMAÇÃO
01/12/2008- Segunda-feira 19H30Min- Risco Biológico nos Serviços de Saúde Fernanda Mara Coelho Cardozo Enfermeira Graduada pela EERP e Consultora da BD Medical
02/12/2008- Terça-Feira 19H30Min -Campanha Sobrevivendo à Sepse na Santa Casa de Barretos Drº Marcelo Pinheiro Targas Médico Pneumologista Responsável pela UTI e Pronto Socorro da Santa Casa de Barretos Membro da Associação Brasileira de Medicina Intensiva
03/12/2008- Quarta-feira 19H30Min- Infecções em Cirurgia Cardíaca Drº Carlos Alberto dos Santos Cirurgião Cardíaco- Médico Responsável pelo Serviço de Cirurgia Cardiovascular do Hospital de Base de São José do Rio Preto e da Santa Casa de Barretos. Drº Lúcio Flávio Barbour Fernandes Médico Cardiologista da Santa Casa de Barretos.
Realização: Comissão de
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Controle de Infecção Hospitalar da Santa Casa de Barretos. Contatos: Fone: (17)-3321-2537 email: ccihsantacasa@barretos.com.br
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Legislação e normatizações Legislação - NR4 / Dimensionamento SESMT
Alteração do Quadro I da Norma Regulamentadora n.º 4: QUADRO I - Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0), com correspondente Grau de Risco - GR para fins de dimensionamento do SESMT
Portaria SIT n.º 76, de 21 de novembro de 2008 que altera o Quadro I da NR-4
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 76, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008 (DOU de 25/11/08 - Seção 1 - Págs. 73 a 77)
Altera o Quadro I da Norma Regulamentadora n.º 4
A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO e a DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, tendo
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em vista o disposto no artigo 200 da Consolidação das Leis do Trabalho e no artigo 2º da Portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978, resolvem:
Art. 1º - Alterar o Quadro I da Norma Regulamentadora n.º 4, aprovada pela Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, que passa a vigorar de acordo com o estabelecido no Anexo desta Portaria.
Art. 2º - Revoga-se a Portaria DSST n.º 4, de 8 de outubro de 1991 e a Portaria SSST n.º 1, de 12 de maio de 1995.
Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
RUTH BEATRIZ VASCONCELOS VILELA Secretária de Inspeção do Trabalho JÚNIA MARIA DE ALMEIDA BARRETO Diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho