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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Admissão de funcionários soropositivos
Olá Colegas, tudo bem?
Sou enfermeiro recém-formado, com especialização em Nefrologia, com cargo de gerencia de enfermagem. Estou com uma dúvida e gostaria que me ajudassem:
Admiti um técnico de enfermagem; após a parte burocrática da admissão, realizamos como é feito normalmente a coleta de hemograma completo e sorologias, sabendo-se que pela legislação, seja proibido coleta de exames tanto para admissão, demissão ou rotina, sendo somente colhido em caso de acidentes de trabalho, solicitado pelo médico do trabalho. Acontece que a sorologia do funcionário é positiva para HIV e o mesmo nada me relatou na entrevista, gostaria de saber como devo proceder a partir de agora, posso mantê-lo na equipe de enfermagem realizando suas funções normalmente? O mesmo fora contratado para
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trabalhar no reuso; posso mantê-lo no setor descrito? Enfim o que faço? Devo demití-lo, após o periodo da experiência?
Não sei o que faço, pois nunca deparei com este tipo de situação, até pq o funcionário tem grande experiência na área.
Outra questão importante é que mesmo sabendo que seja proíbido a coleta de exames, foi eu mesmo que solicitei que fosse colhido, pois cumpro ordens dos diretores da clínica, existe neste caso algum tipo de penalidade cabivel ao ato que cometi perante aos meus orgãos superiores (COREN)?
Grato.
Rogerio
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Centro Cirúrgico e CME Centro Cirúrgico - Refrigerador
Caros Colegas,
Bom Dia!!!
Gostaria de obter informações e indicações de literatura acerca da permanência de refrigerador dentro da sala cirúrgica de um centro oftalmológico, para armazenamento de medicamentos termolábeis. Resguardando todos os cuidados referentes ao controle de temperatura. Peço também parecer sobre a utilização/indicação do uso de micropore estéril em cirurgias plasticas e varizes.
AT.
Anelisa
Enfª CCIH
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Guia de Doenças Ocupacionais
Boa Tardecolegas de lista
estou procurando o Guia de Doenças Ocupacionais que, segundo informações, vai servir de base para avaliações da NR 32. Vocês podem me ajudar a conseguir esse Guia?
abraços
Valter
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Legislação e normatizações Adicional de Insalubridade
Trabalho em um hospital federal, recebi insalubridade por 20 anos, me tiraram agora dizendo que pelo entendimento da legislação, só quem atende o público tem direito, pergunto:
O lugar, um arquivo fechado de prontuarios que rodam o hospital inteiro, sem ventilação, luminosidade e limpesa necessária, deixa de ser insalubre?
Estranho esse conceito, pois só se deixa pela própria legislação se tornar insalubre qdo a melhores de ambiente, o que acontece totalmente ao contrario neste local.
O perito não entrou no setor, só colocou insalubre para as pessoas que não entram em contato constante com o público.
Desde já agradeço algum esclarecimento,
Sarah
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Legislação e normatizações Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
Caros colegas,
Gostaria de receber um exemplo prático das fases do PPRA:
Antecipação, reconhecimento, avaliação e controle.
Ou seja, trabalho num laboratório de doenças infecciosas, como eu faria para antecipar os riscos, reconhecer avaliar e controlar os riscos presentes no laboratório.
Espero resposta,
Grato,
André Bruno.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Infectologista / MG
Boa tarde
Foi através de um colega de trabalho que consegui o endereço eletrônico do grupo.
Sou responsável pelo serviço de recrutamento e seleção da UNIVÁS - Universidade do Vale do Sapucaí em Pouso Alegre /MG e estou recrutando médico infectologista para o Hospital Escola que possuímos.
Os interessados devem encaminhar os seus currículos para seleção@univas.edu.br ou reginaldo@univas.edu.br.
O horário de trabalho é flexível devendo ser cumprido 20h semanais.
Agradeço e aguardo retorno
Reginaldo Marcos
Psicólogo do Departamento de Recursos Humanos
(35) 3449-2191
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - MG
Prezados colegas listeiros,
O Departamento de Vigilância Sanitária do Município de Juiz de Fora - MG estará promovendo no dia 21/03/2007, o 1° Simpósio sobre Prevenção e Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal. A inscrição é gratuita e a programação pode ser vista a seguir:
Data: 21 / março / 2007
Local:
Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora
Rua Braz Bernardino, nº 59 - Centro
Juiz de Fora - MG - CEP: 36.010.320
Inscrições: Departamento de Vigilância Sanitária, pessoalmente ou através do telefone (32) 3690.7472
Programação:
8:30 - Entrega de Material
9:00 - Abertura:
Prefeito Alberto Bejani
Maria Aparecida Soares - Secretária de Saúde, Saneamento e Desenvolvimento Ambiental SSSDA /JF
Dr José Geraldo - Sub-Secretário
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de Atenção Básica e Secundária SSSDA/JF
Vanessa L. Bejani - Superintendente da Associação Municipal de Apoio Comunitário - AMAC
Vicente de Paula - Presidente da Câmara Municipal
Fernando Farinelli - Presidente do Conselho Municipal de Saúde
José Laerte - Gerente da Regional de Saúde
Gilson Lopes - Coordenador da Vigilância Sanitária da GRS-JF
Maria Ângela da Paz -Assessora de Tecnologia em Serviços de Saúde -GGTES/ANVISA
Vera Maria Burnier Ganimi Filha - Chefe da Vigilância Sanitária Municipal
Sônia Maria Rodrigues -Chefe do Departamento de Epidemiologia
9:15- Programa de Prevenção e Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal
Drª Maria Ângela da Paz - Médica Ginecologista Assessora de Tecnologia em Serviços de Saúde -GGTES - Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
10:10 - Café
10:30 - Qualidade do Pré Natal no Município de Juiz de Fora
Prof. Dr. Tadeu Coutinho - UFJF
11:15 - Panorama da Mortalidade Materna
Terezinha de Jesus Nascimento Martins Costa - Assistente Social do Comitê Municipal de Mortalidade Infantil de Juiz de Fora
13:30 - Panorama da Mortalidade Neonatal em Juiz de Fora
Maria da Consolação Magalhães - Enfermeira do Comitê Municipal de Mortalidade Infantil de Juiz de Fora
12:00 - Almoço
14:00 - Aleitamento Materno: Da biossegurança à Ecologia do Desenvolvimento Humano
Dr João Aprígio - Diretor da Rede Latino-Americana de Bancos de leite humano
15:30 - O uso do leite humano ordenhado é seguro?
Dr Franz Reis Novak - FIOCRUZ
16:30 - Café.
16:45 - Ações do Banco de Leite no município de Juiz de Fora.
Márcia MIshay - Coordenadora Executiva do Banco de Leite - AMAC /JF
17:10 - Projeto Arquitetônico do Banco de Leite conforme a legislação sanitária
Arquiteta Marta Mª Burnier Ganimi - Pesquisadora da UFRJ
17:30 - Mesa Redonda
18:00 - Encerramento.
Vera Maria Burnier Ganimi Filha - Chefe do Departamento de Vigilância Sanitária do Município de Juiz de Fora
O I° Simpósio sobre o Controle de Riscos em Serviços de Atenção Materna e Neonatal inicia as atividades de educação permanente no ano de 2007 do Departamento de Vigilância Sanitária/SSSDA da Prefeitura de Juiz de Fora.
O evento está voltado para profissionais da área da saúde lotado na rede pública e privada. Seu objetivo principal é contribuir com o Pacto Nacional para redução da Mortalidade Materna e Neonatal, através da difusão das ações de Vigilância Sanitária, que visam à prevenção, o controle dos riscos e a qualidade dos ambientes voltados à atenção materna e neonatal.
Denise Campos Pereira
Chefe da Seção de Farmácia e Bioquímica
Supervisão de Medicamentos e Congêneres
Departamento de Vigilância Sanitária
Tel.32 3690 7472 Fax.32 3216 8944
PREFEITURA DE JUIZ DE FORA
Visite o nosso site: www.pjf.mg.gov.
e-mail: smec.dvisa@pjf.mg.gov.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - RJ
Olá amigos de CIH RJ,
Repassando a reportagem juntamente c/ anexo, encaminhada pela Marisa Santos - Infecto do INCL e do Pró-Cardíaco.
Aproveito p/ informá-los que sobre esse comunicado, acontecerá um Seminário que merece a participação da maioria de nós.
Segue abaixo:
"Gestão de Resíduos Sólidos dos Estabelecimentos de Saúde do Município do Rio de Janeiro: Atualidades e perspectivas"
Data: 21/03/07
Horário: 09:00 às 12:30 hs
Local: Auditrório Fecomércio - Rua Marquês de Abrantes 99 / térreo - Flamengo
Realização: SINDHRIO - (21) 2579-2227 ou pelo e-mail sindhrio@sindhrio.org.br e Centro de Educação em Saúde do Senac Rio
Inscrição: GRATUITA via telefone ou email
PROGRAMAÇÃO:
9:00 - Abertura - Adriano Londres - Presidente do SINDHRIO
Painel 1:
9:15 - Segregação, Plano de gerenciamento
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e disposição final de resíduos de risco biológicos
Dr. Luis Carlos da Fonseca e Silva - ANVISA
9:40 - Alternativas de curto, médio e longo prazo para a disposição segura de resíduos de risco biológico no município do Rio de Janeiro
Dr. José Henrique Penido - COMLURB
10:05 - A visão da FEEMA sobre o momento atual no município do Rio de Janeiro
Dr. Ana Cristina Rangel Henney - FEEMA
10:30 - Coffee Break
10:50 - Debates: Buscando soluções para o Rio de Janeiro
Moderadora:
Gisele Couto - CES/SENAC
Participantes:
Dr. Luis Carlos da Fonseca e Silva - ANVISA
Dr. José Henrique Penido - COMLURB
Dra. Ana Cristina Rangel Henney - FEEMA
Sr. Adriano Londres - SINDHRIO
12:30 - Encerramento
Mensagem encaminhada pela colega Kátia
Rio de Janeiro, 16/03/2007
Prezado Associado,
A partir da notificação encaminhada pelo Ministério Público à Comlurb, determinando a interdição do Aterro Sanitário de Gramacho ao lixo hospitalar a partir do próximo dia 24, a Direção do SINDHRIO informa aos associados que tomou conhecimento desta decisão, extraoficialmente, na terça-feira.
Desde então, no que toca a Comunicação Institucional, passou a adotar uma postura pró-ativa junto à imprensa, com o intuito de fazer prevalecer, no noticiário, a preocupação da entidade quanto à questão, bem como o de induzir o Poder Público a apresentar uma alternativa factível à questionável proibição. Os primeiros resultados dessas ações já aparecem na imprensa de hoje, em especial no jornal O Globo. Durante o dia de hoje já temos agendado encontros com órgãos de imprensa. Para melhor entendimento sobre o tema em questão encaminhamos em anexo o release divulgado ontem.
Contudo, tais ações, que deverão ser mantidas nos próximos dias, não excluem outras providências. Estão em andamento as medidas administrativas cabíveis sendo que, caso não se chegue a um entendimento, rapidamente tomaremos medidas judiciais.
Atenciosamente,
Adriano Londres
Presidente - SINDHRIO
Promotora interdita Gramacho ao lixo hospitalar,
mas não diz aonde os hospitais devem colocá-lo
Notificação não aponta violação de normas da Anvisa
As 12 toneladas de lixo produzidas diariamente pela rede de hospitais privados do município do Rio de Janeiro poderão ficar sem destino a partir do próximo dia 24. O mesmo poderá acontecer, num prazo de três meses (12 de Junho), com mais 33 toneladas de lixo/dia, provenientes da rede pública. É o que determina notificação encaminhada pela promotora Ana Paula Petra, da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente, à Comlurb no dia 13 de março de 2007.
A medida - comunicada oficialmente pela Comlurb a todos os estabelecimentos de assistência à saúde através de publicação no Diário Oficial do Município - surpreendeu o setor, uma vez que a promotora não aponta alternativas para o despejo e também porque todos os procedimentos de segurança no manejo do lixo estão sendo rigorosamente observados pela rede privada. Esses procedimentos atendem integralmente ao disposto nas resoluções Anvisa 306/04 e CONAMA 358/05, que tratam do gerenciamento dos resíduos dos serviços de saúde. O cumprimento a estas normas é fiscalizado pela Agência de Vigilância Sanitária do Estado e à FEEMA, cabendo à Comlurb fiscalizar os procedimentos das empresas que efetuam a coleta do lixo.
"Além da falta de justificativas técnicas para uma medida tão radical, nociva à própria população, o que mais nos surpreende são a insensibilidade e a indiferença com as suas conseqüências. Sem o Aterro de Gramacho, o parque tecnológico do Rio de Janeiro é insuficiente para atender à demanda do mercado de disposição final de lixo infectante. Sendo assim, para onde será levado este lixo? E por que prazos diferentes para a rede pública e a rede particular? E qual a justificativa técnica, se não houve violação de qualquer norma?" questiona Adriano Londres, presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro (Sindhrio).
Porém, esta não é a pior conseqüência da Notificação do Ministério Público. O uso de outros destinos finais para o lixo infectante irá acarretar um acréscimo de mais de 100% no manuseio do lixo hospitalar. Por causa deste custo adicional, técnicos do setor apontam que as pequenas clínicas, ambulatórios e consultórios médico-dentários voltarão a jogar seu lixo infectante junto com o lixo domiciliar, provocando um retrocesso de 20 anos na gestão dos resíduos de serviços de saúde.
A preocupação do Sindhrio com o manejo do lixo tem sido constante, como comprovam a série de consultas que tem feito a órgãos públicos e a entidades especializadas, bem como os Seminários que tem promovido sobre o tema, como o da próxima terça-feira 21 ("Gestão de Resíduos Sólidos dos Estabelecimentos de Saúde do Município do Rio de Janeiro: Atualidades e Perspectivas"), a partir das 8h30, no auditório da Fecomércio (Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo).
O evento, programado desde o início do ano, contará a participação dos melhores especialistas da Anvisa, da Comlurb e do setor privado. Convidada a participar deste seminário, a Promotora Ana Paula Petra, através de sua assessoria, disse não poder participar do evento por estar com a agenda cheia.
Outros dois seminários sobre o mesmo tema foram realizados em 01 de fevereiro de 2002 ("Resíduos Hospitalares e Saúde Pública - entenda a questão") e em 02 de outubro de 2003 ("Resíduos de Serviços de Saúde - entendendo a questão"), sempre com o intuito de orientar as instituições de saúde a cumprir estritamente com as normas de segurança, o que vem ocorrendo, conforme tem atestado a própria Comlurb.
O assunto também foi tema de reportagem de capa do boletim bimensal da entidade ("Informe Sindhrio"), que circula para todos os associados e dirigentes do setor de saúde, nas edições de março-abril de 2004 e Janeiro-Fevereiro de 2007.
Ainda segundo Adriano, se a Promotora quisesse ajudar a solucionar o problema de destinação final do lixo hospitalar, antes de fechar a única instalação com capacidade de atender ao mercado, deveria apoiar os processos das unidades que se acham em fase de licenciamento ambiental, muitos dos quais se encontram parados sem qualquer motivo de ordem técnica.
Assessoria de Imprensa do Sindhrio:
Meta Consultoria e Comunicação Ltda.
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