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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Animais de experimentação
Bom dia a todos,
Estamos implantando o plano de gerenciamento de resíduo sólido em saúde e estamos tendo dificuldade com algumas questões, especialmente na área de medicina veterinária.
Gostaria de alguma referência bibliográfica de manejo de resíduo com animais. Exemplo: qual o destino para animais que serão inoculados com tumores experimentais? o que fazer com o animal e com a massa tumoral após o experimento?
Obrigada,
Sonia Ferreira- Maceió-Al
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Saudo a todos .
Reenvio o texto abaixo para reflexão.
Cordiais saudações.
Paulo Roberto Rebello
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ
DEMQS/ENSP-FIOCRUZ
FM-UNESA/RJ
LabConsS- www.ufrj.br/consumo
Transgênicos: você já pode ter comido um
Luciana Casemiro
O direito à informação clara e precisa ao consumidor é assegurado em diferentes artigos do Código de Defesa do Consumidor (CDC). No caso da rotulagem de alimentos produzidos a partir de soja transgênica, no entanto, há divergência sobre a qualidade de informação que é repassada aos clientes. Entidades de defesa do consumidor discordam do governo federal quanto à adequação dos rótulos. Segundo elas, a legislação sobre o assunto é confusa e dá margem a mais de uma interpretação. As entidades ressaltam ainda que desde a promulgação do decreto 4.680, em 2003, não se tem notícia de que algum
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produto para consumo humano tenha recebido o selo que indica a presença de transgênicos.
Aurélio Rios, Procurador do Ministério Público Federal, de Brasília, diz que só há duas hipóteses: - Os otimistas diriam que não há produtos transgênicos no mercado. Os realistas, diante da grande safra de soja transgênica brasileira e a dificuldade de exportá-la, concluiriam que estamos consumindo transgênico sem saber. Acho que a segunda hipótese é a mais acertada. Informação relevante deve estar no rótulo O decreto federal estabelece que se faça a rotulagem quando se detectar no produto - pronto, diz a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - a partir de 1% de proteína ou DNA transgênico. Paulo Bacini, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) discorda: - Não se pode dizer que não seja uma informação relevante para o consumidor incluir no rótulo que a soja que originou o óleo de cozinha era transgênica, mesmo que no produto final o índice de proteína ou DNA transgênico seja abaixo de 1%, limite estabelecido pelo decreto - frisa Bacini, referindo-se ao artigo 66 do CDC, que diz ser crime, passível de detenção, omitir informação relevante sobre o produto do consumidor.
O decreto, continua Bacini, prevê a rastreabilidade da cadeia produtiva, o que parece que não vem sendo feito. Segundo Marcus Coelho, coordenador de Biossegurança do Ministério da Agricultura, o controle da lavoura é voltado à fiscalização do plantio.
-Pelo decreto, a fiscalização é no produto final - destaca Coelho.
Ricardo Morishita, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), tem fiscalizado os produtos encontrados nas prateleiras dos supermercados, e até agora não encontrou irregularidades: - Inauguramos um sistema de fiscalização nacional descentralizado, em parceria com os Procons. Em 2006, começamos um monitoramento em 120 tipos de produtos, nas cinco regiões do país. Os resultados até agora foram negativos. Vamos continuar testando, mas o fato é que alguns produtos só poderão ser identificados verificando-se a cadeia de produção e isso não é atribuição do DPDC.
Gerente de Operações Especiais da Anvisa, Antônia Aquino, destaca que, mesmo que se use soja transgênica em biscoitos, massas, molhos, a análise pode não alcançar o índice de 1% no produto final, estabelecido no decreto. Ela garante que no momento da inspeção é verificada a origem da matéria-prima. Mas admite: - Pode haver produto com mais de 1% de transgênico que ainda não tenha sido analisado.
Até agora, os que verificamos possuem índice abaixo deste percentual - diz a gerente, destacando que há diferentes sistemas adotados no mundo - Há países que não rotulam nada, como Estados Unidos, outros em que o índice é a partir de 5% e os em que a rotulagem é plena, independentemente do índice.
Para o procurador Aurélio Rios, só a rotulagem plena satisfaz o código. O Greenpeace mantém em sua página na internet (www.greenpeace.org.br), desde 2002, uma lista de produtos transgênicos e não transgênicos, montada de acordo com consultas feitas às empresas sobre a sua política em relação a transgênicos. Na lista vermelha, estão as que não responderam ou afirmam não fazer controle ou fazem de forma insuficiente. Na verde, as que são certificadas ou fazem testes.
- Existe uma lei de rotulagem boa, só que é uma letra morta. Comprovamos, numa fiscalização, que as empresas líderes na produção de óleo de cozinha usam soja transgênica e nem assim conseguimos que o produto fosse rotulado. Nada foi feito nem pelos ministérios da Saúde, Justiça, Casa Civil, MPF - afirmou Gabriela Vuolo, responsável pela área de comunicação de campanhas sobre engenharia genética do Greenpeace.
Segundo Bacini, do Idec, a Abia vem incentivando seus associados a descumprirem a lei de rotulagem: - Para a indústria não interessa a rotulagem.
Primeiro porque é caro, teriam que ter uma linha para os transgênicos e outra para os não transgênicos.
Além disso, temem que o consumidor comece a segregar os produtos transgênicos.
A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), no entanto, nega que tenha adotado essa postura e, em nota, informa cumprir plenamente a lei. A entidade, ligada ao poder público, diz ainda ter sido a primeira a divulgar publicamente a nova lei de rotulagem.
Para não levar gato por lebre
INFORMAÇÃO: É obrigação da empresa informar no rótulo, inclusive com um símbolo já definido, se o produto tem matériaprima transgênica, isto é, quando a concentração for acima de 1% (decreto 4.680/2003). O decreto se soma às determinações já explícitas nos artigos 6 e 31 do Código Defesa do Consumidor (CDC), que tratam do direito à informação clara e precisa. Além disso, a falta de informação no rótulo pode ser enquadrada ainda, dizem os especialistas, no artigo 37 do CDC, referente a propaganda enganosa.
É OU NÃO É? No site do Greenpeace (www.greenpeace.org.br), o consumidor encontra uma lista de produtos transgênicos e não-transgênicos. A tabela é formulada a partir de questionamento às indústrias. A lista está no link "Guia do Consumidor" e tanto pode ser baixada da internet quanto requerida pelo e-mail transgenico@greenpeace.org.br
NA DÚVIDA: Se o consumidor tiver dúvida sobre se o produto que consome tem ou não soja transgênica, deve primeiro pedir informações à empresa pelo serviço de atendimento. Se lhe for negada essa informação, ele deve fazer uma denúncia ao Procon, que poderá autuar a empresa. Também se pode recorrer ao Ministério Público Federal, à Anvisa e ao Ministério da Agricultura, bem como a outros órgãos de defesa do consumidor.
PUNIÇÃO: O CDC prevê punições penais para caso de omissão de informações relevante sobre a natureza do produto ao consumidor (artigo 66), com detenção de três meses a um ano e multa. A mesma pena se aplica ao crime de publicidade enganosa (artigo 67, que trata das punições para esse caso).
FONTE: www.oglobo.com- Quarta-Feira, 11 de Outubro de 2006
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Secretaria de Estado da Saúde
Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual
Av. Ibirapuera, 981 - C.P. 8570 - CEP 04029-000 - Telefone: 5088-8000 - São Paulo
FORUM PERMANENTE DA NR-32
Convidamos todos funcionários da Saúde, a participarem do Forum Permanente da NR-32, que será realizado pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho - SEESMT do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual - IAMSPE, conforme programação abaixo:
19 de outubro de 2006
Horário das 13h às 18h
Período de Inscrição: 04/09 a 13/10/06
Inscrição Gratuita
Local: Anfiteatro B
Rua Pedro de Toledo, 1800
Vila Clementino - São Paulo-SP
Telefones para contato: 5088-8549 / 8547 / 8548
Fax: 5088-8542
Atenciosamente,
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Jefferson D. Teixeira da Costa
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Coordenador do Evento
Programação
Hora Tema / Palestrantes
13h20 Abertura da Mesa com Diretoria e Superintendência
13h50 Visão da Secretaria da Saúde NR-32
Dr. Otani
14h20
14h50 NR-32 Como implantar (passos)
Eng Jefferson D. Teixeira da Costa / IAMSPE
15h20 Dispositivos de Segurança
Enf. Tatiane C. Marques - B. Braun
15h45 Coffee
16h05 Gerencia/o de Resíduos Sólidos de Saúde como elaborar
Eng. João Carlos Gonçalves
16h35 PGRSS - Prevenção aos Riscos / Capacitação
Dr. Edson Ferreira da Silva
17h00 Debate (mesa com os Palestrantes)
APOIO PATROCÍNIO
GESTAS B. Braun
AMIAMSPE Santander Banespa
AFIAMSPE Nossa Caixa
Mais Projetos O Boticário
Instituto de Engenharia Ótica Arco-Íris
Instituto Holos APETECE
INPAME
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Olá pessoal!em uma UTI-neonatal como consultora de controle de infecção hospitalar.
A sonda do aparelho de ultra-som e ecocardiograma, que é muito pequena pois temos bebês de muito baixo peso, é desinfetada com álcool 70% entre um exame e outro. O cardiologista veio me perguntar se existe algum outro produto que possa ser utilizado nesta sonda e que não seja tão corrosivo para a borracha da sonda. Com o tempo o material é desgastado, e ele alega que a sonda é muito cara. Alguém tem alguma idéia melhor?
Muito obrigada,
Denise.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - BA
Abertas inscrições para curso na área de serviços de saúde
Entre os dias 1/10 e 16/11, estarão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Arquitetura de Sistemas de Saúde da Universidade Federal da Bahia (UFBA). O curso é referência na área de serviços de saúde e tem sido realizado a cada dois anos.
A especialização foi criada na década de 80 mediante uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Universidade de Brasília (UnB). Nos últimos anos, tem sido promovida por meio de um convênio entre a Anvisa e a UFBA, com participação de profissionais da maioria dos estados.
O objetivo é suprir a carência de profissionais habilitados na elaboração de projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
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(EAS) e de profissionais das vigilâncias sanitárias capacitados para analisar esses projetos.
O público-alvo são arquitetos e engenheiros, prioritariamente profissionais das vigilâncias estaduais e municipais, mas profissionais de nível superior que atuem como administradores de EAS podem cursar módulos isolados, como cursos de extensão.
Para mais informações: www.arqsaude.ufba.br.
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Restrições / Trabalhador
Caros listeiros :
Um funcionário do setor de apoio, soropositivo, que costuma testemunhar de sua cura divina entre colegas e pacientes , concluiu seu curso de enfermagem e pretende uma vaga neste setor.
As reações que produz no meio das pessoas é muito variada....
Solicito informações se há alguma sugestão, conduta , recomendação, experiência ou até mesmo (se houver) contraindicação para que um funcionário soropositivo exerça a função de técnico em enfermagem.
Grato,
Pedro
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Estou precisando de ajuda, no hospital que trabalho o piso do centro cirurgico é todo em manta de pvc e como é uma arquitetura antiga com a continuidade do uso de produtos de limpeza ele perdeu o brilho.
É costume o uso de cera do tipo do selagem no corredor, porem nunca dentro das salas. fui recentemente indagada pela equipe do CC se podem usar a cera na sala, mas nâo soube responder, por esta razão peço ajuda.
Desde já agradeço.
Andréa Maria
Medica-Recife
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Cooperasus / Qualisus
Projeto Qualisus contrata consultores
O Projeto de Investimentos para a Qualificação do SUS (Qualisus) estará oferecendo, a partir do ano que vem, uma parcela dos R$ 747,080 mil provida pelo Governo Japonês, por meio do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD (Banco Mundial), para serviços de consultoria.
Os serviços que serão contratados incluem: avaliação Econômica-Financeira; avaliação social; estudos de contratualização de hospitais no âmbito do SUS; organização de redes de atenção à saúde em municípios pólos de regiões metropolitanas brasileiras selecionadas; sistematização de guidelines e caracterização das respectivas linhas de cuidado; metodologia para diagnóstico da atenção à saúde em regiões metropolitanas, com ênfase nas linhas de cuidado definidas pelo Qualisus; capacitação das equipes gestoras do Qualisus nos
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estados; orientações, métodos e instrumentos para planos estaduais e projetos operativos; metodologia para definição de linhas de base do Qualisus nos estados.
Os interessados devem manifestar seu interesse através de carta com as seguintes informações: razão social; endereço completo; telefone/fax; responsável pela instituição; indicação dos estudos para os quais a instituição está manifestando interesse, e, no caso de instituição estrangeira, representante no Brasil com endereço completo.
Em complementação às informações anteriores, as instituições deverão anexar alguns documentos que indiquem sua qualificação para execução dos serviços. São eles: ato constitutivo da instituição e suas alterações, acompanhado de documentos que comprovem a nomeação de seus administradores; atestados e/ou declarações, em nome da instituição, em papel timbrado e assinado por algum contratante; relação dos principais estudos executados nos últimos dez anos e CV sintético dos principais pesquisadores e profissionais que irão atuar na realização dos estudos.
As manifestações de interesse e seus anexos deverão ser enviadas até as 17h do dia 24 de outubro ao Ministério da Saúde - Secretaria Executiva - Diretoria de Investimentos e Projetos Estratégicos - Coordenação Geral de Projetos, SEPN 510, Bloco A, 3º andar, sala 319, Bairro Asa Norte - Brasília, DF - CEP 70.750-521. Tel: (61) 3349-4515. Fax: (61) 3447-2568. E-mail: dipe@saude.gov.br, identificando o título do estudo para o qual está manifestando interesse. Mais informações, das 9 às 11h e das 14h às 17h, através dos contatos citados.
Informe COOPERASUS
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Resíduos de Serviços de Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
CAROS COLEGAS DO RISCO BIOLOGICO,
ESTOU ME INSERINDO NO GRUPO ESTA SEMANA , GOSTARIA DE SABER COMO FUNCIONA ?
ESTOU COM UM GRADE PROBLEMA TENHO QU REALISAR UM PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUO HOSPITALAR. E NÃO SEI COMO PROCEDER SEI QUE TENHO SEGUI ALGUMAS LEGISLAÇÃO DA VIGILÃNCIA SANITÁRIA E DO MS, MAS NÃO SE QUAS SÃO???
ALGUEM PODE ME AJUDAR
DEDE JÁ AGRADEÇO
RICARDO MENEZES
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Infecção pelo HIV/AIDS HIV/AIDS - Novas recomendações de testagem / CDC
Prezados listeiros,
O CDC, aparentemente, sugere uma maior ênfase na testagem de HIV em usuários dos sistemas de saúde, em geral. Significa, na prática, em todos os níveis de cuidado, avisar o seguinte: o (a) senhor (a) será testado (a), a menos que recuse!
Dizem que é "dólar efetivo"...
September 25, 2006 — The US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) recommend that diagnostic HIV testing and opt-out HIV screening be a part of routine clinical care in all healthcare settings, according to a report in the September 22 issue of the Morbidity and Mortality Weekly Report.
"Human immunodeficiency virus (HIV) infection and acquired immunodeficiency syndrome (AIDS) remain leading causes of illness and death in the United States," write Bernard
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M. Branson, MD, from the Division of HIV/AIDS Prevention, National Center for HIV/AIDS, Viral Hepatitis, STD, and TB Prevention, and colleagues. "Treatment has improved survival rates dramatically, especially since the introduction of highly active antiretroviral therapy (HAART) in 1995. However, progress in effecting earlier diagnosis has been insufficient."
The goals of these recommendations are to increase HIV screening of pregnant women and other patients in healthcare settings, to allow earlier detection of HIV infection, to identify and counsel persons with unrecognized HIV infection and refer them to clinical and prevention services, and to further reduce perinatal transmission of HIV in the United States. These revised guidelines update previous recommendations for HIV testing in healthcare settings and for screening of pregnant women.
These recommendations for HIV testing are intended for all healthcare providers in both public and private settings, including hospital emergency departments, urgent care clinics, inpatient services, substance abuse treatment clinics, public health clinics, community clinics, correctional healthcare facilities, and primary care.
The recommendations are limited to HIV testing in healthcare settings only, and they do not alter existing guidelines concerning HIV counseling, testing, and referral for persons at high risk for HIV who seek or receive HIV testing in nonclinical settings, such as community-based organizations, outreach settings, or mobile vans.
"To increase diagnosis of HIV infection, destigmatize the testing process, link clinical care with prevention, and ensure immediate access to clinical care for persons with newly identified HIV infection, IOM [Institute of Medicine] and other health-care professionals with expertise have encouraged adoption of routine HIV testing in all health-care settings," the authors write. "More patients accept recommended HIV testing when it is offered routinely to everyone, without a risk assessment."
Compared with previously published guidelines, these recommendations contain several major revisions.
- For patients in all healthcare settings, opt-out HIV screening is recommended, meaning that the patient is notified that testing will be performed unless the patient declines screening. Individuals at high risk for HIV infection should be screened for HIV at least annually.
General consent for medical care should be considered sufficient to allow consent for HIV testing, and separate written consent for HIV testing should not be required. In healthcare settings, prevention counseling should not be required with HIV diagnostic testing or as part of HIV screening programs.
"These revised CDC recommendations advocate routine voluntary HIV screening as a normal part of medical practice, similar to screening for other treatable conditions," the guidelines state. "Screening is a basic public health tool used to identify unrecognized health conditions so treatment can be offered before symptoms develop and, for communicable diseases, so interventions can be implemented to reduce the likelihood of continued transmission."
HIV infection meets all generally accepted criteria that justify screening: (1) it is a serious health condition that can be diagnosed while still asymptomatic, (2) HIV can be diagnosed by reliable, inexpensive, and noninvasive screening, (3) infected patients may gain years of life if treatment is started before symptoms develop, and (4) screening costs are reasonable compared with the anticipated benefits.
- For all pregnant women, opt-out HIV screening should be included in the routine panel of prenatal screening tests, and separate written consent for HIV testing should not be required. In certain jurisdictions with increased rates of HIV infection among pregnant women, repeat screening is recommended in the third trimester.
For pregnant women, screening has been shown to be significantly more effective than risk-based testing for detecting unsuspected maternal HIV infection and preventing perinatal transmission. Routine prenatal HIV testing with streamlined counseling and consent procedures has substantially increased the number of pregnant women tested.
The guidelines note that these recommendations apply equally to adolescents and that it is crucial to communicate test results to patients and to link patients who have received a diagnosis of HIV infection to prevention and care services.
"Although moving patients into care incurs substantial costs, it also triggers sufficient survival benefits that justify the additional costs," the authors conclude. "Even if only a limited fraction of patients who receive HIV-positive results are linked to care, the survival benefits per dollar spent on screening represent good comparative value."
MMWR Morbid Mortal Wkly Rep. 2006;55(RR-14):1-17.
O que vcs acham?
Roberto Fiszman
HUCFF / UFRJ
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