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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Caros colegas de lista,
gostaria de divulgar mais uma edição do Seminário de Meio Ambiente e Saúde da UNIFESP. Esta é a sexta edição deste evento que, embora seja intitulado III "Seminário", já aconteceu em outros com o nome de "curso". Já é, portanto, quase uma tradição, que mantém sempre o alto nível do debate científico,, com qualidade da informação associada ao questionamento e discussão crítica. Depois de abordar temas como resíduos, esgotos, ar climatizado, controle de água, sempre sob a ótica da qualidade e segurança da assistência hospitalar e do compromisso com o meio ambiente, este ano voltaremos ao tema RSS. Um evento de alto nível e gratuito... mais uma façanha da Dra. Ivani e uma grande oportunidade para todos.
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sds,
Vital Ribeiro
CVS-SES-SP
III Seminário Meio Ambiente e Saúde da UNIFESP
Biossegurança aplicada aos resíduos de saúde: uma abordagem crítica.
Local: Teatro Marcos Lindemberg - UNIFESP. Rua Botucatu, 860, Vila Clementino. São Paulo.
Data: 26 e 27 de setembro de 2006 - Diurno
Inscrições on line, site da Proex - UNIFESP http://proex.epm.br/ (eventos). Investimento social: 2 kg de alimento não perecível (um para cada dia de evento).
Coordenação: Núcleo de Avaliação e Controle Ambiental da Comissão de Epidemiologia Hospitalar do Hospital São Paulo - UNIFESP
Parcerias: Comissão de Resíduos da UNIFESP, Grupo de Resíduos do Hospital São Paulo, Centro de Vigilância Sanitária/SES/SP, Secretaria do Verde e Meio Ambiente/Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Público Alvo: Funcionários de Hospitais envolvidos na elaboração do PGRSS. Funcionários dos Hospitais da SPDM. Gestores e profissionais em geral envolvidos na gestão ambiental hospitalar. Graduandos com interesses na interface meio ambiente e saúde.
PROGRAMA
Dia 26/09/06 - Terça-feira - Período da manhã
8:30 Credenciamento dos pré-inscritos / inscrições
9:00-9:30 Abertura solene com convidados de vários órgãos governamentais
9:30 às 12:00 h Mesa de Discussão: Biossegurança aplicada aos sistemas de coleta, tratamento e disposição final de RSS: Condições mínimas para segurança sanitária e ocupacional
Convidados: Representantes da UNIFESP, HSP, CRF-SP, CVS, SVMA/CADES, Secretaria de Serviços/Limpurb, COVISA/SMS, SMA/CETESB e SINDHOSP
Moderador: Arquiteto Luis Sérgio Ozório Valentim - Ações sobre o Meio Ambiente/ CVS
Relator: Arquiteto Vital Ribeiro /CVS
Dia 26/09/06 - Terça-feira - Período da tarde
14 h - 17 h - Painel: Relatos de Experiências de Hospitais Públicos e Privados na elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Convidados: Gestores do Hospital Nove de Julho, Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Hospital Pirajussara, Hospital Municipal de Pedreira
Moderadores: Professor Dr. Paulo Boschcov - Presidente da Comissão de Resíduos da UNIFESP e Enf. Maria Cristina Camargo, Gerente de Gestão Ambiental do HSP, Coordenadora do Grupo de Resíduos do HSP.
Dia 27/09/06 - quarta-feira, Período da manhã
8:30 h - Painel com debate: Desafios da Gestão Ambiental Hospitalar (GAH) - Interfaces com a Biossegurança no manuseio de Resíduos químicos e radioativos, Gerencia de Risco, Engenharia e Arquitetura, Manutenção, SESMT, Laboratórios e Pesquisa aplicada.
Convidados: Professores do curso de Especialização em GESTÃO E CONTROLE AMBIENTAL EM SERVIÇOS DE SAÚDE da UNIFESP. Coordenador: Dra. Ivani Lucia Leme, coordenadora do NACA/CEH/HSP/UNIFESP
10:30 -12:00 - Desafios da Gestão Ambiental: o Reuso da Água em Instituições de Saúde. Engenheiro Plínio Tomaz, Consultor Sênior na área de Conservação da Água. CREA. Mediador: Prof. Renato Tagnin, Universidade SENAC.
Dia 27/09/06 - quarta-feira, Período da tarde
14:00 Palestra com debate: Quesitos de biossegurança no manejo e descarte de Medicamentos Quimioterápicos - Dr. Marcelo Gastaldi, Farmacêutico Consultor, Hosp-pharma, São Paulo e Farmacêutica Sueli Muyuki Yamauti, Setor de Quimioterápicos da Farmácia do Hospital São Paulo.
Moderadores: Representantes da Comissão de Resíduos do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo e Farmacêutica Ana Lucia Carlucci, pós-graduanda em Gestão e Controle Ambiental aplicados aos Serviços de Saúde da UNIFESP, turma de 2006.
16:00 Palestra: Desenvolvimento de Modelo didático para estudo de implantação de Gestão Ambiental aplicada a um serviço de saúde de grande porte.
Convidados: Dr. Vulmário Mendes Silva - Médico nefrologista, Stella Turini Catta Preta, Gestora em Saúde, Renata Martins, tecnóloga em saneamento e Silene Migliorini, farmacêutica-bioquímica, pós-graduandos em Gestão e Controle Ambiental aplicados aos Serviços de Saúde da UNIFESP, turma de 2006.
17:00 h - Encerramento: Dra. Ivani Lucia Leme, coordenadora do NACA/CEH/HSP.
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Programa de Proteção Respiratória
OLÁ AMIGOS ..
Entro em contato para solicitar ajuda, auxilio, help, socorro aos Tecnicos de Segurança ou conhecedores da área...
Trabalhamos em um hospital da capital paulista e estamos querendo desenvolver um PPR (Programa de Proteção Respiratória) e se não fosse muito gostariamos de receber informações, sugestões e até mesmo modelos deste Programa...
E aproveitando o ensejo tambem gostariamos de obter maiores informações sobre o PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO.
Alguem sabe da desobrigatoriedade da emissão deste documento?!
desde já agradecemos a colaboração
Tatiana / Rosangela
Hospital do Rim e Hipertensão
Fundação Oswaldo Ramos - UNIFESP
segtrabalho@hrim.com.br
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Diluição de Hipoclorito de Sódio
bom dia
gostaria muito de saber a verdadeira certa dentro de uma referencia para a diluição do hipolorito cada hora há uma informação distorcida e ficamos muito confusa se na nr onde ahá pouca conversa tem essa portaria cada professor de cursos falam linguagem diferentes.
grata
Angela Vaz
Enfermeira do setor de emergência
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Fórum Online
Boa tarde,
Gostaria de divulgar através do Risco Biológico, um Fórum de Microbiologia Clínica que criamos com a intenção de divulgar, discutir e reunir profissionais que tenham interesse no assunto.
O Fórum é livre, e para participar basta se inscrever para receber os avisos de atualização ou frequentar como visitante.
www.queroumforum.com/microbiologiaonline/
Um abraço,
Pedro F. Del Peloso
Microbiologia Clínica
Laboratório Richet
021-24301506
www.richet.com.br
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Informes e contatos Informe Riscobiologico.org – Novidades no Website
Prezados colegas,
Gostaríamos de divulgar as últimas novidades disponibilizadas no site Riscobiologico.org (www.riscobiologico.org):
Acidentes Ocupacionais e Exposição ao HIV: Atualização
:: Alcyone Artioli Machado Novo Panorama em Riscos Biológicos
:: Cristiane Rapparini ::
Slide s apresentados no VI Congresso Pan-Americano / X Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar
ABIH - Porto Alegre - 11 a 15 de 2006
Resumos de trabalhos sobre o tema "Riscos biológicos" apresentados no X Congresso de Controle de Infecção E Epidemiologia Hospitalar / VI Congresso Pan-Americano
Associação Brasileira dos Profissionais em Controle de Infecções
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e Epidemiologia Hospitalar
11 a 15 de setembro, 2006 - Porto Alegre, RS
Vale a pena conferir !
Equipe Riscobiologico.org
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Resíduos de Serviços de Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde
Sou Técnico em Segurança do Trabalho na área hospitalar, onde estamos querendo montar nosso Plano de Gerênciamento de Resíduos. Gostaríamos de saber se vocês podem nos enviar um modelo.
Atenciosamente,
Henrique de Souza Moreira
Segurança do Trabalho
Hospital Evangélico
Tel.: (27) 2121-3713
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Traquéias respiratórias – Secagem de traquéias CPAP
Prezados listeiros
Desejo obter informaçoes sobre a secagem das traquéias do CPAP, se alguém utiliza algum tipo de secadora, porque do jeito que se faz no hospital que trabalho elas acabam se contaminando durante este processo. Desde já agradeço a atençao.
Gostaria de reunir opiniões sobre o reprocessamento de escovinhas cirúrgicas. Embora a discussão sobre o tema "reprocessamento" tenha sido ultimamente muito levantada, existe ainda, apesar de todas as regulamentações, algumas dúvidas na equipe de contorle de infecção, central de material e centro cirúrgico do hospital que trabalho.
Agradeço as contribuições.
Fernando Molento
CCIH - Hospital Metropolitano
Belém
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Áreas de apoio Ar Condicionado - Doenças Respiratórias
Abel
Auxliar de enfermagem do trabalho
Ar condicionado e alergias respiratórias
O sistema de ar condicionado central contribui para o surgimento ou agravamento de alergias respiratórias. Isso porque o filtro de ar desses aparelhos não está preparado para reter as micropartículas- fungos, bactérias, mofos, ácaros e vírus- causadoras do mal. Salas amplas e cheias de gente trabalhando acabam se tornando ambientes insabulares, criando condições ideais para a proliferação das doenças provocadas por esse microorganismo.
(1) Saída de ar do duto de ventilação.
(2) Local por onde o ar entra e passa por uma tela (filtro) antes de ser resfriado.
(3) Serpentinas de resfriamento e desumidificação.
Funcionamento
O aparelho capta ar e o filtra
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antes de jogá-lo novamente no ambiente. O resfriamento é feito por serpentinas contendo gás refrigerante ou água gelada. Nesse processo, o ar é desumidificado, ou seja, perde umidade.
Em seguida, o ar refrigerado é jogado nos dutos de ventilação por um ventilador centrífugo de alta pressão. O problema, segundo os médicos, é que os dutos de ar jamais são limpos e a sujeira vai se acumulando dentro deles. Sistema de ar condicionado central.
Doenças
O ar frio paralisa os cílios (pêlos) que revestem as paredes do sistema respiratório e são encarregados de jogar para fora as impurezas que entram junto com o ar que respiramos. Assim, fungos, mofo, bactérias, vírus e ácaros permanecem no organismo livres para provocar doenças respiratórias de natureza alérgica.
As doenças do aparelho respiratório são sinusite, rinite, otite, amigdalite, faringite, bronquite, pneumonia, asma, gripes e resfriados. Gripes, por exemplo, abaixam as defesas e favorecem infecções mais sérias, como pneumonia.
Otite
Inflamação dos canais do ouvido, podendo ser externa e média(atrás dos tímpanos, que ficam cheios de pus)
Sinusite
Inflamação dos seios da face, chamados para-nasais(próximos do nariz)
Amigdalite
Inflamação das amígdalas, provocando dor, inchaço e pus
Renite
Inflamação dos sistemas internos do nariz
Prevenção
Evitar locais fechados com grande concentração de pessoas, por tempo prolongado, pois facilita a contaminação. Salas com carpete, o perigo é dobrado.
Mesmo que a pessoa não seja alérgica, a exposição aos elementos causadores de alergias (ácaros, fungos, mofo, poeira de local fechado, bactérias) acba sensibilizando-a. A pessoa torna-se, então, alérgica.
É preciso, portanto, evitar o contato com os causadores da alergia.
Estatísticas
20% a 42% da população urbana é alérgica.
Os Estados Unidos gastam US$ 6,4 bilhões ao ano tratando pessoas com asma.
Nos EUA, a rinite alérgica responde por 45 milhões de faltas nas escolas por ano.
Tratamento
Evitar permanência em ambientes insabulares por muito tempo.
Tratar a alergia quando as crises surgirem.
Tomar vacinas, quando tiver indicação.
Alérgicos e pessoas com mais de 50 anos devem tomar vacinas contra gripe, pneumonias e outras infecções respiratórias, provocadas por bactérias pneumococcus e pelo vírus haemophilus influenzae.
Tomar banho na temperatura ambiente (mais frio).
Fazer exercícios físicos.
Praticar natação preferencialmente em piscina fria ( a recomendação não vale para quem tem sinusite, porque a natação agrava o problema).
Lugares sem sol atraem fungos, ácaros e alergias
Janelas fechadas, cortinas ou persianas que não deixam entrar nem uma nesga de sol e um ar que entra pelas narinas levando aos pulmões algo mais que puro oxigênio. Se você mora ou trabalha num ambiente com ssas características, previna-se: lugares assim- onde apenas dez por cento do ar circulante é renovado com ar de fora do prédio- são propícios à proliferação das alergias respiratórias. Locais com refrigeração central são a habitação ideal para ácaros, fungos, bactérias e outroscausadores das alergias respiratórias.
Quando as salas são acarpetadas, então, o problema se agrava. "É impossível limpar o carpete, que sempre fica com resíduos de poeira", lembra o infectologista Edwin Castillo. Mas não pense que o ar condicionado em si seja uma maldição. É até recomendado para quem pode ter o equipamneto no carro. Especialmente no caso de quem é alérgico a pólen de flores e fumaça dos caminhões.
Também não representa perigo instalar em casa aquele aparelho pequeno, de parede, avalia Celso Rodrigues, chefe da Unidade de Pneumologia do Hospital de Base do Distrito Federal (FHDF). O ar é todo renovado pelo aparelho. Sai o ar quente do interior e entra novo ar de fora.
Mas há que se ter cuidado com a limpeza do filtro e da parte externa que reveste o aparelho. É que as fezes de pombos , por exemplo, representam perigo à saúde das pessoas. Quando secas elas podem ser aspiradas para dentro do sistema e ser levadas para o ambiente refrigerado. As fezes do pombo têm um fungo chamado criptococcus neoformans, que pode provocar pneumonia e meningite, lembra Edwin Castillo.
O calor do sol é o maior inimigo de fungos, ácaros e mofo. Por isso, recomenda o alergista Roberto Ronald Cardoso que deixe entrar em sua casa a luz do sol e o ar puro. Responsável pela Unidade de Alergia do HBDF, o médico lembra que evitar as causas das alergias respiratórias é fundamental. Significa manter a casa ou escritório livre da poeira, do mofo e dos insetos mortos. "O pó da barata morta, por exemplo, é um grande alergênico", garante o especialista.
Mas, em prédios públicos e de escritórios, essa estratégia não surte bons resultados, por causa das proporções do ambiente. E o sistema central de ar condicionado acaba perpetuando as doenças respiratórias.
Texto e imagens Correio Braziliense
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
I Simpósio de Meio Ambiente
29 de setembro de 2006
Hotel Shelton Inn
Programação
08:00h - 09:00h
Recepção dos Participantes (entrega dos materiais)
09:00h
Abertura
Fundação Unimed - Dr. Almir Gentil
09:30h - 10:00h
Responsabilidade Civil e Criminal
Dr. Fernando Faria Tabet - Advogado
10:00h - 10:15h
Debate
10:15h - 10:35h
Coffee-break
10:35h - 11:05h
Impactos Ambientais Provenientes do Consumo de Energia Elétrica
Engenheiro Márcio Jamas - Engeligth
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Qualidade em Energia
11:05h - 11:20h
Debate
11:20h - 11:50h
Atuação da VISA de São Paulo no acompanhamento e Fiscalização do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde
Arquiteto Vital Ribeiro - VISA/SP
11:50h - 12:05h
Debate
12:05h - 13:30h
Almoço
13:30h - 14:00h
Apresentação teatral - Coleta Seletiva uma Responsabilidade Social
ONG PUERAS
14:00h - 14:30h
Manejo dos Resíduos de Serviço de Saúde Segundo a RDC 306
Luiz Carlos da Fonseca e Silva - Médico Técnico da GINFS/GGTES ANVISA
14:30h - 14:45h
Debate
14:45h - 15:15h
Reúso de Água em Unidades de Saúde
Luciane Oliveira - Gerente de Engenharia / Hospital Samaritano
15:15h - 15:30h
Debate
15:30h - 15:50h
Coffee-break
15:50h - 16:20h
Certificação ISO 14001
Daniel Marque Périgo - Assessor de Qualidade -Unidade de Qualidade e Meio Ambiente - Fleury S.A
16:20h - 16:35h
Debate
16:35h - 17:05h
Projeto Unimed - Disposição final de resíduos
Arquiteto Leonardo Venâncio - Fundação Unimed
17:05h - 17:20h
Debate
17:20h - 17:50h
Qualidade do ar em Unidades Assistenciais de Saúde
Marcelo Gurgel - gerente comercial Nalco Brasil
17:50h - 18:00
Debate
18:00h
Encerramento
Realização/Apoio: Unimed Sorocaba
Taxa de Inscrição: R$ 50,00 (incluso coffee-break e almoço)
Pagamento: Depósito no Banco Unibanco (nº 409) - Agencia: 7636 - Conta Corrente: 104.255-9
Após o depósito o FAX do comprovante deve ser enviado para o Hospital nº 3229-3009
Para se inscrever: http://www.unimedsor.com.br/ficha_simpmeioambiente.php