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Legislação e normatizações Insalubridade - Vigias/Seguranças
Boa tarde a todos
Gostaria de levantar a seguinte situação.
Os vigias (Seguranças) que ficam na porta de clínicas e pronto socorro ou transitando pelos corredores dando orientações diversas a visitantes e são chamados para auxiliar funcionários da enfermagem a segurar pacientes em macas ou camas, devido agitação. A estes profissionais, cabe ou não o pagamento de adicional de insalubridade?
Grato
Cleber Barreto
Téc. Seg. Trabalho
Cleber Barreto
clebarreto@yahoo.com.br
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Saudações a todos,
Estamos implantando em nosso hospital o Centro de Alta Complexidade em Oncologia. Surgiram dúvidas em relacão ao tipo de tecido do capote utilizado.
Em pesquisa na OSHA observamos que o tecido deve ser pouco permeável, mas que tecido seria este? Deveria ser macacão ou avental?
Silvana Ramos Médica do Trabalho
Silvana Barros Enf.ª Quimioterapia
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Contaminação ocular por fungos
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
Suspeita é que o ReNu com MoistureLoc, da Bausch & Lomb,
provoque infecção
Suspenso produto para lente de contato
FABIANE LEITE
DA REPORTAGEM LOCAL
A empresa de produtos oftalmológicos Bausch & Lomb anunciou ontem a
suspensão temporária da comercialização no Brasil de um de seus produtos
para a limpeza de lentes de contato, o ReNu com MoistureLoc. Há suspeita, em
razão de investigações nos EUA, de que o produto esteja relacionado com
casos de contaminação ocular por fungos -o que pode levar à cegueira.
A Bausch & Lomb destacou que até o momento não houve registro de perda de
visão.
O produto consumido pelos brasileiros provém dos EUA. Mas não há casos de
infecção registrados no Brasil. A Bausch & Lomb já
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havia determinado nesta
semana a retirada do produto das prateleiras norte-americanas.
Outros países, além do Brasil e dos EUA, também foram afetados pela decisão
da empresa, mas o laboratório não informou quais.
Representantes do laboratório no Brasil não souberam informar a participação
do produto no mercado nacional. O Renu com MoistureLoc chegou ao país há
cerca de 70 dias, informou a empresa ontem à noite.
Uma investigação realizada pelo Centro de Controle de Doenças
norte-americano mostrou que, de 28 usuários de lentes de contato com
infecção, 21 relataram ter utilizado somente produtos da marca ReNu -entre
elas a versão MoistureLoc.
Os primeiros casos de contaminação, no entanto, ocorreram em Cingapura,
Malásia e Hong Kong.
"A lente de contato impregnada por fungo pode levar à uma infecção grave.
Mesmo tratada e curada, muitas vezes pode ser necessário um transplante de
córnea. E quando não tratada, pode causar cegueira", afirmou Rubens Belfort,
titular da Oftalmologia da Universidade Federal de SP. "Fizemos um
rastreamento e não há registro de casos no Brasil", afirmou ainda o
professor.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pela segurança dos
remédios no Brasil, foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou
sobre o caso. Médicos oftalmologistas vinham cobrando do órgão providências,
após a retirada do produto nos EUA nesta semana.
Produtos permanecem
O laboratório destacou que seguem no mercado outros três produtos para
limpeza de lentes de contato da linha ReNu que podem ser utilizados segundo
a orientação do oftalmologista.
FONTE: www.folha.com.br - 14/04/06
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Hemodiálise / Contaminação de água
Repassando.
Paulo Roberto Rebello
13/04/2006 - 16h19m
Hospital suspende serviço de hemodiálise por causa de contaminação da água
Letícia Lins - O Globo
RECIFE - O serviço de hemodiálise do hospital Barão de Lucena - um dos maiores da rede pública de saúde no estado - encontra-se suspenso, porque uma inspeção de rotina da Vigilância Sanitária Estadual detectou presença de mercúrio na água utilizada pelos doentes renais. A concentração detectada é 2,5 maior do que o nível máximo permitido. A maior parte dos 85 pacientes que se submetia ao tratamento foi deslocada para outros hospitais.
O problema só foi encontrado porque na inspeção de rotina foi realizado por engano um outro tipo de exame na água do hotel. É a primeira vez que se acha
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mercúrio na água usada para hemodiálise no estado.
Técnicos do próprio hospital e da Secretaria de Saúde investigam o motivo da contaminação. Em princípio, acredita-se que ela tenha ocorrido a partir de um defeito na bóia utilizada nos tanques de armazenamento de água do hospital.
Em 1996, 136 pessoas foram intoxicadas e 106 morreram devido à contaminação da água usada na hemodiálise no Instituto de Doenças Renais de Caruaru, que atendia a pacientes de todo o agreste pernambucano.
A clínica era abastecida por caminhões-pipa e a água ficava armazenadas em tanques. O ambiente facilitava a proliferação de bactérias que liberavam uma toxina fatal. Esta toxina provocava hepatite, fazendo com que os doentes renais, já debilitados, entrassem em coma, com o fígado em colapso.
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Resíduos de Serviços de Saúde Descarte de fixadores ortopédicos
Boa Noite
Por favor,solicito informações sobre o descarte dos fixadores ortopédicos usados nas cirurgias ortopédicas,como devo acondicionar?Que tipo de tratamento?
Agradeço.
Josandreia B. Oliveira
Enfermeira PGRSS - HGIS
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Legislação e normatizações Legislação NR32 - Calçados fechados
Bom dia colegas de lista
Estamos implantando a NR 32 em nosso Hospital e encontrando algumas dificuldades quanto a alguns ítens.
Um deles é:
32..24.5 - O empregador deve vedar:
e) o uso de calçados abertos.
Em nossa instituição não fornecemos calçados para a Enfermagem e agora como a Norma nos obriga a vedar o uso de calçados abertos alguns funcionários alegam que: se a instituição obriga o uso ela deve fornecer o calçado. O que vocês acham disso?
ABRAÇOS "Feliz Páscoa a Todos"
Valter
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Conceitos e condutas gerais Testagem de paciente-fonte - Consentimento
Meu nome é Milton, sou médico do trabalho e faço parte do SESMT de um Hospital de nível terciário. Gostaria de receber opiniões a respeito da seguinte situação: um paciente encontrava-se anestesiado sendo submetido a uma laparotomia exploradora. Durante o ato cirúrgico, o cirurgião sofre um acidente pérfuro-cortante com a agulha de sutura e, pelas características do ferimento, o mesmo é de alta probabilidade de contaminação pelo HIB, hep. B e C. O profissional acidentado solicitou de imediato a colheita de sangue sua e do paciente para a feitura dos testes recomendados, inclusive do teste rápido, porém o hospital negou-se a colher o sangue do paciente, com a alegativa de que para isso precisaria da autorização do mesmo. Sabendo-se que a
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eficácia máxima da quimioprofilaxia para o HIV é de 81% quando instituída dentro das primeiras 2hs. após o acidente, pergunto:
1. foi ético e lícito o hospital ter agido desta maneira?
2. caso, devido as circunstâncias, o sangue do paciente tivesse sido colhido, haveria infração ética e penal?
3. caso, por uma fatalidade, o paciente fosse HIV+ e o profissional fosse contaminado, o mesmo não poderia ajuizar ações de dano moral e físico contra o hospital pela não feitura do exame?
4. o profissional poderia ter colhido exame alegando "legítima defesa" da sua saúde?
5. deveríamos agir como se fosse paciente-fonte desconhecido e instituir logo as medidas profiláticas adequadas?
Aguardo opiniões.
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Centro Cirúrgico e CME Cirurgias - Microrganismos multirresistentes
Olá Pessoal!!!
Gostaria de saber de vocês , como é a rotina no centro cirúrgico para a realização de cirurgias em pacientes colonizados ou com infecção vigente por bactérias multirresistentes e também a rotina para realização das cirurgias infectadas. Nas literaturas tenho visto que não há recomendações de horário ou limpeza terminal após cirurgias infectadas. É correto? podemos realmente seguir essa recomendação ou podemos tentar direcionar as rotinas dessas cirurgias?
Um grande abraço a todos!!
Aproveito para parabenizar ao pessoal organizador da lista e a todos os listeiros pelas discussões, que tanto nos ajudam e nos eriquecem profissionalmente e pessoalmente!!
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