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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos - Situação SP
Aumenta nossa decepção com as atuais políticas públicas.....
Tínhamos tantas esperanças mas, a cada dia que passa, a cada postura tomada, mais desacreditamos...
Progredimos de um lado, retrocedemos de outro
Qual terá sido a "intenção" da prefeitura com a extinção da taxa do lixo? Porque isso foi feito? Qual a finalidade?
Consciência ambiental é que não foi.
Será que a população já aprendeu a separar e dar um destino mas consciente para seus resíduos?
Logicamente que não....muito pelo contrário.....geração de 12 mil e 14 mil toneladas de lixo domiciliar e comercial por dia.... Sem falar em entulhos e lixo hospitalar onde não está sendo nem ao menos sendo cumprida a legislação preconizada pela ANVISA que obriga esse destino correto.
Nossa preocupação
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é que, se continuarmos a "jogar tudo no lixo"...em breve não termos mais nada para jogar....
Se a mentalidade não for modificada e as pessoas passarem a ter um pouco mais de raciocínio e lembrar que
NO UNIVERSO NADA SE PERDE NADA SE CRIA, TUDO SE TRANSFORMA.....em pouco tempo, toda a matéria existente sobre a terra estará "enterrada"....
Será que as pessoas ainda não acordaram?
Será que as pessoas não se importam?
Qual será o futuro de nossa população?
Talvez estejamos tentando arrumar uma situação que não tenha mais solução.
Parece que as pessoas não estão preocupadas com nada além do "seu jardim"....
De um lado, uma população desinformada, desinteressada, descomprometida, consumista.
De outro, grandes "empresários" do lixo com grande interesse em que mais e mais lixo seja gerado
E para completar o quadro tétrico e patético...temos no centro de tudo a prefeitura, apática, conivente e
........fazendo "meio de campo" com os dois...tira a taxa do lixo e aumenta o loby dos empresários....isso é o fim!
Infelizmente, neste final de ano, este é o nosso parecer e o nosso desencanto....
Célia Wada
O ESTADO DE S.PAULO - 23/12/2005
Avanços na água e recuo no lixo
Washington Novaes
Quase ao mesmo tempo em que o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) aprovava a cobrança pelo uso da água em todas as bacias hidrográficas brasileiras e a Assembléia Legislativa paulista votava o Projeto de Lei 676/2000, que também prevê essa cobrança pelo uso de recursos hídricos nas bacias do Estado, a Câmara Municipal paulistana decidia extinguir a cobrança, em vigor há três anos, da Taxa do Lixo em residências da capital e em outros geradores de até 200 litros diários de resíduos. Dois avanços e um recuo.
Com a aprovação da lei na Assembléia paulista, estarão sujeitos à cobrança de taxa pelo consumo de água a indústria, a agricultura, empresas de abastecimento e consumidores domésticos de mais de 10 metros cúbicos (10 mil litros) por mês, ou seja, mais de 330 litros por dia. Quem consumir mais pagará, no máximo, um centavo por metro cúbico. E se concedeu um prazo de quatro anos para que os irrigantes agrícolas se adaptem - ou seja, concedeu-se uma isenção temporária exatamente a alguns dos maiores consumidores (e desperdiçadores de água em pivôs centrais, mais de 50% do total consumido). A arrecadação prevista com a cobrança é de R$ 453 milhões anuais.
É um avanço importante, porque fortalecerá a consciência da relativa escassez de recursos hídricos e da necessidade de conservar esse bem decisivo, como observou este jornal em editorial (O custo da água, 19/12, A3). Levará certamente indústrias paulistas (que consomem 3,6 bilhões de metros cúbicos por ano) a tratar a água usada e reutilizá-la. Como levará as empresas de abastecimento, que distribuem 3,2 bilhões de metros cúbicos anuais, a cuidar mais da conservação das redes urbanas, onde o desperdício é alto. E conservar um litro de água pode custar entre cinco e sete vezes menos que gerar um litro "novo". Resta ver se os sistemas de financiamento, principalmente bancos públicos, passarão a privilegiar projetos de conservação de redes, assim como equipamentos mais econômicos na irrigação.
Já com a decisão do CNRH se espera que as bacias hidrográficas nacionais, onde serão aplicados os recursos advindos da cobrança pelo uso da água, venham a arrecadar R$ 40 bilhões - dinheiro mais do que necessário, diante da degradação de todas as bacias, do extremo sul do País à Bahia, segundo a Agência Nacional de Águas.
Quanto à extinção da Taxa do Lixo no Município de São Paulo, é uma decisão a lamentar. Alega-se que já havia uma cobrança embutida no IPTU. Mas teria sido melhor abolir esta e manter a Taxa do Lixo, pela mesma razão da cobrança pelo uso da água - criar consciência da necessidade de reduzir a geração de resíduos. Segundo algumas notícias, nos seus três anos de vigência a taxa contribuiu para uma queda em torno de 15% no lixo domiciliar e comercial gerado. E produziu uma arrecadação de R$ 195,8 milhões anuais.
No Brasil, costuma-se esquecer que o primeiro objetivo de uma política competente de resíduos deve ser exatamente reduzir a sua geração. Porque os padrões de produção e consumo no mundo já são insustentáveis. E porque é cada vez mais difícil encontrar áreas para deposição do lixo.
A cidade de São Paulo está gerando entre 12 mil e 14 mil toneladas de lixo domiciliar e comercial por dia. Seus aterros só têm capacidade para receber resíduos durante mais uns três anos - colocando São Paulo na mesma situação de Curitiba, Belo Horizonte, Recife e outras, que já não têm lugares adequados para recebê-los. Problema semelhante ao de Nova York (Estados Unidos), que manda suas 12 mil toneladas diárias por caminhão para 500 quilômetros de distância, pagando US$ 720 mil por dia (US$ 30 por tonelada para transportar, outros US$ 30 para depositar em aterros privados). Ou de Toronto (Canadá), que também esgotou seu aterro e tem de mandar seus resíduos em comboio ferroviário especial para 800 quilômetros de distância, gastando US$ 100 milhões anuais.
São Paulo já deveria ter dois novos aterros (privados) em implantação, mas isso está enrolado na complicada negociação com empresas privadas quanto ao preço dos serviços de coleta e deposição, em torno de R$ 10 bilhões por 20 anos. E implantar um novo aterro é dificílimo: ninguém o quer por perto; é indispensável uma área grande, com lençol freático profundo (para não contaminar lençóis subterrâneos), ventos que não espalhem odores indesejáveis, rede viária capaz de suportar o intenso trânsito de caminhões.
Nos países com políticas de resíduos mais eficientes, a cobrança proporcional à geração é a regra. Na Alemanha, por exemplo - onde o consumidor paga uma taxa que varia segundo o volume do contêiner que usa e ainda tem de separar o lixo -, a cobrança levou em poucos anos a uma redução de quase 20% nos resíduos gerados. E à redução quase a zero do lixo destinado a aterros. Quase tudo é reciclado ou incinerado para gerar energia. Em São Paulo, hoje, se reciclam 1.800 toneladas por mês, menos de 1% do lixo coletado. Sem falar em entulhos e lixo hospitalar.
E sem falar na inacreditável mistura das políticas de lixo com financiamento de campanhas eleitorais, evidenciada nas CPIs em andamento. Mistura que se explica pelo imenso volume de dinheiro envolvido na coleta e disposição do lixo no País. São 229 mil toneladas diárias coletadas, segundo o IBGE. Se se tomar um preço médio de R$ 30 por tonelada coletada, serão quase R$ 7 milhões por dia no País, ou mais de R$ 2 bilhões por ano. E hoje grande parte da operação está a cargo de empresas que não têm interesse em reduzir o lixo, porque ganham por tonelada coletada.
É uma área em que as políticas públicas ainda terão de avançar muito.
Washington Novaes é jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br
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Gostaríamos de comunicar a publicação de excelente material na MMWR sobre
estratégias para eliminação da transmissão do vírus da hepatite B nos Estados Unidos.
Ele pode ser integralmente acessado no endereço:
http://www.cdc.gov/mmwr/ PDF/rr/rr5416.pdf
O link já está na primeira página do site (www.riscobiologico.org).
Abaixo segue o resumo sobre a publicação.
Um abraço
Equipe Riscobiologico.org
Recommendations and Reports - Volume 54, No. RR-16 - December 23, 2005
A Comprehensive Immunization Strategy to Eliminate Transmission of Hepatitis B Virus Infection in the United States
Recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP)
Part 1: Immunization of Infants, Children, and Adolescents
This report is the first of a two-part
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statement from the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) that updates the strategy to eliminate hepatitis B virus (HBV) transmission in the United States. The report provides updated recommendations to improve prevention of perinatal and early childhood HBV transmission, including implementation of universal infant vaccination beginning at birth, and to increase vaccine coverage among previously unvaccinated children
and adolescents. Strategies to enhance implementation of the recommendations include
1) establishing standing orders for administration of hepatitis B vaccination beginning at birth,
2) instituting delivery hospital policies and procedures and case management programs to improve identification of and administration of immunoprophylaxis to infants born to mothers who are hepatitis B surface antigen (HBsAg) positive and to mothers with unknown HBsAg status at the time of delivery, and 3) implementing vaccination record reviews for all children aged 11--12 years and children and adolescents aged <19 years who were born in countries
with intermediate and high levels of HBV endemicity, adopting hepatitis B vaccine requirements for school entry, and integrating hepatitis B vaccination services into settings that serve adolescents.
The second part of the ACIP statement, which will include updated recommendations and strategies to increase hepatitis B vaccination
of adults, will be published separately.
Appendix A: Case Finding and Management of Hepatitis B Surface Antigen (HBsAg)--Positive Persons During Delivery of Vaccination Services
Appendix B: Immunization Management Issues
Appendix C: Postexposure Prophylaxis of Persons with Discrete Identifiable Exposures to Hepatitis B Virus (HBV)
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Website
Portal disponibiliza teses sobre saúde pública na internet
Está no ar o Portal de Teses e Dissertações da Biblioteca Virtual de Saúde Pública - BVS - http://thesis.cict.fiocruz.br/.
O Portal que foi criado com o objetivo principal de estimular a disseminação e integração dos conhecimentos e práticas de saúde veiculados nas teses de saúde pública é apoiado pela BIREME e liderado pela Biblioteca da ENSP, com a colaboração das Bibliotecas da Faculdade de Saúde Pública da USP e do Instituto de Medicina Social da UERJ. Navegue pelo Portal.
O portal pretende ainda oferecer uma visão de conjunto das dissertações e teses na área de saúde pública; dando tratamento digital e veiculação eletrônica com atualização permanente das dissertações e teses, além de possibilitar a
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dinamização do acesso através da integração com a BVS Saúde .
Equipe Riscobiologico.org
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Prezados Colegas do Risco Biológico
Aí vai uma sugestão para as férias:
Abraços
Liliana Junqueira de P.Donatelli
Bióloga CRB 18469/01-D
Mestranda em Saúde Coletiva- Faculdade de Medicina de Botucatu-UNESP
Consultora de Biossegurança em Saúde Cristófoli
Tel-14-3224-1003 14-9771-5273
E-mail lilianadonatelli@uol.com.br
Email consultoria@cristofoli.ind.br
CURSO DE ATUALIZAÇÃO
O Departamento de Saúde Pública da FMB-UNESP promove em fevereiro de 2006 ,curso de INTRODUÇÃO À ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO.
O Curso é organizado e ministrado pelo professor As Dr. Ildeberto Muniz de Almeida, pela T.O. Renata Bonequini (coordenadora do CRST da Prefeitura Municipal de Botucatu) e pelo eng Érico Guerreiro (doutorando em Engenharia de produção UFSCar).
Local e datas:
Faculdade de Medicina de Botucatu - salas 1 e 2 do Vestiário Central (ao lado da Cantina)
Dias: 08, 09 e
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10 (quarta a sexta feira) e
15, 16 e 17 de fevereiro.
Horário> 14 às 18 horas.
Justificativa:
No Brasil a realização de análises ergonômicas de atividades é obrigatória para empresas com empregados celetistas, conforme determinação da Norma Regulamentadora 17, da Portaria MTE 3214/78, com nova redação dada pela Portaria MTE 3751, de 23/11/99.
Atualmente as estatísticas oficiais de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho mostram elevadas incidências de distúrbios músculo-esqueléticos cuja origem e evolução é largamente associada a inadequações dos sistemas de trabalho que podem ser identificadas e corrigidas com intervenções ergonômicas.
A Ergonomia constitui campo de conhecimento que oferece metodologia e técnicas adequadas para análise e compreensão de situações de trabalho de maneiras a possibilitar sua transformação visando melhorias da segurança, da saúde e da produtividade desses sistemas de trabalhos.
Objetivos do curso:
Apresentar conceitos básicos da Ergonomia da Atividade, apresentar a metodologia de análise ergonômica do Trabalho e discutir exemplos de sua aplicação.
Conteúdo programático:
Análise ergonômica do trabalho e Conceitos fundamentais da Ergonomia
Metodologia de Análise ergonômica
Ergonomia e Saúde
Ergonomia cognitiva
Ergonomia e segurança do trabalho.
Clientela:
Profissionais de saúde e segurança (médicos do trabalho e engenheiros de segurança do trabalho, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas) engenheiros de métodos e processos, arquitetos, psicólogos, desenhistas industriais, técnicos de segurança do trabalho, cipeiros, profissionais ligados à higiene do trabalho, sindicalistas, desde que atendam os seguintes critérios:
Condições para inscrição:
Comprovante de pagamento da taxa de inscrição.
(R$ 200,00)
Informações complementares:
www.fmb.unesp.br (vide informações sobre o curso)
email: dspaula@fmb.unesp.br (informações verbais ou solicitar envio de folder)
14 3882 3309 ou 14 3811 6352 ou 6200.
Resultados previstos:
Constituir embrião de grupo de interessados no estudo da Ergonomia
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Conceitos e condutas gerais Cateteres vasculares - Heparinização
Bom dia listeiros,
Alguém poderia me informar sobre heparinização em Porth_a Cath?
É obrigatório, recomendável, ou questionável?
Estamos em dúvida em minha unidade hospitalar sobre a melhor conduta.
Muito obrigada
Ana Beatriz
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Esclarecimentos sobre Pesquisa
Fiocruz esclarece a pesquisa de malária no Amapá
Esclarecer a opinião pública sobre a pesquisa de malária desenvolvida no Amapá, atualmente suspensa pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), após denúncia de que os pesquisadores estariam fazendo os moradores da comunidade do São João do Pirativa de cobaias. Este é o principal objetivo do encontro entre jornalistas do Rio de Janeiro e um das coordenadoras do trabalho, a pesquisadora Mércia Arruda. O estudo, que tem a participação da Fiocruz, é coordenado pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, e tem parceria da Universidade de São Paulo (USP), da Secretaria de Vigilância em Saúde do Amapá e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). O encontro ocorrerá nesta quarta-feira, dia 21/12,
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às 14h, no Castelo de Manguinhos (Avenida Brasil, 4365 - Manguinhos)
A Fundação desenvolve, no local, em parceria com a Universidade da Flórida, a Universidade de São Paulo (USP), a Secretaria de Vigilância em Saúde do Amapá e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), uma pesquisa com intuito de desenvolver estratégias para o controle da doença, utilizando parâmetros entomológicos de transmissão, como, por exemplo, o tempo de vida médio do mosquito, local onde habitam (dentro ou fora das casas) e hábitos de se alimentarem (sangue do homem ou de animais). Esses e outros parâmetros podem vir a ajudar na prevenção de possíveis surtos de malária.
Financiado pelo Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos, o projeto foi previamente aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP (protocolo nº 613/2002), pelo Comitê de Ética do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães (CPqAM), unidade da Fiocruz em Pernambuco, pelo Comitê de Ética da Universidade da Flórida (registro n° 473/2002) e pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), sob o processo nº 25000.112116/2001-19.
Mensagem encaminhada pelo colega Silvio Valle
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Assuntos diversos Arquitetura e Engenharia Segurança nos Estabelecimentos
Gente
A função primeira da Engenharia/Arquitetura em um EAS, é diminuir a probabilidade de um evento causar dano, que é o risco, portanto a primeira função dos engenheiros e arquitetos é a segurança.
Visto isto temos que ter sempre em mente que humanizar o atendimento é antes de tudo atender a Teoria de Risco e também atender bem quem procura os EAS.
Infelizmente aconteceu um acidente em um EAS, notícia abaixo, e aí vale a pergunta, "Será que vale a pena fazer o risco aumentar colocando vidros em EAS em nome da tal da "Humanização".
Vamos aproveitar, (se é possível aproveitar as tragédias), esta tragédia para raciocinar sobre isto!!!!!!!!!!!!!!
Abraços
André
18/12/2005 - 20h30m
Acidente com aquário em hospital deixa quatro feridos
O Globo
RIO - Um
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acidente com um aquário inaugurado há 11 dias na recepção do Hospital São Lucas, em Copacabana, deixou quatro pessoas feridas, na madrugada de domingo. O aquário não resistiu a pressão e estourou ferindo parentes e acompanhantes de pacientes da emergência. Os feridos foram atendidos no próprio setor.
O caso mais grave foi o de um adolescente de 15 anos que sofreu cortes no pescoço, no ombro, na coxa e no punho esquerdo. Ele está em observação no CTI, onde há cinco anos, o hospital instalou um outro aquário. De acordo com os boletins médicos, todos os feridos estão fora de perigo. Catarina Rosaiba, de 48 anos, recebeu alta na manhã deste domingo. Rafael Monteiro, de 23 anos, teve cortes nas mãos e na cabeça e Andréia Cristina Soares, de 28 anos, foi atingida no ombro esquerdo.
O aquário media 1,10 metro de altura, 2,20 metros de largura e 25 centímetros de profundidade, com capacidade para 600 litros d´água. A direção do hospital informou que a empresa Ecotop Aquários, responsável pela instalação, está realizando uma perícia para descobrir as causas do acidente. O caso foi registrado na 13ª DP (Copacabana).
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Assuntos diversos Arquitetura e Engenharia - Projetos e Acabamentos
Olá, Sou Alessandra
Tenho algumas dificuldades para convencer o administrador da clínica em que trabalho em relação às práticas de controle de infecção relativas à projetos(acabamentos, melhores produtos a utilizar).Se deixar eles saem ladrilhando toda a clínica incluindo áreas críticas.
Alguém conhece outras referências fora a RDC 50 da Anvisa?
Ficarei grta pela ajuda
Atenciosamente
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso de Especialização - RJ
A UNIVERSIDADE GAMA FILHO está oferecendo desde 1996 o Curso de Especialização em Prevenção e Controle de infecções Hospitalares para profissionais com graduação na área de saúde.
As aulas sãoministradas na Unidade UGF Candelária, no centro do Rio de Janeiro, aos sábados quinzenalmente.
Temos previsão de início da nossa 20ª turma em março de 2006.
Inscrições podem ser feitas no site da UGF www.ugf.br
O corpo docente é composto por profissionais que atuam em controle de infecções hospitalares (especialistas, mestres e doutores).
DISCIPLINAS:
Introdução ao Estudo das Infecções Hospitalares
Biossegurança
Microbiologia
Bioestatística
Controle de Infecção Hospitalar nos Serviços de Apoio
Engenharia e Arquitetura Hospitalar
Processamento de Artigos e Superfície
Metodologia da Pesquisa
Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde
Sistemas de Tratamento de Água de Hemodiálise
Epidemiologia I e II
Antimicrobianos
Medidas
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de Prevenção de Infecção Hospitalar
Informática Aplicada à Epidemiologia
DOCENTES:
Prof. MSc André Luis E. Lopes
Profª Esp. Carla Cardoso Assad
Prof. MSc Eduardo Almeida R. de Castro
Prof. Esp. Fernando José Magalhães Pinto
Profª Drª Marcia Valéria Rosa Lima
Prof. Espc. Marguerita Abdalla
Prof. MSc Maurício Andrade Perez
Profª Drª Marilda Andrade
Prof. MSc Neusa Christina da C. Schapanski
Prof. MSc Paulo Roberto Rebelo
Profª Esp. Sonia Silva Ramirez
Prof. MSc Vera Pantoja Mendes Pinto
Coordenação Profª Drª Lia Galvão
DOCENTE UGF
CCIH HGB/MS-RJ
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