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Conceitos e condutas gerais Viabilidade dos vírus das Hepatites B e C e HIV
Gostaria de saber se há literatura com tempo de virulência do HIV, Hepatite B e C, fora do nosso organismo, como em superfícies e artigos com presença de sangue após horas.
Eliane C.G.Carriço
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta ANVISA Procedimentos endoscópicos com anestésicos
Alerta sobre procedimentos endoscópicos com anestésicos
A Anvisa lança alerta aos profissionais da área de saúde que trabalham com procedimentos endoscópicos sobre a ocorrência de eventos adversos envolvendo a utilização de anestésicos em estabelecimentos de assistência à saúde.
A utilização de todo medicamento requer o conhecimento técnico-científico para que o efeito desejado seja alcançado. Nos procedimentos endoscópicos em que a lidocaína é administrada, deve-se ter em mente alguns parâmetros mínimos, especialmente relacionados à superdosagem e a interações potenciais com outros medicamentos.
Investigações preliminares das vigilâncias sanitárias de Minas Gerais e da Bahia, estados onde o produto foi manipulado e utilizado, indicaram a existência de irregularidades e de falhas nos processos de realização do exame e no processamento dos artigos médicos, incluindo
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o uso incorreto do medicamento.
Informe aos profissionais de saúde sobre procedimentos endoscópicos em serviços de saúde e assuntos relacionados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) alerta os profissionais da área para a ocorrência de eventos adversos envolvendo a utilização de anestésicos e a realização de procedimentos endoscópicos, em estabelecimentos de assistência à saúde.
No último dia 12 de agosto, foi notificada à Anvisa a ocorrência de 03 óbitos e 12 reações adversas graves em pacientes que utilizaram o anestésico lidocaína em endoscopias, no município de Itagibá, há 370 Km de Salvador/BA.
As investigações preliminares das vigilâncias sanitárias de Minas Gerais e da Bahia, estados onde o produto foi manipulado (MG) e utilizado (BA), indicaram a existência de irregularidades e de falhas nos processos de realização do exame e no processamento dos artigos médicos, incluindo a utilização incorreta do medicamento.
Anestésicos: lidocaína
A utilização de todo medicamento requer o conhecimento técnico-científico para que o efeito desejado seja alcançado. Nos procedimentos endoscópicos em que a lidocaína é administrada, deve-se ter em mente alguns parâmetros mínimos, especialmente relacionados à superdosagem e a interações potenciais com outros medicamentos.
Os dados preliminares da investigação dos óbitos na Bahia levaram a Anvisa a
determinar a proibição do uso em todo o país, das formas (a) líquidas (solução oral) para uso interno e (b) spray do medicamento lidocaína, que não disponham de aplicador que garanta a exatidão da dose aplicada.
Essas formas de apresentação do produto não garantem a segurança aos usuários.
Qualquer erro na dosagem pode resultar em altas concentrações da substância no organismo do paciente, levando a reações adversas graves e até mesmo à morte.
A decisão tomada pela Agência deveu-se aos riscos da rápida absorção da lidocaína pelo trato gastrintestinal
(http://www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2005/300805_4.htm)
O anestésico deve ser administrado com auxílio da válvula de jato spray, já que cada jato apresenta concentração definida para cada dose aplicada.
Recomenda-se que seja verificado, junto à farmácia, o volume e a dose equivalente por jato para que seja calculada a dose para o paciente, conforme sua condição clínica. O produto industrializado oferece maior segurança quanto à variabilidade da dose administrada.
A dose de lidocaína, em mg/kg, deve ser calculada de acordo com a condição clínica do paciente, especialmente em neonatos, crianças e idosos. O médico deverá orientar o enfermeiro quanto à dose e ao número de jatos a serem administrados
Exemplo: partindo de uma solução de lidocaína a 10% e utilizando a válvula spray que tenha a vazão máxima de 0,15ml por jato. Em cada jato spray será administrada a quantidade de 15mg de lidocaína.
O medicamento não deve ser administrado em "copinhos", seringas, almotolias ou por outro tipo de borrifador que não seja o específico para o produto.
O paciente deve ser orientado a não deglutir a solução de lidocaína.
Em adultos saudáveis, a dose máxima individual recomendada de lidocaína com
epinefrina é de 7mg/kg e em geral é a máxima dose total não deve exceder 500 mg.
..."a dose máxima da lidocaína sem vasocontritor não deve exceder 4,5 mg/kg e, em geral, é recomendado que a dose máxima total não exceda a 300 mg (Prod Info Xylocaine(R), 2000)".
Os dados disponíveis na literatura indicam que níveis plasmáticos inadequados da substância podem favorecer a ocorrência de arritmias ventriculares, hipertensão severa e persistente e acidentes cerebrovasculares..
Manipulação de medicamentos
É importante ressaltar a necessidade de padronização dos medicamentos a serem utilizados durante os procedimentos endoscópicos e, atenção especial deve ser dispensada à origem do produto.
A farmácia magistral deve estar devidamente regularizada junto às Autoridades
Sanitárias competentes. E também atender estritamente às prescrições médicas correspondentes a cada medicamento que for manipulado para ser, posteriormente, dispensado.
O estabelecimento farmacêutico deve:
a) possuir Licença de Funcionamento, atualizada, expedida pela autoridade sanitária local, bem como a Autorização de Funcionamento concedida pela autoridade federal;
b) ter devida habilitação para manipular o medicamento ou produto para a saúde
proposto, além de possuir Autorização Especial, expedida pela Anvisa, quando se tratar de manipulação de substâncias sujeitas a controle especial;
c) atender às Boas Práticas de Manipulação (BPMF), conforme o Regulamento Técnico que fixa os requisitos mínimos exigidos para a manipulação, fracionamento, conservação, transporte, dispensação de preparações magistrais e oficinais, alopáticas e ou homeopáticas, e de outros produtos de interesse da saúde;
A comercialização de medicamentos manipulados e distribuídos em larga escala, sem a devida prescrição médica, tal como constatado nas investigações realizadas pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, caracteriza a produção em escala industrial.
Para tanto, a empresa fabricante deve possuir Autorização de Funcionamento para produzir medicamentos, bem como o registro do medicamento na Anvisa.
Quem importa, vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo o produto falsificado, corrompido, adulterado, alterado, sem registro, de procedência ignorada, adquiridos de estabelecimentos sem licença, dentre outras irregularidades, são passíveis de enquadramento em crime hediondo, conforme estabelecido no artigo 273 do Decreto-Lei n°. 2.848, de 07 de dezembro de 1940.
A aquisição e/ou utilização de produtos originados de estabelecimentos farmacêuticos que não atendam à legislação sanitária são consideradas responsabilidades também do profissional médico, do ponto de vista jurídico.
A regularidade de produtos, medicamentos e estabelecimentos farmacêuticos pode ser consultada por meio da página da Anvisa na internet
(http://www.anvisa.gov.br/scriptsweb/index.htm).
Endoscópio e seu processamento
A utilização de instrumentos com fibras óticas para realização de cirurgias ou no auxílio ao diagnóstico de doenças representa um grande avanço, no que se refere à redução da invasividade no organismo.
Nos casos de (vídeo) laparoscopia, artroscospia, cistoscopia, e outras "escopias" cirúrgicas em que há contato do material com tecido estéril é recomendado o processo de esterilização dos artigos antes de cada uso e, somente se isto não for possível, deve ser realizada a desinfecção de alto-nível.
Dentre os vários métodos de processamento existentes para materiais termo-sensíveis, o mais comumente utilizado é o método químico. A opção por processos químicos de desinfecção/esterilização deve obedecer a critérios rigorosos.
Tanto na esterilização quanto nos diferentes níveis de desinfecção, pode ser utilizado o produto químico glutaraldeído na concentração de 2%. Entretanto, devem ser observadas as recomendações de processamento do fabricante do equipamento, devido às características tecnológicas de cada um deles, evitando incompatibilidade entre processos de desinfecção ou esterilização e os instrumentais. Os profissionais devem estar atentos a estas recomendações a fim de obter os resultados desejados.
Após rigorosa limpeza, enxágüe e secagem, o endoscópio deve ser completamente submerso no produto e, com todos os lumes preenchidos pela solução de glutaraldeído a 2%, pelo tempo necessário ao processamento.
"Deve-se ter cuidado com a formação de bolhas que impedem o contato da
solução com o artigo. As reentrâncias e tubulações devem ser preenchidas com a solução utilizando uma seringa, se for necessário."
Tempo de exposição:
Desinfecção de alto nível em glutaraldeído: mínimo 30 minutos, conforme
recomendação do fabricante da solução.
Esterilização: entre 8 e 10 horas, conforme recomendação do fabricante da solução.
Preocupada em promover a utilização correta das diferentes tecnologias em serviços de saúde e a segurança dos pacientes, a Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES), a Gerência Geral de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos (GGIMP) e a Gerência Geral de Medicamentos (GGMED) divulgam este alerta e solicitam a todos os profissionais de saúde que notifiquem a suspeita de reação adversa a medicamento e outros eventos adversos por meio do endereço
http://www.anvisa.gov.br/notifica/index.htm
Mensagem disponível no website da ANVISA e encaminhada pela colega Adélia Marçal
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de livro
Bioética & biorrisco: abordagem transdisciplinar
Organizado por Silvio Valle e José Luiz Telles.
Editora Interciência
417p. R$ 40,00
Clonagem humana, bioterrorismo com agentes geneticamente modificados, alimentos transgênicos, mercado de sementes transgênicas, controle social da atividade científica, bioética, procedimentos de contenção biológica e bem-estar animal são alguns dos temas reunidos no livro Bioética & biorrisco: abordagem transdisciplinar, organizado pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, Silvio Valle e José Luiz Telles.
A publicação, segundo os autores, pretende preencher uma lacuna no mercado editorial em tempos de grandes polêmicas e apreensões acerca da temática envolvendo as modernas biotecnologias. Com o apoio do CNPq, da Universidade Federal do Amazonas e da Fundação Oswaldo Cruz, o livro é editado pela Editora Interciência.
Com uma linguagem acessível e a devida profundidade
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que a temática exige, o livro está dividido em duas partes. Na primeira, o leitor poderá entrar em contato com os principais conceitos na área da biotecnologia e da bioética, inserindo-se em um mundo ainda pouco claro ao público leigo. Já na segunda parte, a segurança em laboratórios é abordada em suas mais variadas maneiras, possibilitando um quadro panorâmico do estado da arte na área de biossegurança.
Diante de tantos embates acalorados sobre a temática da biotecnologia, o lançamento do livro ocorre em momento oportuno. No mundo inteiro, a sociedade vem sendo chamada a opinar e a participar das decisões políticas acerca dos transgênicos e das infinitas possibilidades das modernas biotecnologias. O desafio de construir leis que possibilitem o desenvolvimento científico e tecnológico voltado às reais necessidades de nossa população ao mesmo tempo em que os princípios da bioética e da biossegurança sejam respeitados está cada vez mais em destaque.
O livro Bioética e biorrisco deverá virar referência obrigatória não só aos gestores de instituições públicas e privadas de biotecnologia como também para legisladores, pesquisadores e o público interessado sobre o tema.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Projeto Visbrasil
Oferecemos a todos , que tiverem interesse de frequentar , o endereço http://www.visbrasil.org.br/
PRRS
VISBRASIL - AÇÃO DIRETA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO BRASIL
A VISBRASIL é uma organização não governamental que tem por finalidade difundir informações sobre saúde no Brasil.
O objetivo é que tais informações sejam usadas para melhorar a saúde das pessoas e o funcionamento das instituições que tratam da preservação das condições de vida.
O princípio é a fidedignidade, integridade e pertinência da informação àqueles que a buscam.
A característica é a liberdade e independência de opinião.
INFORMAÇÕES JURÍDICAS, LEGAIS E TÉCNICAS PARA A VIGILÂNCIA SANITÁRIA
A história da vigilância sanitária brasileira remonta ao final do século passado, mas sua estrutura atual, configurando esta tarefa singular e bem definida da saúde pública vem da
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década de 70 : o Decreto-lei nº. 986/69 que dispõe sobre o controle de alimentos, a Lei 6.360/76 sobre medicamentos, saneantes, cosméticos e produtos correlatos e a Lei nº. 6.437/77 sobre as infrações sanitárias. Nas leis, decretos e normas regulamentadoras desta época pode-se encontrar todo o ideário ainda prevalente.
Em 1990 aparece a lei que cria o Código de Defesa do Consumidor abrindo espaço para a ação direta do usuário em defesa de seus interesses.
Em 1999 houve grandes modificações na legislação brasileira de vigilância sanitária, através da Lei 9.782/99 com a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA.
O Convênio ANVISA / Universidade de Brasília - UnB iniciado em 1.999 pretendeu reunir, consolidar e difundir informações referentes a essas normas para permitir aos cidadãos interessados melhor julgar as decisões que devem ser tomadas sobre problemas de vigilância sanitária.
O objetivo foi criar um "vademecum" da legislação pertinente que desse aquela possibilidade de consulta na forma mais rápida e fidedigna possível
Isto se fez pela compilação de toda legislação sobre cada assunto relacionado com a vigilância sanitária;
Os resultados destes trabalhos foram apresentados em audiência pública no Senado Federal em maio de 2.002. A ANVISA a partir daí desenvolveu, em parceria com a OPAS, o sistema VISALEGIS atualmente disponível na página da autarquia www.anvisa.gov.br.
Baseado nestas informações públicas a VISBRASIL idealizou e construiu o "Índice de assuntos da legislação federal de vigilância sanitária de medicamentos e correlatos" que vai além de um compilado de legislação. Pelo Índice o consultante disporá de uma classificação por assuntos que lhe permitirá encontrar com mais facilidade o que procura.
Mensagem encaminhada pelo colega Paulo Rebello
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Data: 06 Set 2005 17:58 [editado]
De: Fernando Ribeiro de Barros fernando.ribeiro@saude.gov.br
Tive conhecimento das informações veiculadas por meio da Lisas, sobre casos suspeitos de sarampo no município de S. José dos Campo/SP, sobre as quais gostaria de fazer as seguintes ponderações/retificações:
1. Não existe nenhum documento técnico do Ministério da Saúde ou da OPAS/OMS que delimite o período de 5 anos sem casos autóctones como critério para declaração de erradicação do sarampo de uma determinada área geográfica; 2. A recomendação técnica para a realização de bloqueios vacinais frente a casos suspeitos e não para casos confirmados; 3. Os dois casos ocorridos no município de SP foram sim contraídos no
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país, no entanto fazem parte de uma mesma cadeia de transmissão originada em um caso importado; por este motivo, são classificados como casos relacionados a um caso importado; 4. Todos os casos SUSPEITOS devem ser informados às autoridades de saúde pública e não apenas os confirmados; 5. A informações fornecidas pelo clínico geral Carlos Carvalho, citado na matéria, não estão corretas no que se refere a:
- a conjuntivite não está relacionada entre as doenças a serem consideradas no diagnóstico diferencial do sarampo, uma vez que os sintomas daquela são apenas locais, ao contrário do sarampo, que são sistêmicos; a catapora, por ser uma doença que se manifesta através de um exantema vésico-pápulo-crostoso também não é considerada no diagnóstico diferencial, uma vez que o sarampo produz um exantema máculo-papular;
- dentre os sinais e sintomas referidos no quadro clínico da doença foram omitidos os sintomas repiratórios;
- as manchas de Koplic, por serem fugazes e de difícil visualização, não estão entre os critérios de suspeição da doença, que pode ser feita por qualquer profissional de saúde minimamente habilitado. A definição de caso suspeito de sarampo adotada pelo Ministério da Saúde é: "toda pessoa, independente da idade e estado vacinal, que apresente febre e exantema máculo-papular acompanhada de tosse, coriza ou conjuntivite".
Informações técnicas sobre o sarampo - e outras doenças de interesse - podem ser encontradas no sítio da SVS/MS na internet (http://portal/saude.gov.br/portal/svs/default.cfm). Recomendo em especial as notas técnicas sobre os casos importados em 2005, os Tópicos de A a Z e a versão eletrônica do Guia de Vigilância Epidemiológica.
Dr. Fernando Barros
Coordenador de Vigilância de Doenças de Transmissão Respiratória e Imunopreveníveis Departamento de Vigilância Epidemiológica Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde.
Data: 01 Set 2005 11:04
De: Luz Alba Fornells luzalba@bioqmed.ufrj.br
Fonte: Vale Paraibano Online 01 Set 2005 [editado]
S. José tem 2 casos suspeitos de sarampo
Adolfo Lutz analisa amostras de sangue e deverá divulgar laudo; não há registro da doença na cidade há cinco anos.
Duas pessoas estão com suspeita de sarampo em São José dos Campos. O diagnóstico sobre a existência da doença sairá entre 5 e 15 dias. Há cinco anos nenhum caso de sarampo é registrado no município.
A Secretaria da Saúde da prefeitura informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os casos foram notificados anteontem. A doença só é considerada erradicada após cinco anos sem casos autóctones --contraídos no local.
A prefeitura não informou de quais regiões da cidade são os pacientes. Os dois casos são de uma criança e de um adulto, não-pertencentes à mesma família.
Materiais coletados das duas pessoas foram enviados para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, que realizará exames para confirmar a existência da doença.
A assessoria de imprensa informou que já está quase descartada a suspeita de que o adulto tenha contraído sarampo.
Os pacientes estão em suas casas, mas permanecem sob acompanhamento médico. Caso haja uma confirmação, a Vigilância Epidemiológica do município irá realizar um mapeamento das pessoas que mativeram contato com os doentes, vacinando quem não estiver imunizado.
ESTADO - Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde, não há registro de caso autóctone desde 2001.
Em julho deste ano, dois moradores da capital foram infectados. No entanto, tratavam-se de casos "importados", ou seja, adquiridos fora do Estado de São Paulo.
A assessoria informou que a Secretaria de Estado da Saúde só recebe notificações dos casos confirmados pelos municípios. Somente a partir dessa notificação é que a Secretaria promove ações de acompanhamento da evolução dos casos e orientação.
SINTOMAS - O clínico-geral Carlos Hayes Ortiz de Carvalho,
52 anos, afirmou que os sintomas e sinais do sarampo são também característicos de outras doenças como conjuntivite, rubéola, catapora e até reação alérgica.
O sintomas e sinais do sarampo são febre, dor no corpo, fraqueza, vermelhidão nos olhos e manchas pelo corpo.
"O mais indicado é procurar um médico. Pode ser outra doença, e em menor probabilidade pode ser sarampo, uma vez que há muito tempo eu não vejo nenhum caso", disse.
Segundo Carvalho, a suspeita da doença só pode ser levantada por um médico --já que uma das características, que é a presença de mancha na parte interna da bochecha, dificilmente pode ser identificada pelo próprio doente.
O sarampo é causado por vírus. A transmissão pode ocorrer pela saliva ou até por gotículas expelidas em espirros ou tosse do portador da doença.
"O problema não é o sarampo, porque ele passa por si só. Os problemas são as complicações, já que a doença reduz a imunidade do organismo", afirmou.
Carvalho disse que pessoas com sarampo podem ser atingidas por pneumonia, encefalite ou até meningite.
O problema não é o sarampo, porque ele passa por si só. Os problemas são as complicações, já que a doença reduz a imunidade do organismo da pessoa infectada.
Luz Alba Fornells, PhD
Núcleo de Investigação em Doenças Infecciosas Emergentes - NIDIE Instituto Bioquímica Médica,CCS,UFRJ Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Concurso para a Saúde
Notícia - Concurso para a Saúde terá mais de três mil vagas
O Ministério da Saúde deverá renovar a sua força de trabalho, com o ingresso de 3.490 novos servidores em suas unidades hospitalares, a partir da realização de concurso público. O concurso foi autorizado no dia 26/08, pelo Ministério do Planejamento via Portaria nº 255, publicada no Diário Oficial.
A área de enfermagem será a maior beneficiada com 1.100 vagas disponíveis para auxiliar de enfermagem (nível intermediário) e 750 vagas para enfermeiro (nível superior). Para o cargo de médico serão oferecidas 900 vagas.
Para a exigência de nível superior também estão previstas vagas para os cargos de administrador (50), assistente social (45), biólogo (15), engenheiro (10), farmacêutico (60), fisioterapeuta (85), nutricionista (35), odontólogo
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(30), psicólogo (20) e terapeuta ocupacional (20). A cota de vagas para nível intermediário abrange 125 para agente administrativo, 65 para auxiliar operacional de serviços diversos, 100 para técnico de laboratório e 80 para técnico em radiologia.
Conforme determinação do Planejamento o concurso deverá ser realizado no prazo de seis meses e a nomeação dos candidatos aprovados deverá ocorrer a partir de janeiro de 2006.
Fonte - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão de 26/08/05.
Nestor - Rio de Janeiro
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Resíduos de Serviços de Saúde Riscos biológicos - Descarte de alimentos contaminados
Caros colegas
Gostaria de saber a opinião de vocês em relação a exposição de riscos biológicos ou não de funcionários da vigilância sanitária que fazem o descarte de material vencido, contaminado (tipo carnes ou outros alimentos) de restaurantes ou locais de vendas destas mercadorias. Geralmente são eles que retiram estes materiais.
Vera Lúcia Telles Corrêa
Médica do Trabalho
Concórdia SC
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação - Lançamento de e-book
Comunico o lançamento da 3º edição (2005) do ebook "Introdução à Saúde no Trabalho", apresentado em CD-ROM para instalação em microcomputadores. Nesta nova edição atualizada e ampliada, o manual disponibiliza textos técnicos especializados e a legislação atualizada sobre segurança e saúde no trabalho (as Normas Regulamentadoras - NRs), além de inúmeros links para páginas e sites selecionados na Internet.
Preço promocional de lançamento: R$ 50,00. Para maiores informações, favor seguir o link www.saudeetrabalho.com.br/livro.htm
ou acesse o nosso portal no endereço http://www.saudeetrabalho.com.br/
Cordialmente,
Carlos Roberto Miranda - Coordenador
miranda@saudeetrabalho.com.br
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Embalagens / Papel Kraft
Gostaria saber se algúem possui bibliografia específica sobre o uso do Papel Kraft como embalgem para autoclave uma vez que, a V.S. de São Paulo, alguns serviços públicos indicam o uso para poder definir a indicação de uso ou não.
Obrigado
Umberto
Campinas SP
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não-biológicos - Aparelho de RX
Fernandópolis-SP, 02/09/05
Senhores, cordiais saudações
Solicito a fineza da parte de algum (s) participante (s) com experiência ou que possa indicar referências que possibilitem um destino/descarte correto de um aparelho de RX de 320 mA de 125 kV, desativado por estar em estado inservível - o que o torna um tipo de Resíduo que irá demandar cuidados especiais - que parte, desconhecemos (eu e equipe).
Peço de antemão, que os colegas que visualizarem algum equívoco de minha parte sobre o aqui solicitado, que me desculpem, porém; sei que existem profissionais com múltiplos e profundos conhecimentos e extrema boa vontade integrando esta lista e que provavelmente irão se pronunciar.
À todos, Fé, Saúde e Paz e um ótimo final de
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semana.
Muito obrigada.
Elenir Paula Antunes de Lima
Santa Casa de Misericórdia
Téc. em Segurança do Trabalho
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