Selecione uma das categorias abaixo para navegar pela Lista de Discussão por E-mail Riscobiologico.org:
Assuntos diversos Esquistossomose mansônica - Brasil
Saúdo a todos !!!
Encaminho para leitura .
Saudações.
Paulo Roberto Rebello - médico
CECIH/CVE-SES/RJ
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ
From:
Doença está presente em 18 Estados e no DF
Apesar da constante redução do número de infectados desde o início da década de 1950, a esquistossomose mansônica tem ampla distribuição geográfica no Brasil, conforme a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. A doença é considerada endêmica em Estados da Região Nordeste, principalmente Alagoas, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraíba, no norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. Mas é detectada, com maior ou menor intensidade, em 18 Estados e no Distrito Federal.
Especialistas, contudo, consideram difícil traduzir esse quadro em números.
Segundo estimativas, existem de 7 milhões a 12 milhões de pessoas infectadas no País. Segundo a SVS,
[ + ] Exibir tudo
nas últimas 2 décadas o índice de contaminados tem ficado entre 5,5 por cento a 11,6 por cento da população examinada. Nos Estados onde a doença é considerada uma endemia, estão os maiores coeficientes de mortalidade e proporção de internações. "Nesses locais, há prevalência de até 50 por cento da população", salienta o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Expedito Luna.
Embora a tendência no Brasil seja de redução dos indicadores, a mortalidade por formas graves da esquistossomose ainda representa "um importante problema de saúde" nas áreas endêmicas do Nordeste, segundo a SVS. Nesse caso, a pessoa pode morrer por hemorragia digestiva. Há também o que Luna chama de "uma forma mais focal" da esquistossomose.
Segundo ele, é o que ocorre, por exemplo, em cidades interior de São Paulo, como Campinas, onde a contaminação acontece em lagoas da periferia.
"Crianças
e adolescentes vão tomar banho nessas lagoas e acabam se infectando." A contaminação ocorre em lagoas ou rios infectados pelas larvas do Schistosoma mansoni, que se utiliza de um caramujo de água doce como hospedeiro intermediário. Febre, calafrios, dores de cabeça, vômitos, náusea e tosse seca são os primeiros sintomas da doença. A infecção pode evoluir para um quadro mais grave de inchaço do fígado e baço, além de hemorragias causadas por > rompimento de varizes que se formam no esôfago e abdôme dilatado.
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Soluções em almotolias
PREZADOS COLEGASDA LISTA :
SOLICITO AJUDA POIS PRECISO SABER A ESTABILIDADE BIOLOGICA OU O RISCO DE MANTER SOLUÇÕES ANTISSÉPTICAS EM FRASCOS( ALMOTOLIAS DE 500 ML E 250 ML ) NAS UNIDADES ( ENFERMARIAS ) DO HOSPITAL ONDE TRABALHO. AS SOLUÇÕES NO CASO SÃO : ÁLCOOL 70 GL , ALCOOL IODADO 2 % ,PVPI AQUOSO E DEGERMANTE . PARTICULARMENTE NECESSITO SABER SE POSSO DEIXAR X DIAS NAS UNIDADES DEVIDO AO RISCO DE CONTAMINAÇÃO NO MANUSEIO. POR FAVOR SE SOUBEREM DE ALGUMA FONTE BIBLIOGRAFICA FIDEDIGNA ME RESPONDAM.
ENFERMEIRA SCIH - HCE
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Acredito que esta sigla seja importante, não a penas porque está sendo muito propagada e necessitamos estar presente nessas discussões mas ela é importante para nossa vida e nosso desenvolvimentoprofissional e pessoal.
5 S - É uma sigla conhecida mundialmente.
A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas que começam com a letra S.
Seiri Senso de Utilização
Seiton Senso de Ordenação
Seisou Senso de Limpeza
Seiketsu Senso de Saúde
Shitsuke Senso de Autodisciplina
O 5S surgiu no Japão no início dos anos 1950. Na indústria, seus principais papéis são: liberar áreas, evitar desperdícios, melhorar relacionamentos, facilitar as atividades e localização de recursos disponíveis. Trata de uma sigla formada pelas iniciais de cinco palavras japonesas. No Brasil, alguns "S"
[ + ] Exibir tudo
foram traduzidos usando palavras variadas. Com isso, o 5S gerou resultados diferentes de um para outro local. A tradução que adotamos é uma das mais praticadas, graças ao trabalho feito pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), em empresas e escolas, a partir da década de 90. É tradução adequada a qualquer lugar onde se vive, por não usar expressões exclusivas do meio empresarial.
Observando os métodos de gestão e o potencial das pessoas em variados ambientes, sentimos que, devidamente entendido e apresentado, o 5S pode ser praticado por qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Com isso, o 5S que praticamos hoje é mais humano do que quando começou a ser divulgado no Brasil, nos anos 1980. Seus princípios são semelhantes aos princípios da vida.
O 5S naturalmente
Senso de Utilização
Desenvolver a noção da utilidade dos recursos disponíveis e separar o que é útil de o que não é.
Destinar cada coisa para onde possa ser útil.
O organismo de qualquer ser vivo faz isso. É a planta sugando do solo os nutrientes de que precisa, é o sistema digestivo dos animais absorvendo o que o organismo precisa, separando do que não precisa.
Senso de Ordenação
Colocar as coisas no lugar certo; realizar as atividades na ordem certa.
As plantas mandam os nutrientes para os galhos, as folhas, flores, frutos, do mesmo modo que nosso sistema vascular alimenta todo nosso corpo.
Senso de Limpeza
É tirar o lixo, a poluição; evitar sujar, evitar poluir.
Cascas e folhas são eliminadas pela planta quando já cumpriram sua função. Nosso organismo se limpa no suor, na respiração, nas fezes e na urina e em muitas outras formas de se manter, de se livrar das toxinas e excessos.
Senso de Saúde
Padronizar comportamento, valores e práticas favoráveis à saúde física, mental e ambiental.
A cada segundo, todo os organismos das plantas e dos animais se dedicam para manter sua integridade, sua saúde.
Senso de Autodisciplina
Autogestão, cada um se cuidando, adaptando-se às novas realidades de modo que as relações com o ambiente e pessoais sejam recicláveis e sustentáveis de forma saudável.
Plantas e animais se cuidam de forma natural. Nascem, crescem, se reproduzem, morrem. Não precisamos mandar uma planta praticar sua fotossíntese e nem a um gato que cuide de seu pêlo.
Se o 5S é uma coisa natural, por que devemos insistir em aprender a praticá-lo?
Devemos ensinar o tão natural 5S exatamente porque a vida do ser humano não é assim tão natural. Temos tanta tecnologia, conhecimentos, cultura, valores, tantos recursos artificiais descobertos, aperfeiçoados ou inventados pela humanidade, que não é mais possível utilizá-los sem aprendizado e treinamento.
Ora, muitos recursos não adiantam nada se não soubermos utilizá-los, ordená-los, limpá-los, conservá-los e, finalmente, descartá-los ou reciclá-los quando chegar a hora.
Neste nossa vida tão cheia de novidades e oportunidades, é o 5S que vai nos mostrar como melhor aproveitá-las para a Qualidade de Vida. Qualidade de Vida para a humanidade e, sobretudo, para o sistema biológico, do qual fazemos parte e sem o qual não podemos viver.
Célia Wada
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Prezados amigos
Ao pessoal da área , encaminho curso que será ministrado em nossa UNIFAR.
O tema é interessante e a palestrante altamente especializada...vale a pena.
O convite se estende a todas as categorias interessadas.
Para quem não conhece, a UNIFAR é a entidade de classe farmacêutica mais antiga de São Paulo.
Os trabalhos da UNIFAR tem um cunho estritamente científico.
Aproveito para convidar a todos os farmacêuticos a participarem de nossa reunião do grupo AMBIFAR - grupo de estudos ambientais da UNIFAR, estaremos realizando os próximos trabalhos dia 14 de junho, repassarei o convite posteriormente.
abraços a todos
Celia Wada
U N I F A R - União Farmacêutica de São Paulo
Rua da Glória, 104 - Liberdade - Tel: 3242.8815 - Telefax:
[ + ] Exibir tudo
3106.1680
E-mail: unifar@unifar.org.br
PALESTRA TEC-FAR
Dia 07 de junho/2005 (3ª feira) - das 19:30 às 22:00 h
O grupo TEC-FAR - Tecnologia em Farmacotécnica e Desenvolvimento de Produtos, irá realizar uma Palestra Tecnológica no dia 07 de junho (3ª feira) das 19:30 às 22:00 horas, na sede da UNIFAR, Rua da Glória, 104 - São Paulo-SP.
Tema : SUCRALOSE: o Edulcorante que está revolucionando desenvolvimentos na Indústria farmacêutica. Melhorando sabores com segurança e eficiência.
Palestrante : GIULIANA REZES BIAGINI - Engª de Alimentos
Assistente : EDUARDO MOURA DIAN - Engº de Alimentos
Estacionamentos:
Após 19:00 horas - Rua da Glória, livre de Zona Azul
Aconselhamos "Best Park" - Rua da Glória, 13
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Legislação e normatizações Legislação - Insalubridade
Bom dia a todos, nessa curta semana.
Recentemente discutimos um pouco a questão da insalubridade em profissionais de saúde e na minha opinião a insalubridade de grau médio é devida a todos os profissionais de saúde que atuam em hospitais gerais, não especializados em doenças infecto-contagiosas, por não estarem em contato permanente com pacientes em isolamento por DIC; ao mesmo tempo ponderei que os auxiliares de higiene e limpeza esses sim mereceriam, no meu entendimento, o adicional em grau máximo, baseando essa opinião no texto da NR-15.
Encontrei uma informação de decisão do Tribunal Superior do Trabalho a respeito de trabalhadora que atuava na limpeza de uma instituição não relacionada a prestação de serviços à saúde (ou doença), a qual foi conferida insalubridade
[ + ] Exibir tudo
de grau máximo, pois limpava banheiros.
Considerei interessante, principalmente para os colegas que militam na área da saúde do trabalhador.
Grande abraço
Paulo R. Leal
Médico do Trabalho
medicina.ocupacional@sepaco.com.br
13/10/2004
TST condena SESI a pagar adicional de insalubridade a servente
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Serviço Social da Industria (SESI) de Florianópolis (SC) a pagar a uma servente o adicional de insalubridade em grau máximo. A decisão unânime foi tomada com base no voto do ministro relator, Luciano de Castilho.
A servente, moradora da cidade de Agronômica, trabalhava em um supermercado do Serviço Social da Industria (SESI) de Florianópolis. A empregada foi admitida em julho de 1990 para trabalhar na limpeza de um supermercado do SESI e demitida, sem justa causa, em maio de 1997. Durante esse período, a servente não recebeu o adicional de insalubridade. Após a demissão, ela ajuizou reclamação trabalhista para tentar ver reconhecido o seu direito ao adicional.
A Consolidação das Leis do Trabalho classifica o grau de insalubridade nos níveis mínimo, médio e máximo, assegurando ao empregado o adicional de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo, respectivamente. As atividades consideradas insalubres e os respectivos graus de insalubridade estão listados na Norma Reguladora n° 15 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Na reclamação trabalhista, o advogado da servente pediu o adicional de insalubridade em grau máximo, pois ela, entre várias tarefas, limpava diariamente, por duas vezes, quatro banheiros existentes nas dependências do supermercado do SESI, sem, contudo, fazer uso de qualquer equipamento de proteção individual (EPI).
O SESI não comprovou o uso da EPI pela servente e argumentou que ela "jamais trabalhou em atividade enquadrada pelo Ministério do Trabalho como insalubre". O Ministério enquadra como atividade insalubre em grau máximo o trabalho na coleta e industrialização de lixo urbano e em galerias e tanques de esgoto.
Uma perícia realizada no local e trabalho por determinação do juiz concluiu pela existência da insalubridade em grau máximo pelo contato com agentes biológicos, fundamentando a sentença que condenou o SESI ao pagamento do respectivo adicional.
Ao examinar recurso da entidade contra a condenação, o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina (12ª Região) isentou o SESI do pagamento do adicional, pois considerou que o trabalho da servente não se enquadrava entre as atividades consideradas insalubres pelo TEM, visto que o lixo interno da empresa não tem o "caráter coletivo para que seja considerado lixo urbano".
Então, foi a empregada quem recorreu, agora ao Tribunal Superior do Trabalho. No TST, o relator, ministro Luciano de Castilho, lembrou que a Orientação Jurisprudencial nº 170 da SDI 1 prevê que "a limpeza em residências e escritórios e a respectiva coleta de lixo não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatadas em laudo pericial, porque não se encontram dentre as classificadas como lixo urbano, na Portaria do Ministério do Trabalho". Porém, segundo Luciano de Castilho, no caso, o perito constatou que o lixo manuseado pela servente continha os agentes biológicos previstos na norma do MTE, e, "se o agente encontrado é o mesmo do lixo urbano, o adicional deve ser pago".(RR 672652/2000.1)
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Classificação
Caros colegas da lista,
Estou com a seguinte dúvida :
Quando tenho um resíduo que possui duas classificações, para proceder o descarte devo levar em consideração a classificação de maior risco. Estou correta ?
Possuo um resíduo do grupo A, porém fiz uma opção no meu plano(PGRSS) do descarte acontecer na caixa de perfurocortante, devido ao pouco volume.Usei o bom senso !
Na RDC 306/04, os resíduos do grupo A devem ser coletados a cada 24 hs; os do grupo E quando preencher 2/3 da caixa.
Se eu estou colocando meu resíduo do Grupo A , fita de dextro,(mínima quantidade)na caixa de perfuro; a coleta precisa ser feita em 24 hs ?
Observação : o destino final dos dois resíduos será incineração.
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
Caros amigos (as),
Conto com voces na divulgação do Curso de Aperfeiçoamento em Gestão e Controle Ambiental da UNIFESP. Queremos formar profissionais para atuar nesse novo ambito de trabalho.
Segue abaixo mais informações.
Atenciosamente,
Ivani Lucia Leme
Núcleo de Avaliação e Controle Ambiental
CEH/HSP/UNIFESP
Encerram-se no próximo dia 25/05/05 as inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento
O curso visa a capacitação de profissionais para uma nova área de atuação intra-hospitalar com foco na adequação de serviços de saúde para o cumprimento de legislações ambientais específicas (RDCs do CONAMA e ANVISA), implantação de rotinas para controle e prevenção de infecção relacionada ao ambiente hospitalar, gerenciamento de riscos, gerenciamento de resíduos e efluentes não domésticos de serviços de saúde, biossegurança, aplicação da metodologia
[ + ] Exibir tudo
do Sistema Brasileiro de Acreditação, orientação para Licenciamento Sanitário das instituições e sobretudo, integração de gestões e setores com interfaces.
O curso desenvolverá 100 temas de gestão e controle ambiental em cinco módulos, durante 14 meses. Corpo docente composto por mestres, doutores e pesquisadores atuando na UNIFESP, USP e Centro de Vigilância Sanitária Estadual.
Publico alvo: Profissionais graduados que atuam ou pretendem atuar na área de Saúde Ambiental Hospitalar, Gestão Ambiental Aplicada, Gestão e Controle de Riscos, Prevenção de Infecção relacionada à assistência à saúde e Biossegurança.
Mais informações sobre o curso e inscrição:
http://procdados.epm.br/dpd/proex/index.htm
Clique em Relação de Cursos / Aperfeiçoamento.
VAGAS LIMITADAS!
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Informes e contatos Informe - Oportunidade de trabalho - SP
VAGA para Enfermeira do trabalho
HOSPITAL SANTA VIRGINIA - SÃO PAULO
aV. CELSO GARCIA,2294 - METRO BELEM - SP
Enviar curriculo para - SELECAO2@HSV.ORG.BR
EVANIR LEITE
Segurança do Trabalho - RH
Hospital Santa Virginia
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.
Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Plano de Gerenciamento
ATENÇÃO
ESCLARECIMENTO A TODOS
..... PGRSS... NÃO É APENAS UM DOCUMENTO ...
É UM PLANO PARTICIPATIVO E INTEGRADO DE AÇÕES......
PGRSS - PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE
SERVIÇOS DE SAÚDE
GERENCIAMENTO AMBIENTAL NA SAÚDE
RDC 306 / CONAMA 358
(JUNHO 2005)
O PGRSS NÃO É, APENAS, UM DOCUMENTO - É UM PLANO INTEGRADO DE AÇÕES
O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de
procedimentos de gestão LOCAL, planejados e implementados a partir de bases
científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a
produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um
encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos
trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais
[ + ] Exibir tudo
e
do meio ambiente bem como a educação continuada de seus
trabalhadores.
A ELABORAÇÃO DO PGRSS CONSISTE EM UM ESTUDO RESIDUAL LOCAL , ESPECÍFICO, DIRECIONADO, INTEGRADO E CONTINUADO , NÃO SENDO APENAS UM DOCUMENTO PASSIVO.
Mensagem encaminhada pela colega Celia Wada
--------------------------------
O conteúdo das mensagens é de inteira responsabilidade do autor do e-mail.