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Assuntos diversos Medicamentos - Influência da Publicidade
Saúdo a todos !!
Mais uma matéria para pura reflexão .
Só acrescento a decepção que tive uma vez ao saber que o famoso Linus Pauling, tido como "pai da vitamina C" era pesquisador financiado pela Roche que fabricava o famosíssimo Cebion (R). Quem não se lembra , não dá para esquecer !!, do Diagrama de Linus Pauling que a gente aprendeu em Química ???? 1s2 / 2s2 / 2p6 / 3s2 / 3d10....é isso ??? Pois é... ( risos)
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Publicidade pode influenciar o uso de medicamentos, diz professor americano (O Estado de S. Paulo)
Jornalista: Indefinido
09/05/2005 - O americano Louis Garrison fala com propriedade de um setor que ajudou a cunhar. Por 12 anos
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aplicou seu conhecimento em economia na indústria farmacêutica e, entre 2002 e 2004, foi vice-presidente da Roche Pharmaceuticals, onde estabelecia a política de preços da companhia e estratégias epidemiológicas mundiais.
Afastado da indústria desde o ano passado, Garrison ensina no curso de Farmácia da Universidade de Washington, onde também conduz pesquisas sobre políticas de saúde dos Estados Unidos e internacionais. Por e-mail, ele concedeu a seguinte entrevista ao Estado.
Os anúncios de remédios feitos diretamente ao consumidor americano influenciam a prescrição?
Nos Estados Unidos, temos dois problemas de utilização inapropriada de medicamentos (e de outras tecnologias): na subutilização de alguns importantes para doenças crônicas (como para controlar a hipertensão e o colesterol) e de outros, como alguns antidepressivos. Dessa forma, a grande carga de publicidade feita ao consumidor pode dar informações ao paciente e influenciar o uso, e pode ter tanto conseqüências benéficas quanto maléficas.
Que conseqüências?
Em casos como o do Vioxx (antiinflamatório retirado do mercado em 2004), quando o sistema particular de seguradoras encoraja seu uso excessivo, a publicidade direta apenas aumenta o problema e pode agravar os efeitos negativos. Além disso, os médicos querem dar a seus pacientes um diagnóstico sólido, mas também querem deixá-los felizes. Parece claro que em casos que não há um medicamento dominante em questão os médicos estariam tentados a seguir o desejo do paciente, desejo esse baseado em anúncios ou em uma busca feita na internet.
Os médicos também são expostos a campanhas diretas. Qual é a influência deste trabalho da indústria nas prescrições?
Há poucas dúvidas de que os esforços de marketing dirigidos aos médicos influenciam seus padrões de tratamento. Senão, por que tanto seria gasto nisso? E, como a publicidade direta, isso pode ter efeitos bons e maus. Do lado positivo, os médicos estão ocupados com pacientes e têm pouco tempo para acompanhar as novidades. O marketing dos medicamentos inovadores pode fornecer as últimas informações e ajudá-los a se atualizarem. Mas pode influenciá-los a prescrever alguns produtos em momentos que não sejam tão efetivos quanto outros.
Você acha que os EUA precisam de leis mais rígidas que controlem a publicidade direta, como ocorre no Brasil?
Temos problemas maiores do que a influência da publicidade. Temos 45 milhões de pacientes sem seguro de saúde que, apesar de receberem os melhores cuidados na sala de emergência, encaram uma imensa incerteza, stress e medo sobre o impacto de ficarem realmente doentes. Precisamos trabalhar o problema dos sistemas de saúde antes.
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> Sou enfermeira auditora e gostaria de saber se existe algum site que fale sobre a estabilidade dos medicamentos, com apresentação em frasco, depois de preparados.
Grata
Ana Maria
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NR 32: Made in Brasil
No mundo e no Brasil está é a primeira vez que se cria uma norma regulamentadora específica para a área de saúde. "A Comunidade Européia e norte-americana, por exemplo, possuem Leis especificas para riscos biológicos, químicos entre outros, mas até hoje nunca encontrei nada especifico para os serviços de saúde", afirma a coordenadora da GTT (Grupo de Trabalho Tripartite) NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde -, também médica do trabalho com mestrado pela Université Catholique de Louvain - UCL, em Bruxelas e auditora fiscal do
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MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), Noeli Martins. Convidada do 2º TSPV, a doutora pretende apresentar os itens cordados até o momento, como a questão dos riscos biológicos, químicos, resíduos entre outros. Além disso, explicar sobre as possibilidades de arbitragem na falta de consenso e prazos finais para a implementação.
Segundo ela, apesar das acirradas discussões, o grupo vem funcionando de forma bastante satisfatória. "As discussões ocorrem em nível técnico, e isso contribui para o aprimoramento do texto básico", comenta. Justamente por conta desses constantes debates é que o grupo tem contado com a ajuda de especialistas e literaturas nacionais e internacionais, com o objetivo de trazer um texto de bom nível técnico, capaz de corresponder à realidade brasileira atual do setor. "O cronograma elaborado pelo grupo para 2005 prevê o término da discussão do texto básico para julho. A aplicação da norma dependerá de sua publicação e dos prazos para implantação, que ainda serão acordados".
Classe patronal junto nessa luta
Coordenador da bancada dos empregadores no GTT (Grupo de Trabalho Tripartite) no processo de negociação da NR 32, Luis Sérgio Soares Mamari, que marcará presença no 2º TSPV, pretende levar à mesa de debates a posição da classe patronal nesse processo. "Sinto que ainda precisamos trabalhar com a falta de informação entre os diversos portes de empresas ligadas ao setor, por isso será de fundamental importância nesses trabalhos, a elaboração de Nota Técnica, do Glossário e definição dos prazos de implantação da Norma", afirma. Para o médico, membro CTPP/MTE, Assessor Especial de SST da CNC, Conselheiro da ABPA e suplente da CNC, o que os empregadores, de modo geral, esperam é que a nova norma tenha um texto técnico viável economicamente e com prazos adequados à realidade brasileira.
Segundo o médico, um dos pontos positivos da NR32 é o fato de que irá reforçar a questão da capacitação e treinamento dos profissionais ligados à saúde. Outro ponto louvável, segundo ele, é a forma como o processo vem acontecendo, por meio de um trabalho tripartite envolvendo os principais interessados no tema. "O processo tripartite, quando define, por consenso, um texto legal, ele garante o compromisso de todas as partes no cumprimento do texto aprovado".
A voz do povo
Nos últimos anos o Brasil vem dando um grande e positivo exemplo desde que começou a apostar e incentivar as comissões tripartites, que reúne governo, empregadores e trabalhadores em torno de uma mesma mesa para discutir necessidades e melhorias. Mais uma vez o exemplo se repete e agora atinge os profissionais ligados à saúde com o debate acerca da NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. "Do lado dos trabalhadores, pretendemos que a Norma venha refletir nossas necessidades na área de saúde no que diz respeito à qualidade de vida, e que a mesma seja uma ferramenta de auxilio nas reivindicações e negociações trabalhistas para a área", comenta o engenheiro de segurança e coordenador da bancada dos trabalhadores no GTT NR 32 e secretário nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (SST) da CGT e Conselheiro do ABPA, Joel Pereira Felix.
Com presença confirmada na segunda edição do TSPV, o especialista pretende expor a ótica do trabalhador e a forma com que a negociação da NR 32 vem transcorrendo. Segundo ele, um dos pontos críticos sobre o tema é a falta de informação e de normas regulamentadoras na área de equipamentos e métodos de prevenção. "Falta nos hospitais dispositivos de proteção que evitem acidente como os por perfuro cortantes, muito comuns na área da saúde". Além disso, reitera, é preciso eliminar a "síndrome do inabalável" entre os profissionais do segmento. "A cultura que existe é: como sou um trabalhador da área de saúde, não corro risco de me acidentar ou me contaminar, portanto estou acima do bem e do mal". Para Felix a norma virá para estabelecer regras e parâmetros que melhorem a qualidade de vida no setor de saúde e acima de tudo para romper com esses mitos e paradigmas.
Quem cuida também adoece
Falta de conhecimento sobre os riscos a que estão expostos, trabalhos em condições precárias: esse é o retrato da realidade dos profissionais da saúde. Segundo a diretora da ANENT - Associação Nacional de Enfermagem do Trabalho - Ivone Martini de Oliveira, são poucos os estabelecimentos de saúde com programas de saúde e segurança no trabalho. "Existe um grande desconhecimento que atingi trabalhadores e empregadores no setor". Para ela, um dos grandes problemas enfrentados pela classe é a carência de uma cultura preventiva. "As pessoas ligadas ao setor acreditam que quem cuida não adoece", comenta. Enquanto isso os números de acidentes com profissionais da saúde cresce. Dados divulgados em dezembro do ano passado pelo Conselho Internacional de Enfermagem (CIE) e pelo Comitê Permanente de Enfermeiros da União Européia, divulgaram que anualmente cerca de um milhão de trabalhadores da saúde sofrem acidentes com agulhas, destes 40% correspondem aos profissionais de enfermagem.
A enfermeira Ivone Martini também estará presente nos debates do 2º TSPV para discutir a realidade brasileira e mundial dos trabalhadores da saúde. "Essa pessoas não podem ignorar os riscos biológicos a que estão sujeitas, como as hepatites B e C e até mesmo a AIDS". Preparada para debater inclusive sobre a NR 32, ela comenta que será imprescindível um acompanhamento por parte da equipe elaborado da norma. "Isso porque o ambiente de trabalho dos profissionais da saúde engloba todos os riscos biológicos possíveis e existentes, e muitas vezes esses riscos aparecem com diferente roupagem de acordo com a tarefa a que ele está vinculado". E por último reitera, "Também precisamos levar em conta que se as recomendações não saírem do papel de nada adiantará".
Resíduos hospitalares: um descaso com a sociedade
A falta de segregação, de tratamento dos resíduos hospitalares e de comprometimento ambiental por parte das instituições da saúde pode ter efeito catastrófico à sociedade. Os problemas vão desde a poluição e contaminação dos lençóis freáticos a agravos à saúde, tanto de profissionais que lidam diretamente com esse material, como de outros cidadãos sujeitos ao contato com esse lixo, como os garis. "Existe um descaso por boa parte dos geradores de resíduos, que não se preocupam em dar um tratamento correto a esse material", afirma o engenheiro civil, responsável pelo setor de análises e projetos de estabelecimento de saúde do departamento de vigilância sanitária da secretaria de saúde do Estado do Paraná, Carlos Roberto Patza. Em troca, o que se tem são acidentes causados por perfuro cortantes, intoxicações e doenças degenerativas decorrentes do contato com substâncias perigosas (carginogênicas / mutagênicas). "Infelizmente esses não são problemas percebidos como causa de manipulação inadequada de resíduos pelos serviços de saúde pela precariedade deste sistema em relação aos diagnósticos de doenças ocupacionais".
O engenheiro levará a polêmica ao 2º TSPV. Lá, pretende abordar a legislação relativa a Resíduos de serviços de saúde, desmistificar o plano de gerenciamento de resíduos - PGRSS, apresentar as responsabilidades dos geradores de resíduos por todas as fases do processo e os principais grupos de resíduos perigosos gerados em estabelecimentos de saúde. "Há falha na capacitação profissional e falta estrutura adequada para lidar com esse material, mas, além disso, também notamos uma prática corrente nesses estabelecimentos de responsabilizar o poder público pela política ambiental sem refletir que o cuidado com o meio ambiente deve ser incorporado por cada um individualmente".
Você não vê, mas eles existem
Os vírus e bactérias fazem parte da vida do homem, entretanto é preciso existir um limite nessa convivência. Na área da saúde, por exemplo, a rotina de exposição a esses agentes pode ser fatal à vida de um profissional da saúde, isso porque na lista de riscos biológicos a que estão sujeitos existem desde as hepatites B e C, o HIV, o bacilo da tuberculose, a bactéria da meningite, entre outros. Segundo o médico do trabalho do SESMT/HCPA, Vinicius Guterres de Carvalho, especialista em Medicina Preventiva e Social e Medicina do Trabalho, embora não existam dados oficiais no Brasil sobre o índice de contaminação entre os trabalhadores de saúde, por esses agentes, a situação é grave. "Falta conscientização e percepção dos riscos a que estão expostos os trabalhadores de saúde e também ações preventivas por parte dos empresários da área".
É sobre esse tema que o especialista pretende tratar em sua passagem pelo 2º TSPV (Trabalhador Saudável - Paciente Vivo). Outro ponto de discussão será quanto ao Protocolo de Exposição à Material Biológico, para atender ao item 3 do parágrafo 1° do Art. 1 da Portaria 777/GM de 28/04/2004 e as Novas Tecnologias em Equipamentos de Proteção. "Hoje o mercado já disponibiliza equipamentos de proteção mais modernos à área da saúde, entretanto boa parte deles continua sendo importada. A indústria nacional está em fase de desenvolvimento de dispositivos mais seguros, para a aplicação de medicações com maior segurança - agulhas retráteis, dispositivos de travamento, etc-, que já são obrigatórios por Lei nos EUA".
Uma desatenção e uma vida em jogo
No setor de saúde pior do que o risco a que um paciente/ cliente pode ser submetido por conta de falhas técnicas e negligencias capazes de causar danos à integridade física, psíquica e até mesmo moral, é o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser irreparáveis. Para debater as questões legais que as atividades ligadas à área da saúde envolvem, o 2º TSPV (Trabalhador saudável - Paciente Vivo) contará com a presença da doutora Gracia Aparecida Branco Camargo, sócia do escritório Correia da Silva Mendonça do Amaral Advogados, que há cinco anos trabalha com estabelecimentos de saúde. "As atividades desta área, do ponto de vista não só civil e penal, mas também social e moral, estão entre aquelas com possibilidade de perda ou reparação das mais acentuadas. Nessa dinâmica, surge a questão da responsabilidade dos estabelecimentos de saúde, baseada na Teoria Objetiva, ou seja, na responsabilidade dos estabelecimentos de saúde quanto aos atos de seus empregados", explica.
Graduada em Direito pela FURB - Universidade Regional de Blumenau, com atuação nas áreas de negócios da saúde e assessoria legal em medicina e saúde de forma preventiva, realizando trabalhos de orientação e treinamento de profissionais ligados ao setor, Gracia Aparecida também desenvolve trabalhos como docente nas áreas de direito e negócios internacionais. Segundo ela, no que se refere à saúde, as Leis que hoje existem são esparsas dada amplitude dos ramos do direito que se relacionam com a saúde (consumo, trabalho, vigilância sanitária...). "Longe de ser um tema simples, pelo contrário, de muitas peculiaridades em razão da necessidade de análise de cada caso concreto, a segurança em serviços da saúde é geradora de responsabilidades civis e até penais, por isso merece maior atenção".
Prevenir: uma atitude que vale a pena
No mundo, a área da saúde é a oitava no ranking dos setores de maior índice de morte. Isso é o que aponta a organização norte-americana Committee on Quality of Health Care in América IOM. Segundo dados levantados por ela em 1999, por ano são registradas 98 mil mortes em hospitais, um índice capaz de causar um ônus financeiro entre U$ 17 bilhões e U$ 29 bi a essas instituições. "Infelizmente, ainda não temos dados precisos dessa realidade no Brasil, o que se tem são trabalhos locais. Entretanto a quebra do silêncio cresce no setor revelando a necessidade de se investir em saúde e na conscientização de todos os profissionais ligados à área", observa Achilles Clement, vice-presidente América Latina da DuPont S.A.
Figura que também estará presente na mesa de debates do 2º TSPV, o executivo terá foco na discussão sobre a redução de perdas humanas e financeiras. "Cada vez mais a rentabilidade com responsabilidade social e integração de segurança, meio ambiente e saúde como valor às empresas torna-se meta a ser seguida e até uma questão de sobrevivência". Segundo ele, um dos caminhos para se conseguir essa conexão está em um forte trabalho de comprometimento da liderança, organização de linha, funcionários e demais colaboradores. "Isso é o que chamo de gestão integrada e é sobre ela que pretendo falar durante minha participação no 2º TSPV".
O que eu ganho com isso?
Embora boa parte do empresariado tenha a consciência de que investir na segurança e saúde dos trabalhadores pode ser rentável à imagem da companhia, outra grande parcela deles ainda se questiona sobre os reais benefícios que essas ações podem trazer, principalmente no setor de saúde. Nesse sentido, e, com o objetivo de estimular ações de prevenção e investimento nesse setor, é que órgãos oficiais começaram, nos últimos anos, a dispor de Leis capazes de "premiar" as empresas saudáveis. O art. 10 da Lei nº 10.666 de 8 de maio de 2003, possibilitou ao INSS flexibilizar a contribuição destinada ao financiamento dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, mais conhecido como Seguro contra Acidentes do Trabalho (SAT). "O dispositivo prevê que as atuais alíquotas de 1%, 2% ou 3% - estabelecidas para o financiamento dos benefícios concedidos em decorrência de acidentes de trabalho - possam ser reduzidas à metade ou duplicadas conforme seu desempenho", explica o coordenador-geral de legislação e normas do departamento do regime geral da previdência social, João Donadon.
Bacharel em Direito e em Matemática, com pós-graduação em gestão previdenciária pela UFRJ, Donadon irá compor a mesa de debate do 2º TSPV (Trabalhador Saudável - Paciente Vivo). Durante a apresentação o especialista pretende debater sobre a "Responsabilidade Social e Fator de competitividade", abordando os incentivos econômicos previdenciários disponíveis e em discussão para as empresas que investem na saúde, qualidade de vida e segurança do trabalhador. "A flexibilização das alíquotas, por exemplo, faz parte de uma política mais ampla que resultará na Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalhador (SST), cujo objetivo é construir no Brasil um novo sistema de SST, com vistas a reduzir as atuais estatísticas alarmantes de mortes e acidentes do trabalho".
Sabrina Fernandes
19/05 - Vagas Limitadas - Inscrições Gratuitas - http://www.abpa.org.br/novo/tspv2/tspv_abert.htm
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Suspeita de Epidemia de Ebola
Para leitura.
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Morte de oito pessoas leva Congo a suspeitar de nova epidemia de Ebola (O Globo)
Jornalista: Indefinido
13/05/2005 - A República do Congo informou ontem que oito pessoas morreram nas duas últimas semanas com sintomas semelhantes aos causados pelo vírus Ebola, aumentando o temor de uma nova epidemia da doença. O ministro da Saúde, Alphonse Gando, disse que a população não deve entrar em pânico, mas pediu que seja evitado o contato com pessoas com suspeita de terem contraído a doença, assim como com animais silvestres mortos — que podem transmitir o vírus.
— Desde 27 de abril, o distrito de Etoumbi, na região de Cuvette-Ouest, já registrou sete mortes, além de pacientes com sintomas que fazem do vírus Ebola um
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forte suspeito — disse o ministro.
Gando informou também a morte de uma pessoa que deixou Etoumbi rumo a Mbomo — a 640 e a 700 quilômetros ao norte da capital, Brazzaville — com sintomas semelhantes. A doença danifica os vasos sangüíneos e pode causar hemorragia, diarréia e deixar o paciente em estado de choque.
Doença mata mais de 50% das vítimas
Não há cura conhecida para a doença, que é transmitida por fluidos corporais e que mata entre 50% e 90% das vítimas, dependendo do tipo do vírus. Na pior epidemia, em 1995, ela matou mais de 250 pessoas na República Democrática do Congo.
Com a ajuda da Organização Mundial de Saúde (OMS), o governo enviou uma equipe de especialistas à área e está esperando o resultado de exames para saber se trata-se de uma nova epidemia de Ebola, informou Gando. O resultado deve sair na próxima semana.
Cerca de 150 pessoas morreram vítimas de Ebola em 2003 em Cuvette-Ouest.
Também houve epidemias no Gabão, vizinho ao Congo, em 2001 e 2002.
Cientistas acreditam que elas foram causadas por consumo de carne de macaco infectada.
— As pessoas devem evitar qualquer contato com pacientes, mesmo que sejam parentes, e sobretudo não devem tocar animais mortos na floresta. O vírus é muito perigoso e contagioso — disse o ministro.
A OMS informou que uma epidemia do Marburg, um parente próximo do Ebola, matou 277 pessoas em Angola.
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Hepatites virais Hepatites Virais - Situação do Brasil
Pesquisa inédita traz dados sobre hepatite no Nordeste e Centro-Oeste do país
Cerca de 45 por cento das pessoas que moram no Nordeste e 65 por cento da população do Centro-Oeste já contraíram hepatite do tipo A, causada pelo consumo de alimentos e de água contaminados.
Os dados preliminares da pesquisa, inédita na América Latina, foram divulgados hoje (05), durante seminário internacional sobre hepatites virais.
O estudo, coordenado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), foi realizado por uma equipe de especialistas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com R$ 3 milhões investidos pelo ministério da Saúde.
O levantamento, previsto para ser concluído em dezembro do próximo ano, será estendido às outras regiões do país a partir de setembro.
De acordo com a médica Leila Beltrão, do
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Hospital Universitário Oswaldo Cruz, a pesquisa vai ajudar a implementação de estratégias do governo para prevenir e tratar a doença, que também se manifesta nos tipos B e C, sendo transmitida por meio de relações sexuais, drogas injetáveis e tratamentos cirúrgicos. "A idéia é obter informações sobre a real prevalência da doença, indo de casa em casa, para depois oferecer ao ministério dados precisos, que irão contribuir para prevenção terapêutica e vacinas."
Leila Beltrão disse ainda que muita gente desconhece que tem hepatite, descobrindo somente após exame de sangue, realizado depois que aparecem os sintomas de olhos amarelados, mal estar e febre.
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
GRUPO DE APOIO A PORTADORES DE HEPATITE C
ENCONTRO PAULISTA MULTISETORIAL DE HEPATITE C
O HCVida de São Paulo fará realizar no dia 14 de maio de 2005 o ENCONTRO PAULISTA MULTISETORIAL DE HEPATITE C, enriquecendo as comemorações do DIA MUNDIAL DE DIVULGAÇÃO DA HEPATITE C ( 15 de maio).
O evento está sendo programado para oferecer uma oportunidade de informação, atualização, debate e articulação com diferentes setores envolvidos com a causa da Hepatite C em todos os níveis, governamental (federal, estadual e municipal), técnico (médicos e Associações), movimento social (ONG/Hepatites, ONG/AIDS-co-infecção e ONG de Redução de Danos) e profissionais de outros setores envolvidos ( profissionais da saúde em geral, enfermeiros, manicures, pedicuros, podólogos, dentistas, psicólogos, advogados, tatuadores, aplicadores de
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piercing, outras patologias, etc.
PROGRAMAÇÂO :
- 09:00 hr Mesa de Abertura : Regina Lancellotti, Dra Gerusa, Dra. Alice Tiago, Dr. Milton Flávio e esperamos a confirmação do Dr. Evaldo Stanislau
- 09:15 hr Dra. Gerusa Figueiredo - sobre PNHV
- 09:45 hr Dra. Alice Tiago - sobre PEHV
- 10:15 hr Dr. Milton Flávio - propostas de novas abordagens da epidemia de HCV
- 10:30 hr COFFEEBREAK
- 11:00 hr Dr. Antonio Alcir Barone(HC e Sociedade Paulista de Infectologia) - Novas Terapias em HCV
- 11:30 hr Dr. Luis Caetano - O estado atual do Interferon Convencional no tratamento do HCV
- 12:30 hr - Almoço
(daqui para a frente estamos acabando de definir os horários)
- 14:00 às 16:00 hr farão suas palestras os seguintes médicos :
Dr. Fernando Gonzales( UNICAMP) - Re-Tratamento
Dr. Giovanni Faria Silva(UNESP Botucatu) - A Experiência com o Pólo de Aplicação Assistida em Botucatu
Dra. Eloiza Quintela - H. I. Albert Einstein) - Transplante Inter-Vivos
À partir das 16:00 hr apresentação dos representantes do movimento social presentes
16:30 hr - COFFEEBREAK
17:00 até o final do evento :
Mesa Redonda - Debate sobre o papel do movimento social e os principais problemas e possiveis soluções no enfrentamento da epidemia da HCV, com a participação do público.
Na mesa : Regina Lancellotti - HCVida SP, Francisco Martucci - C TEM QUE SABER, C TEM QUE CURAR São Manuel, Micky Woolf - Unidos Venceremos, representante da APOHIE Campinas e Limeira, Ana Cristina de Freitas - Hepa C Rio Claro, Liandro Lindner - PNHV, Rubens DUDA - Fórum ONG/AIDS(representando co-infectados), Naíme Silva - É DE LEI (redutores de danos), e estamos esperando a confirmação do Jeova Pessin Fragoso - Grupo Esperança Santos.
As incrições são gratuítas, porém, devem ser feitas com antecedência pois a capacidade do auditório é limitada para 200 pessoas.
LOCAL : Centro de Convenções do Hotel Jaraguá
Rua Martins Fontes, 71 - Centro
HORÁRIO : das 09:00 às 18:00 hr
Maiores informações :
Fone : (11) 9398-1997
hcvida@hcvida.com.br
www.hcvida.com.br
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - RJ
III FÓRUM DE DISCUSSÃO SOBRE BACTÉRIAS MULTIRRESISTENTES
"Da bancada à beira do leito"
31 maio de 2005
Programa
8:30h- Conferência:
"Resistência: como está e como enfrentar" -
Denise Marangoni (UFRJ/INFECTO)
9:30h - Conferência
"Falhas na detecção laboratorial da multirresistência" - Sílvia Costa (OPAS)
10:30h Intervalo
10:45h - Mesa Redonda: "Laboratório confiável e ágil para prevenção de MDR"
Mini-conferência
"Como eu faço?" - Jorge Sampaio (Fleury Lab.)
Participantes: Viviani M. Ferreira (HGB)
Elizabete Marques (UERJ)
12:30h -14:00h- Simpósio de almoço
"Atualização do Antibiograma NCCLS 2005" -
O que há de novo? Alberto Chebabo (AECIHERJ)
14:00h - Workshop
Recomendações aos serviços para identificação
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correta e ágil de microrganismos MDR
16:00h Intervalo
16:30h Discussão e comentários finais - Elaboração do documento final
AECIHERJ / SBPC
Organização: AECIHERJ
LOCAL: No Colégio Brasileiro de Cirurgiões - Botafogo
Inscrições e informações com Patricia ( tel: 021- 2556.8455)
Informações por e-mail: aeciherj.rj@abih.org.br
VAGAS LIMITADAS (R$ 20,00 sócios e R$ 80,00 não sócios)
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de SIPAT - RJ
Pessoal, nessa palestra iremos, passar nossa idéia -
IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO -
Gestão Participativa Integrada
Prevenção>>>>>>>>> Risco <<<<<<<<<<<<
Qualquer que seja o elemento em análise....
Acidentes - Prevenção - (Biossegurança - Resíduos , OHSAS , etc..........)
Prevenir é não ter que remediar.............
Mensagem encaminhada pela colega Celia Wada
[ Riscobiologico.org - SIPAT = Semana Interna de Prevenção de Acidentes de trabalho. ]
V SIPAT
Semana Interna de Prevenção de Acidentes de trabalho
Segurança no trabalho: um ponto de vida.
De 9 a 13 de maio de 2005
Auditório do Pavilhão Rocha Lima - 6º andar
09/05 - Segunda-feira
13:30h Cerimônia de Abertura
15:00h Palestra Inaugural:
"Segurança no Trabalho como
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Objetivo de Vida"
16:00h Pergunta Premiada
16:30h Café de encerramento
10/05 - Terça-feira
13:30h Primeiros Socorros no Ambiente de Trabalho
15:00h Pergunta Premiada
15:15h Intervalo para café
15:30h Programa de Gerenciamento de Risco em Serviço de Saúde
11/05 - Quarta-feira
13:30h Importância de Vacinação em Bio-Manguinhos
14:00h Programa de Vacinação nas Empresas
14:45h Vacinas Disponíveis aos Trabalhadores
15:30h Pergunta Premiada
15:30h Intervalo para café
15:45h Vestibular da Segurança
12/05 - Quinta-feira
13:30h Lesões por Esforço Repetitivo/Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho
15:00h Pergunta Premiada
15:15h Intervalo para café
15:30 Dinâmica de Grupo sobe Movimentos
13/05 - Sexta-feira
13:30h A AIDS nos Tempos Atuais
14:30h Proteção Respiratória e Auditiva
15:30h Entrega dos Prêmios do Vestibular da Segurança
16:15h Café de encerramento
E mais:
Exposição de Equipamentos de Proteção Individual
Sorteio de Brindes
Distribuição da Revista "Proteção"
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Informes e contatos Informe Riscobiologico.org - Número de mensagens
Prezados colegas,
Como o tempo para um e-mail ser divulgado na lista de discussão tem chegado a ultrapassar uma semana, a partir de hoje ampliamos o limite e estaremos encaminhando 12 mensagens diárias pela lista.
Temos tido uma grande participação e recebimento de e-mails - o que certamente é muito bom para todo o grupo, que conta hoje com aproximadamente 1.500 colegas.
Sabemos que um número excessivo de mensagens na caixa postal dos usuários é uma reclamação freqüente de vários participantes, mas reconhecemos que o tempo superior a uma semana para agendamento de uma mensagem pode trazer prejuízo às discussões.
Lembramos que mensagens que precisam de encaminhamento urgente devem ser assinaladas no título para que possamos priorizá-las, como é o caso de alertas sanitários
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e outras divulgações.
Estamos sempre à disposição para o envio de críticas e sugestões.
Um abraço
Cristiane Rapparini
Coordenação Riscobiologico.org
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