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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta ANVISA - Recolhimento de medicamento
Saúdo a todos !
Recebi e encaminho para ciência.
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Data: 30 Mai 2005 09:10:00
De: Kátia Watanabe Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária 27 Mai 2005 13:25
[editado]
Novartis recolhe lote de medicamento
Com base na Resolução RDC nº 55, de 17 de março de 2005, a empresa
Novartis Biociências S/A, CNPJ 56.994.502/0098-62, localizada em
Taboão da Serra (SP) comunicou à Anvisa que fará o recolhimento do
lote Z0004A do medicamento Muricalm, solução em gotas, 10 ml, princípio
ativo pimetixeno, data de fabricação 11/2004, data de validade 10/2009,
indicado para tratamento de crianças com problemas respiratórios.
Dentro da embalagem (cartucho) do remédio foi encontrado um frasco do
medicamento Aminofilina Sandoz, solução em gotas, 10 ml,
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usado como
broncodilatador. O lote Z0004A, com 350 unidades do produto, foi
distribuído para São Luiz (MA), Curitiba (PR) e Catalão (GO). Os
consumidores que adquiriram o medicamento desse lote devem suspender sua
utilização e procurar seu médico, imediatamente, para as devidas
orientações.
Com a RDC nº 55 ficou determinado que as empresas devem veicular mensagem
de alerta aos consumidores, informando sobre a periculosidade ou
nocividade do(s) lote(s) do medicamento em processo de recolhimento. O
recolhimento é implementado quando houver indícios suficientes ou
comprovação de desvio de qualidade que representam risco, agravo ou
conseqüência à saúde ou, ainda, se ocorrer cancelamento do registro.
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64 anos de luta em prol da Segurança, Saúde e Qualidade de Vida no Ambiente de Trabalho
No último dia 21 a ABPA - Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes completou 64 anos de história
Desde a sua fundação a Associação tem procurado manter viva a chama de sua missão, que é promover educação e informação, aglutinando pessoas e empresas com senso de responsabilidade social por meio de cursos de formação, requalificação, congressos, seminários, estudos estatísticos, levantamentos ambientais, legislações e normas do trabalho, que visem ao bem do homem e sua inserção no meio produtivo de forma segura, objetivando produtividade e qualidade com qualidade de vida.
Fazendo jus a suas incumbências e propósitos é que a entidade promoveu, mais uma vez, um
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evento significativo para trabalhadores e empreendedores, desta vez a categoria beneficiada foi a do segmento da saúde. Cerca de 200 pessoas, entre especialistas do setor e comunidade, estiveram juntas agora no mês de maio em Curitiba, para esclarecer e debater uma nova mudança que começa a apontar no horizonte desse setor: a NR 32, primeira Norma de Segurança no Brasil e no mundo voltada especificamente à área da saúde. Antecipar e participar de mudanças decisivas como essa também faz parte de nosso lema.
Como um escritor compondo uma obra, a cada ano, a cada vitória e avanço que conquistamos ou ajudamos a conquistar, a ABPA escreve, assim, as suas páginas na história. Lembrando que, esse sucesso não seria possível se não houvesse o comprometimento e apoio de todos aqueles que acreditam nessa luta e que trilham esse caminho conosco lado a lado. Por todas essas razões, que brevemente podemos comentar aqui, é que não poderíamos deixar passar em branco a data de aniversário dessa entidade. Gostaríamos então de dar nossos singelos parabéns a todos que de alguma forma, seja direta ou indiretamente, estão conosco nessa batalha.
Mauro Daffre
Presidente da ABPA
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Áreas de apoio Medicamentos - Diluição de Penicilina
Bom dia!!!!
Alguém poderia me informar como está sendo feita a diluição da Penicilina cristalina de 5 ou 10 milhões de unidades?????
Nos frascos não nada marcado, e a empresa que entraga na Instituiçào em que atuo, não informa.
O que observei é que cada um dilui como se lembra na época em que estudou.
Não encontrei na literatura nada atual.
Obrigada,
Maria José UNESP
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Assuntos diversos Esquistossomose mansônica - Brasil
Saúdo a todos !!!
Encaminho para leitura .
Saudações.
Paulo Roberto Rebello - médico
CECIH/CVE-SES/RJ
VISA-EAD/ENSP-FIOCRUZ
From:
Doença está presente em 18 Estados e no DF
Apesar da constante redução do número de infectados desde o início da década de 1950, a esquistossomose mansônica tem ampla distribuição geográfica no Brasil, conforme a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. A doença é considerada endêmica em Estados da Região Nordeste, principalmente Alagoas, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Paraíba, no norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. Mas é detectada, com maior ou menor intensidade, em 18 Estados e no Distrito Federal.
Especialistas, contudo, consideram difícil traduzir esse quadro em números.
Segundo estimativas, existem de 7 milhões a 12 milhões de pessoas infectadas no País. Segundo a SVS,
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nas últimas 2 décadas o índice de contaminados tem ficado entre 5,5 por cento a 11,6 por cento da população examinada. Nos Estados onde a doença é considerada uma endemia, estão os maiores coeficientes de mortalidade e proporção de internações. "Nesses locais, há prevalência de até 50 por cento da população", salienta o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Expedito Luna.
Embora a tendência no Brasil seja de redução dos indicadores, a mortalidade por formas graves da esquistossomose ainda representa "um importante problema de saúde" nas áreas endêmicas do Nordeste, segundo a SVS. Nesse caso, a pessoa pode morrer por hemorragia digestiva. Há também o que Luna chama de "uma forma mais focal" da esquistossomose.
Segundo ele, é o que ocorre, por exemplo, em cidades interior de São Paulo, como Campinas, onde a contaminação acontece em lagoas da periferia.
"Crianças
e adolescentes vão tomar banho nessas lagoas e acabam se infectando." A contaminação ocorre em lagoas ou rios infectados pelas larvas do Schistosoma mansoni, que se utiliza de um caramujo de água doce como hospedeiro intermediário. Febre, calafrios, dores de cabeça, vômitos, náusea e tosse seca são os primeiros sintomas da doença. A infecção pode evoluir para um quadro mais grave de inchaço do fígado e baço, além de hemorragias causadas por > rompimento de varizes que se formam no esôfago e abdôme dilatado.
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Soluções em almotolias
PREZADOS COLEGASDA LISTA :
SOLICITO AJUDA POIS PRECISO SABER A ESTABILIDADE BIOLOGICA OU O RISCO DE MANTER SOLUÇÕES ANTISSÉPTICAS EM FRASCOS( ALMOTOLIAS DE 500 ML E 250 ML ) NAS UNIDADES ( ENFERMARIAS ) DO HOSPITAL ONDE TRABALHO. AS SOLUÇÕES NO CASO SÃO : ÁLCOOL 70 GL , ALCOOL IODADO 2 % ,PVPI AQUOSO E DEGERMANTE . PARTICULARMENTE NECESSITO SABER SE POSSO DEIXAR X DIAS NAS UNIDADES DEVIDO AO RISCO DE CONTAMINAÇÃO NO MANUSEIO. POR FAVOR SE SOUBEREM DE ALGUMA FONTE BIBLIOGRAFICA FIDEDIGNA ME RESPONDAM.
ENFERMEIRA SCIH - HCE
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Acredito que esta sigla seja importante, não a penas porque está sendo muito propagada e necessitamos estar presente nessas discussões mas ela é importante para nossa vida e nosso desenvolvimentoprofissional e pessoal.
5 S - É uma sigla conhecida mundialmente.
A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas que começam com a letra S.
Seiri Senso de Utilização
Seiton Senso de Ordenação
Seisou Senso de Limpeza
Seiketsu Senso de Saúde
Shitsuke Senso de Autodisciplina
O 5S surgiu no Japão no início dos anos 1950. Na indústria, seus principais papéis são: liberar áreas, evitar desperdícios, melhorar relacionamentos, facilitar as atividades e localização de recursos disponíveis. Trata de uma sigla formada pelas iniciais de cinco palavras japonesas. No Brasil, alguns "S"
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foram traduzidos usando palavras variadas. Com isso, o 5S gerou resultados diferentes de um para outro local. A tradução que adotamos é uma das mais praticadas, graças ao trabalho feito pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), em empresas e escolas, a partir da década de 90. É tradução adequada a qualquer lugar onde se vive, por não usar expressões exclusivas do meio empresarial.
Observando os métodos de gestão e o potencial das pessoas em variados ambientes, sentimos que, devidamente entendido e apresentado, o 5S pode ser praticado por qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Com isso, o 5S que praticamos hoje é mais humano do que quando começou a ser divulgado no Brasil, nos anos 1980. Seus princípios são semelhantes aos princípios da vida.
O 5S naturalmente
Senso de Utilização
Desenvolver a noção da utilidade dos recursos disponíveis e separar o que é útil de o que não é.
Destinar cada coisa para onde possa ser útil.
O organismo de qualquer ser vivo faz isso. É a planta sugando do solo os nutrientes de que precisa, é o sistema digestivo dos animais absorvendo o que o organismo precisa, separando do que não precisa.
Senso de Ordenação
Colocar as coisas no lugar certo; realizar as atividades na ordem certa.
As plantas mandam os nutrientes para os galhos, as folhas, flores, frutos, do mesmo modo que nosso sistema vascular alimenta todo nosso corpo.
Senso de Limpeza
É tirar o lixo, a poluição; evitar sujar, evitar poluir.
Cascas e folhas são eliminadas pela planta quando já cumpriram sua função. Nosso organismo se limpa no suor, na respiração, nas fezes e na urina e em muitas outras formas de se manter, de se livrar das toxinas e excessos.
Senso de Saúde
Padronizar comportamento, valores e práticas favoráveis à saúde física, mental e ambiental.
A cada segundo, todo os organismos das plantas e dos animais se dedicam para manter sua integridade, sua saúde.
Senso de Autodisciplina
Autogestão, cada um se cuidando, adaptando-se às novas realidades de modo que as relações com o ambiente e pessoais sejam recicláveis e sustentáveis de forma saudável.
Plantas e animais se cuidam de forma natural. Nascem, crescem, se reproduzem, morrem. Não precisamos mandar uma planta praticar sua fotossíntese e nem a um gato que cuide de seu pêlo.
Se o 5S é uma coisa natural, por que devemos insistir em aprender a praticá-lo?
Devemos ensinar o tão natural 5S exatamente porque a vida do ser humano não é assim tão natural. Temos tanta tecnologia, conhecimentos, cultura, valores, tantos recursos artificiais descobertos, aperfeiçoados ou inventados pela humanidade, que não é mais possível utilizá-los sem aprendizado e treinamento.
Ora, muitos recursos não adiantam nada se não soubermos utilizá-los, ordená-los, limpá-los, conservá-los e, finalmente, descartá-los ou reciclá-los quando chegar a hora.
Neste nossa vida tão cheia de novidades e oportunidades, é o 5S que vai nos mostrar como melhor aproveitá-las para a Qualidade de Vida. Qualidade de Vida para a humanidade e, sobretudo, para o sistema biológico, do qual fazemos parte e sem o qual não podemos viver.
Célia Wada
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Prezados amigos
Ao pessoal da área , encaminho curso que será ministrado em nossa UNIFAR.
O tema é interessante e a palestrante altamente especializada...vale a pena.
O convite se estende a todas as categorias interessadas.
Para quem não conhece, a UNIFAR é a entidade de classe farmacêutica mais antiga de São Paulo.
Os trabalhos da UNIFAR tem um cunho estritamente científico.
Aproveito para convidar a todos os farmacêuticos a participarem de nossa reunião do grupo AMBIFAR - grupo de estudos ambientais da UNIFAR, estaremos realizando os próximos trabalhos dia 14 de junho, repassarei o convite posteriormente.
abraços a todos
Celia Wada
U N I F A R - União Farmacêutica de São Paulo
Rua da Glória, 104 - Liberdade - Tel: 3242.8815 - Telefax:
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3106.1680
E-mail: unifar@unifar.org.br
PALESTRA TEC-FAR
Dia 07 de junho/2005 (3ª feira) - das 19:30 às 22:00 h
O grupo TEC-FAR - Tecnologia em Farmacotécnica e Desenvolvimento de Produtos, irá realizar uma Palestra Tecnológica no dia 07 de junho (3ª feira) das 19:30 às 22:00 horas, na sede da UNIFAR, Rua da Glória, 104 - São Paulo-SP.
Tema : SUCRALOSE: o Edulcorante que está revolucionando desenvolvimentos na Indústria farmacêutica. Melhorando sabores com segurança e eficiência.
Palestrante : GIULIANA REZES BIAGINI - Engª de Alimentos
Assistente : EDUARDO MOURA DIAN - Engº de Alimentos
Estacionamentos:
Após 19:00 horas - Rua da Glória, livre de Zona Azul
Aconselhamos "Best Park" - Rua da Glória, 13
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Legislação e normatizações Legislação - Insalubridade
Bom dia a todos, nessa curta semana.
Recentemente discutimos um pouco a questão da insalubridade em profissionais de saúde e na minha opinião a insalubridade de grau médio é devida a todos os profissionais de saúde que atuam em hospitais gerais, não especializados em doenças infecto-contagiosas, por não estarem em contato permanente com pacientes em isolamento por DIC; ao mesmo tempo ponderei que os auxiliares de higiene e limpeza esses sim mereceriam, no meu entendimento, o adicional em grau máximo, baseando essa opinião no texto da NR-15.
Encontrei uma informação de decisão do Tribunal Superior do Trabalho a respeito de trabalhadora que atuava na limpeza de uma instituição não relacionada a prestação de serviços à saúde (ou doença), a qual foi conferida insalubridade
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de grau máximo, pois limpava banheiros.
Considerei interessante, principalmente para os colegas que militam na área da saúde do trabalhador.
Grande abraço
Paulo R. Leal
Médico do Trabalho
medicina.ocupacional@sepaco.com.br
13/10/2004
TST condena SESI a pagar adicional de insalubridade a servente
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Serviço Social da Industria (SESI) de Florianópolis (SC) a pagar a uma servente o adicional de insalubridade em grau máximo. A decisão unânime foi tomada com base no voto do ministro relator, Luciano de Castilho.
A servente, moradora da cidade de Agronômica, trabalhava em um supermercado do Serviço Social da Industria (SESI) de Florianópolis. A empregada foi admitida em julho de 1990 para trabalhar na limpeza de um supermercado do SESI e demitida, sem justa causa, em maio de 1997. Durante esse período, a servente não recebeu o adicional de insalubridade. Após a demissão, ela ajuizou reclamação trabalhista para tentar ver reconhecido o seu direito ao adicional.
A Consolidação das Leis do Trabalho classifica o grau de insalubridade nos níveis mínimo, médio e máximo, assegurando ao empregado o adicional de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo, respectivamente. As atividades consideradas insalubres e os respectivos graus de insalubridade estão listados na Norma Reguladora n° 15 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Na reclamação trabalhista, o advogado da servente pediu o adicional de insalubridade em grau máximo, pois ela, entre várias tarefas, limpava diariamente, por duas vezes, quatro banheiros existentes nas dependências do supermercado do SESI, sem, contudo, fazer uso de qualquer equipamento de proteção individual (EPI).
O SESI não comprovou o uso da EPI pela servente e argumentou que ela "jamais trabalhou em atividade enquadrada pelo Ministério do Trabalho como insalubre". O Ministério enquadra como atividade insalubre em grau máximo o trabalho na coleta e industrialização de lixo urbano e em galerias e tanques de esgoto.
Uma perícia realizada no local e trabalho por determinação do juiz concluiu pela existência da insalubridade em grau máximo pelo contato com agentes biológicos, fundamentando a sentença que condenou o SESI ao pagamento do respectivo adicional.
Ao examinar recurso da entidade contra a condenação, o Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina (12ª Região) isentou o SESI do pagamento do adicional, pois considerou que o trabalho da servente não se enquadrava entre as atividades consideradas insalubres pelo TEM, visto que o lixo interno da empresa não tem o "caráter coletivo para que seja considerado lixo urbano".
Então, foi a empregada quem recorreu, agora ao Tribunal Superior do Trabalho. No TST, o relator, ministro Luciano de Castilho, lembrou que a Orientação Jurisprudencial nº 170 da SDI 1 prevê que "a limpeza em residências e escritórios e a respectiva coleta de lixo não podem ser consideradas atividades insalubres, ainda que constatadas em laudo pericial, porque não se encontram dentre as classificadas como lixo urbano, na Portaria do Ministério do Trabalho". Porém, segundo Luciano de Castilho, no caso, o perito constatou que o lixo manuseado pela servente continha os agentes biológicos previstos na norma do MTE, e, "se o agente encontrado é o mesmo do lixo urbano, o adicional deve ser pago".(RR 672652/2000.1)
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Classificação
Caros colegas da lista,
Estou com a seguinte dúvida :
Quando tenho um resíduo que possui duas classificações, para proceder o descarte devo levar em consideração a classificação de maior risco. Estou correta ?
Possuo um resíduo do grupo A, porém fiz uma opção no meu plano(PGRSS) do descarte acontecer na caixa de perfurocortante, devido ao pouco volume.Usei o bom senso !
Na RDC 306/04, os resíduos do grupo A devem ser coletados a cada 24 hs; os do grupo E quando preencher 2/3 da caixa.
Se eu estou colocando meu resíduo do Grupo A , fita de dextro,(mínima quantidade)na caixa de perfuro; a coleta precisa ser feita em 24 hs ?
Observação : o destino final dos dois resíduos será incineração.