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UM EVENTO CIENTÍFICO DA SAÚDE PARA SAÚDE
CONFERÊNCIA ANVISA & CONAMA - SAÚDE & MEIO AMBIENTE
" A QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NOS AMBIENTES DE SERVIÇOS DE SAÚDE "
26 de abril de 2004 - São Paulo
Debate aberto: Os novos marcos regulatórios da Saúde e Meio Ambiente
ANVISA 306/2004 (publicada)
CONAMA 283/ nova edição (trâmite) - votação 29 e 30 de março 2005
centrada especialmente aos Dirigentes e Administradores hospitalares e de serviços de saúde em geral, Gestores de RSS, membros de CGRSS, CCIH, profissionais, especialistas de saúde e de meio ambiente, equipes de SMS de empresas e indústrias,
para debater sob uma visão técnico-científica os novos paradigmas da Legislação Ambiental e de Saúde vigentes e/ou a nova edição da Res.CONAMA 283 e da RDC 306/2004 ANVISA
(Debate
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aberto)
Fórum com a exposição das proposições dos novos marcos regulatórios, apresentados individualmente pela ANVISA e pelo Ministério do Meio Ambiente, porém de forma a se complementarem, ou seja: atingindo o fluxo completo dos RSS - da Geração à Destinação Final - sob um prisma amplo e globalizado, conforme preconiza: O Plano de Gerenciamento de Resíduos - PGRSS - O novo protocolo de Saúde Ambiental
Esta visão "saudável" de Saúde & Meio Ambiente ou de Meio Ambiente & Saúde caminhando juntos permite a análise da questão da Responsabilidade Ambiental nos Serviços, que será examinada com a exposição da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de São Paulo e intermediada no debate pela Comissão de Especialistas composta por: sanitaristas, toxicologista ambiental, infectologista, epidemiologista e de direito ambiental, tendo como mediador o presidente da Câmara Técnica do CONAMA (Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos) que sediou a revisão da Resolução 283
O impacto dos RSS sobre o meio ambiente quando não gerenciados (PGRSS), não tratados e ou não destinados de forma segura, podem contaminar o meio ambiente, provocar sérios problemas de saúde pública e prejudicar a qualidade de vida da sociedade
Preservar a integridade do Serviço é exercer de forma indivisível o cuidado também com a "Saúde do meio ambiente" dentro, ou pós abrigo da unidade, norteados la Responsabilidade Solidária do gerador - da geração ao tratamento e a destinação dos RSS -
O conceito de Saúde Ambiental (Saúde & Meio Ambiente) será destacado na essência dos temas abordados, uma vez que os estabelecimentos de Serviços de Saúde estão iniciando uma nova fase, com a adoção da cultura da Responsabilidade Ambiental na abordagem e gestão dos RSS e a importância da preservação do meio ambiente.
A estratégia dos trabalhos em essência nesta Conferência baseia-se no modelo: situação real dos RSS nos estabelecimentos de saúde x exigências da nova legislação de Saúde e de Meio Ambiente x plano de gerenciamento de resíduos (manejo) x responsabilidade do gerador
Uma Conferência que vai reunir grandes especialistas, conferencistas, Hospitais e Serviços de Saúde e meio ambiente de todo País
Informações e Inscrições - São Paulo
(11) 5096-2521 e 5093-9885 ( telefax )
(11) 5687-7494 / 5548-5800 e 5524-8572 ( telefax ) ambianceconsultoria@terra.com.br ambiance@ambianceconsultoria.com.br
Data/Hora: 26 de abril 14h00-18h00
Local: auditório do Conselho Regional de Química em São Paulo
Rua Oscar Freire, 2039 - Pinheiros - São Paulo-SP (entre Rua Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio)
PROGRAMA DA CONFERÊNCIA
Palavras da Mesa Diretora
A Responsabilidade Ambiental no Município de São Paulo A Avaliação da questão da saúde ambiental ( Saúde & Meio Ambiente ) Autoridades Governamentais de Saúde e Meio Ambiente de São Paulo
1a. Palestra - A Responsabilidade Ambiental no Brasil nos Estabelecimentos de Serviços de Saúde Conscientização e conhecimento legal da legislação ambiental com a interface das novas regulamentações da Saúde (RSS - ANVISA). A responsabilidade do gerador dos estabelecimentos de saúde frente aos Resíduos de Serviços de Saúde - RSS (da geração à destinação/disposição final)
Patricia Moraes Aude - Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de São Paulo
2a. Palestra - Gerenciamento de Risco dos Resíduos de Serviços de Saúde
O Plano de Gerenciamento de Resíduos - O protocolo de Saúde Ambiental Conhecimento técnico das exigências legais para os Serviços de Saúde - RDC 306/2004
A importância do plano PGRSS no manejo e a questão da saúde ambiental sob a visão globalizada do gerenciamento dos resíduos RSS (da geração à destinação/ disposição final) Aplicação plena decorridos 180 dias a partir da data de publicação DOU 10/12/2004 (válida para todo território nacional)
Regina Gonçalves Barcellos - Gerente de Infraestrutura da ANVISA
3a. Palestra - O Tratamento e a Destinação dos Resíduos de Serviços de Saúde, segundo a nova legislação CONAMA 283/última edição (trâmite).
Análise da nova Resolução CONAMA e os resíduos RSS (geração/destinação) em ambientes de serviços de saúde com o exame da questão de meio ambiente conectado ao conceito globalizado de saúde ambiental; estimulando o despertar da consciência ambiental e atuação em atendimento ao marco regulatório nestes universos.
Maria Gricia L. Grossi - Secretaria da Qualidade Ambiental - Ministério de Meio Ambiente
Debate aberto:
Mediador - Bertoldo Silva Costa
Conselheiro e Presidente da Câmara Ténica CONAMA: Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos.
Diretor Nacional da ABES
Comissão Científica da Mesa Redonda:
Dr Edwal Campos Rodrigues
Dra Eriete Ramos Dias Teixeira
Dr Fernando de Faria Tabet
Dra Noil Amorim de Menezes Cussiol
e especialistas convidados de saúde/ meio ambiente
Considerações finais para debate:
O que fazer para a tender a destinação e a disposição final dos RSS no Brasil de muitos Brasis?
Como o PGRSS deverá atuar como o novo protocolo de Saúde Ambiental para manutenção da saúde pública e preservação dos recursos naturais?
Que tipos de RSS devem ser tratado internamente aos Serviços? Quais as tecnologias disposnívie (custo x benefício) Qual a responsabildade legal dos Serviços após a retirada dos resíduos do abrigo externo?
Qual o real potencial de risco dos RSS x interface do controle de infecção x manejo dos resíduos para funcionários dos Serviços e impacto de saúde e meio ambiente?
VAGAS LIMITADAS
Apoios Institucionais:
SINDHOSP
CÂMARA BRASIL-ALEMANHA
RAVA EMBALAGENS
REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL
SICLO - Sistema Informatizado PGRSS
AMBIRECICLE - solução para resíduos comuns/reciclagem em ambientes de saúde
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Data: 29 Mar 2005 14:45:00
De: Kátia Watanabe katia.watanabe@anvisa.gov.br
Fonte: EPTV Ribeirão 29 Mar 2005 12:02 [editado]
Vigilância Epidemiológica de Ribeirão registrou 19 casos de malária este ano
A Vigilância Epidemiológica de Ribeirão Preto já confirmou este ano 19 casos de malária. Todos os caso são importados, ou seja, os pacientes foram infectados em outras cidades.
O último caso confirmado foi de um morador de Franca, de 33 anos, que ficou doente após 1 pescaria na região de Porto Velho (RO). Ele foi levado para a Santa Casa de Franca e transferido para o Hospital das Clínicas de Ribeirão.
O paciente passa bem e já recebeu alta.
[Veja: 050312aa Malária - Brasil: novas
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estatísticas 2004
040701aa Malária, casos aumentam - Amazônia Legal 040120aa Malária - AC (Cruzeiro do Sul) 040126aa Malária - AC (Cruzeiro do Sul) (02) 040113ai Malária - Brasil 040107aa Malária - RO (Porto Velho) 040716ab Malária - RR]
LISAS = Lista de Adversidades em Saúde lisas@lisas.org.br.
Aceitamos tudo que trata de epidemias, surtos de doenças, reações adversas devido a antibióticos, vacinas, drogas ou produtos médicos, etc. com foco no Brasil. Queremos discussão. Mas não tratamos de notícias de campanhas de vacinação, produtos anti-tabagismo, etc.
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Áreas de apoio Áreas de apoio - Ar condicionado em UTI
Boa Noite,
Gostaria de saber se na UTI se pode utilizar aparelho de ar condicionado convencional ou se tem que haver um sistema de climatização especial.
Um abraço,
Edilene Castro
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[1] Data: 5 Abr 2005 09:54:00
De: Kátia Watanabe katia.watanabe@anvisa.gov.br
Fonte: Folha Online 5 Abr 2005 09:07 [editado] /cotidiano/ult95u107592.shtml>
Via LISAS
Peixe cru causa surto de doença em SP; 18 casos foram anotados no ano
A cidade de São Paulo vive surto de uma infecção adquirida pelo consumo de peixe cru (sushi e sashimi), defumado ou mal-cozido. De março de 2004 a março deste ano, foram registrados 28 casos da difilobotríase, doença transmitida pelo parasita Diphyllobothrium spp - 18 das ocorrências foram anotadas neste ano.
De 1998 até 2004, o Estado havia notificado apenas 2 casos da doença, ambos em pessoas estrangeiras, que haviam consumido peixe cru fora do país. É a primeira vez que se registram casos autóctones no
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Brasil. Na América do Sul, há confirmação de casos no Chile, Peru e Argentina.
Os principais sintomas da doença são dor e desconforto abdominal, flatulência e diarréia. Também são relatados vômito, perda de peso e anemia megaloblástica, já que o parasita absorve vitamina B-12 do organismo. Só 20 por cento dos infectados têm sintomas.
O CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) da Secretaria da Saúde (SP) publicará nesta semana 1 portaria em que recomenda o congelamento do peixe por pelo menos 24 horas, a -18ºC, para consumo da carne crua, para tentar conter o surto.
Recomendação semelhante já é feita pela agência de fármacos e alimentos dos Estados Unidos, FDA.
Mas a própria vigilância epidemiológica admite que o congelamento por si só pode não conter o surto da doença porque não está comprovado, cientificamente, que a baixa temperatura mate ou inative o parasita. "Ainda não sabemos se a aplicação dessa norma trará resultados. É só uma tentativa de impedir a evolução desse importante surto", diz o diretor do CVE, Carlos Magno Fortaleza.
Restaurantes de comida japonesa afirmam que o congelamento é uma prática rotineira e que não causa prejuízo ao sabor dos pratos. Fortaleza diz que os estabelecimentos não devem ser responsabilizados, pois é impossível identificar o parasita visualmente.
A Folha apurou que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também prepara uma resolução em que deve criar normas para o consumo e importação de peixe cru no país.
A principal suspeita recaiu sobre o salmão porque relatos na literatura o colocam, ao lado do robalo, como principal hospedeiro do parasita. Hoje, o salmão é o único peixe importado - principalmente do Chile - para a produção de sushi e sashimi.
Porém ainda não ficou demonstrado que ele seja o responsável pelo surto em São Paulo. Técnicos da vigilância estão recolhendo amostras de salmão para localizar o parasita, mas não descartam a possibilidade de espécies de peixes paulistas ou da costa brasileira estarem contaminadas.
O verme vive na musculatura do peixe (no caso do salmão, nos nervos). Ao ser consumido cru, fixa-se no intestino delgado, onde pode viver até 10 anos e atingir 10 metros de comprimento.
O alerta sobre o surto foi dado pelo laboratório Fleury, responsável por 24 das 28 notificações. De acordo com o patologista clínico Jorge Luiz Mello Sampaio, as pessoas infectadas relataram ter consumido sushis e sashimis em diferentes regiões da cidade, o que sugere não haver 1 foco específico de contaminação.
Alguns pacientes assintomáticos, inclusive crianças, souberam da infecção ao observar pedaços do parasita nas fezes. Assustados, fizeram o exame, que acabou comprovando a doença.
Os nomes dos restaurantes freqüentados pelas vítimas já foram repassados às autoridades de vigilância para que haja 1 levantamento das espécies, dos fornecedores e da procedência.
O tratamento é feito com a substância praziquantel, em dose única.
A recomendação do médico é que seja feito também 1 hemograma para verificar se há anemia e, se for o caso, tratá-la.
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Infecção pelo HIV/AIDS Infecção pelo HIV/AIDS - Sorologia do paciente-fonte
Prezados Colegas
Gostaria da colocagco dos colegas quando da realizagco dos exames laboratoriais apss acidente com material biolsgico(sangue).
No manual do MS, existe a orientagco de "Realizar teste anti-HIV do paciente-fonte apss aconselhamento e autorizagco utilizar testes rapidos quando o resultado da sorologia convencional nco puder ser obtido logo apss a exposigco".
Em relagco a tais exames, apss a realizagco do teste rapido NEGATIVO, no PACIENTE FONTE, i necessario a realizagco do exame anti HIV elisa convencional ?
Obrigado,
Um abrago,
Rogirio Alves
Cirurgico dentista, Escola de Odontologia -UNIGRANRIO - RJ
ralvess@yahoo.com
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Hemodiálise - Terapia Renal Substutiva Hemodiálise - Tratamento e controle da água
ALGUÉM PODE ME INDICAR ALGUM MATERIAL ESPECÍFICO SÓBRE TRATAMENTO E CONTROLE DA ÁGUA PARA OS SERVIÇOS DE HEMODIÁLISE E A ROTINA DE DESINFECÇÃO DO SISTEMA?
GRATO,
Elisângelo A. C. Silva
Enfermeiro COREN 001994
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Riscos ocupacionais não-biológicos Riscos não-biológicos - Avental de chumbo
Ao Grupo,
Sou médica do trabalho e atuo na aréa hospitalar .Estou precisando de ajuda.Alguns de vcs tem informação a respeito de avental de chumbo,período de troca ,como podemos avaliar de o mesmo está sendo eficaz na proteção do profissional .Há como mensurar?Há algum órgão que fiscalize ,ou alguma norma vigente?
Atenciosamente
Ana Cristina
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Gostaria de saber como é a rotina de reprocessamento dos pleuroscópios usados em seus serviços, uma vez que estou sendo bastante questionada por querer esterilizar o fio de cautério, usado nas cirurgias de simpatectomia (o argumento é que em hospitais considerados " top de linha" do Rio de Janeiro, a rotina é de somente desinfecção de alto nível...).
Muito obrigada!
Isabella Albuquerque
Infectologista
Rio de Janeiro
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Tuberculose Tuberculose - Situação na Europa / África
Recebido de lisas@lisas.org.br e estou repassando.
Saudações.
Paulo Roberto Rebello
Tuberculose - Europa/África
Um mensagem de LISAS
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Prezados leitores, mandem seus comentarios para lisas@lisas.org.br
Data: 24 Mar 2005 10:30:00
De: Kátia Watanabe katia.watanabe@anvisa.gov.br
Fonte: BBC Brasil.com 24 Mar 2005 00:51 [editado] < http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/ 2005/03/050324_tuberculosecg.shtml
Tuberculose cai no mundo, mas aumenta na Europa e na África
Na África, a tuberculose já se tornou a principal causa de morte entre portadores do vírus HIV, que causa a Aids.
No caso da Europa, e especificamente do Leste Europeu, a região mais afetada, o aumento estaria sendo causado pela resistência das variantes locais da doença às drogas convencionais, diz a OMS.
O maior problema, no entanto, está na África.
Quase 1 terço das mortes por tuberculose ocorre no continente, o mais afetado
[ + ] Exibir tudo
pela Aids.
De acordo com a organização, além da alta incidência da Aids, que favorece o aparecimento de doenças "oportunistas", a precária infra-estrutura de saúde alimenta 1 epidemia de tuberculose no continente africano.
"A tuberculose é agora a infecção oportunista número 1 para pessoas soropositivas e a maior causa de morte para pessoas com Aids", afirmou a diretora da organização de combate à doença baseada em Washington, Results International, Joanne Carter, segundo a agência de notícias France Presse.
Tanto a entidade quanto a União Internacional contra a Tuberculose e Doença de Pulmão, de Paris, participaram da elaboração do relatório.
50 vezes mais
Segundo Carter, o vírus HIV aumenta em 50 vezes o risco de uma pessoa que tem a bactéria da tuberculose de desenvolver a doença.
"Em muitos países africanos severamente atingidos pela (epidemia) HIV/Aids, os casos de tuberculose mais do que triplicaram na última década", acrescentou a especialista em entrevista coletiva pelo telefone.
O tratamento para a tuberculose custa cerca de R$ 20 por 6 meses, mas metade dos pacientes em países como Uganda não têm acesso aos medicamentos que precisam.
O diretor da OMS, Li Jung-Wook, disse que, ao contrário da Ásia, que conseguiu ampliar o acesso ao tratamento, faltou a mesma liderança política na África.
Li, no entanto, disse que o aumento de infecções em países como a Grã-Bretanha não deve justificar medidas como controles mais rígidos sobre imigrantes que vêm dos países afetados pela doença, que vêm sendo propostas por alguns políticos.
Segundo o médico, a obrigatoriedade da radiografia simplesmente empurraria o problema para a clandestinidade.
O relatório é divulgado na véspera do Dia Mundial do Combate à Tuberculose, cuja celebração lembra a descoberta do bacilo que causa a doença, em 24 de março de 1882.
Os avanços no combate à tuberculose estagnaram em 7 de 9 países africanos avaliados no relatório.
A OMS instituiu notas para o desempenho dos países no combate à doença que matou 1,8 milhão de pessoas no ano passado.
[Veja: 2004
040325aa.msg Tuberculose - Brasil
040901aa.msg Tuberculose - Brasil (02)
040908ac.msg Tuberculose - Brasil (03)
041110ab.msg Tuberculose - Brasil (04)
041111aa.msg Tuberculose - PE]
..........................kw
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que foi a segunda mensagem de 14/08/2002 Pode-se também consultar as mensagens pelo site www.lisas.org.br
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