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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de Serviços de Saúde - Nova resolução CONAMA
Conama aprova nova resolução para tratar e dispor resíduos de saúde
29/03/2005
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) aprovou hoje a revisão da Resolução 283, de 2001, estabelecendo nova classificação e definindo os resíduos de serviços de saúde que devem ser tratados antes da disposição final, em aterros sanitários licenciados. O novo texto determina a separação dos resíduos nos locais onde são gerados, reduzindo, assim, o volume do lixo que precisa de tratamento. Conseqüentemente, os gastos de prefeituras, hospitais, laboratórios e outros estabelecimentos de saúde também serão diminuídos.
De acordo com o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Claudio Langone, a destinação final dos resíduos de serviços de saúde é muito cara, porque
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tem que ser feita ou em locais especiais ou receber tratamento adequado, como incineração.
Para os pequenos municípios, de até 30 mil habitantes, que sequer dispõem de aterros sanitários, a disposição final desse lixo é um grande problema. A resolução aprovada hoje, além de reduzir os tipos de resíduos que precisam de tratamento, prevê a disposição em locais especialmente preparados, de acordo com critérios estabelecidos.
A resolução original determinava que todos os resíduos biológicos, do grupo A, como por exemplo, bolsas de sangue transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão (ou seja,sem contaminação), e filtros de ar , usados em áreas contaminadas, precisavam de tratamento antes da disposição final. Com o novo texto, esses resíduos poderão ser dispostos em locais licenciados sem tratamento prévio.
De acordo com a resolução, os geradores de resíduos de serviços de saúde, como hospitais, laboratórios e outros, terão dois anos, da data da publicação no Diário Oficial, para se adequarem as novas exigências. Caberá aos órgãos estaduais e municipais de meio ambiente a fiscalização do cumprimento da resolução.
FONTE: MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
Venha debater no dia 26 de abril em São Paulo com Conferencistas da ANVISA, do Ministério do Meio Ambiente, Conselheiros do CONAMA e o Presidente da Câmara Técnica de Saúde, Saneamento Ambiental e Resíduos:
OS NOVOS MARCOS REGULATÓRIOS RDC 306/2004 ANVISA e O CONAMA (283) EDIÇÃO 2005
"A QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE AMBIENTAL NOS AMBIENTES DE SERVIÇOS DE SAÚDE "
DEBATE E MESA REDONDA:
COORDENAÇÃO e REALIZAÇÃO:
AMBIANCE - CONSULTORIA EM SAÚDE & SOLUÇÕES AMBIENTAIS
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EPI, EPC, Precauções e Isolamentos Equipamentos de proteção individual - Máscaras
apresento a seguinte dúvida:
As máscaras de uso descartáveis , devem se obrigatóriamente trocadas a cada novo procedimento (paciente), ou poder ser jogadas descartadas ao final de cada turno de trabalho?
Atenciosamente
Eduardo de A. Sampaio
(Serviço Público Estadual -RJ)
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
Comitê de Saúde
Rodrigo Alberto Correia da Silva
Chairperson
Próxima Reunião
Terça-feira, 05 de abril de 2005 - das 08h00 às 10h15
Rua da Paz, 1431
Amcham - SP
Tema: "NR.32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde"
A nova legislação do Ministério do Trabalho e Emprego, está sendo amplamente discutida entre as representações de empregadores, governo e trabalhadores, disciplinará as medidas de segurança e saúde obrigatórias para todos os estabelecimentos de assistência a saúde e impactará os negócios dos serviços em saúde. Publicação prevista: 1º Semestre/05.
Agenda:
08h00 às 08h30
Recepção dos membros e Welcome coffee
08h30 às 09h15
Sr. Joel Pereira Felix - Coordenador da Bancada dos Trabalhadores no Grupo de Trabalho da
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NR.32; Membro da CTPP do MTE, Secretário Nacional de SST da CGT e Conselheiro da ABPA.
Apresentação: "Diretrizes básicas, estrutura da norma, fase atual da negociação, arbitragem na falta de consenso, implementação e mecanismos de implementação"
09h15 às 09h40
Sr. Mauro Daffre - Presidente da Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes - ABPA; Diretor de Meio Ambiente do CIESP - Centro das Indústrias do Estado de São Paulo
Apresentação: Responsabilidade Social e Fator de Competitividade, as novas tendências das políticas de saúde, segurança e previdência social: repercursões nos negócios da saúde.
09h40 às 10h10
10h10 às 10h15
Espaço aberto para debate entre os participantes
Últimos avisos e preenchimento da avaliação
Público Alvo: Empresários, Fornecedores, Prestadores de Serviços, Administradores, Advogados, Profissionais que tratam de Compromissos Fiscais e Legais com a Previdência Social, Recursos Humanos, Profissionais da Área de Saúde, Meio Ambiente do Trabalho e demais interessados ligados a Assistência à Saúde.
Para confirmar sua presença envie e-mail com as informações abaixo preenchidas para Lucas Furtado no
e-mail: lucas.furtado@amcham.com.br
Nome:
Empresa:
Vagas Limitadas: 120
Atenciosamente,
Lucas Furtado
Leadership Trainee
American Chamber of Commerce - São Paulo
phone: + 55 (11) 5180 3823
fax: + 55 (11) 5180 3777
reply to: lucas.furtado@amcham.com.br
Os comitês da Câmara Americana de Comércio são atendidos pelo AmCham Leadership Program, que tem como patrocinadores as seguintes empresas:
<> Becton Dickinson <> BrasilPrev <> General Electric <> Grupo Semco <> Hewlett Packard <> Korn/Ferry International <> KPMG <> Marsh <> United Airlines <>
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Material bilbiográfico e educativo Material educativo - Resíduos de Serviços de Saúde
Bom dia
Pessoal, preciso de material para treinamento de pessoal envolvido com a geração de resíduos em Serviços de Saúde; de uma maneira mais simplificada que encontramos na RDC 306. Pode ser qualquer material ou slides.
Obrigada
Beti
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Divulgação de cursos e eventos Divulgação de evento científico - SP
UM EVENTO CIENTÍFICO DA SAÚDE PARA SAÚDE
CONFERÊNCIA ANVISA & CONAMA - SAÚDE & MEIO AMBIENTE
" A QUESTÃO DA RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
NOS AMBIENTES DE SERVIÇOS DE SAÚDE "
26 de abril de 2004 - São Paulo
Debate aberto: Os novos marcos regulatórios da Saúde e Meio
Ambiente
ANVISA 306/2004 (publicada)
CONAMA 283/ nova edição (trâmite) - votação 29 e 30 de março
2005
centrada especialmente aos Dirigentes e Administradores hospitalares e
de serviços de saúde em geral, Gestores de RSS, membros de CGRSS,
CCIH, profissionais, especialistas de saúde e de meio ambiente,
equipes de SMS de empresas e indústrias,
para debater sob uma visão técnico-científica os novos paradigmas
da Legislação Ambiental e de Saúde vigentes
e/ou a nova edição da Res.CONAMA 283 e da RDC 306/2004 ANVISA
(Debate aberto)
Fórum com a exposição das proposições dos novos
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marcos regulatórios, apresentados
individualmente pela ANVISA e pelo Ministério do Meio Ambiente, porém de forma
a se complementarem, ou seja: atingindo o fluxo completo dos RSS -
da Geração à Destinação Final - sob um prisma amplo e globalizado, conforme preconiza: O Plano de Gerenciamento de Resíduos - PGRSS - O novo protocolo de Saúde Ambiental
Esta visão "saudável" de Saúde & Meio Ambiente ou de Meio Ambiente & Saúde
caminhando juntos permite a análise da questão da Responsabilidade Ambiental nos Serviços, que será examinada com a exposição da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de São Paulo e intermediada no debate pela Comissão de Especialistas composta por: sanitaristas, toxicologista ambiental, infectologista, epidemiologista e de direito ambiental, tendo como mediador o presidente da Câmara Técnica do CONAMA (Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos) que sediou a revisão da Resolução 283
O impacto dos RSS sobre o meio ambiente quando não gerenciados (PGRSS),
não tratados e ou não destinados de forma segura, podem contaminar o meio ambiente, provocar sérios problemas de saúde pública e prejudicar a qualidade de vida da sociedade
Preservar a integridade do Serviço é exercer de forma indivisível o cuidado também com a "Saúde do meio ambiente" dentro, ou pós abrigo da unidade, norteados la Responsabilidade Solidária do gerador - da geração ao tratamento e a destinação dos RSS -
O conceito de Saúde Ambiental (Saúde & Meio Ambiente) será destacado na essência dos temas abordados, uma vez que os estabelecimentos de Serviços de Saúde estão iniciando uma nova fase, com a adoção da cultura da Responsabilidade Ambiental na abordagem e gestão dos RSS e a importância da preservação do meio ambiente.
A estratégia dos trabalhos em essência nesta Conferência baseia-se no
modelo: situação real dos RSS nos estabelecimentos de saúde x exigências da nova legislação de Saúde e de Meio Ambiente x plano de gerenciamento de resíduos (manejo) x responsabilidade do gerador
Uma Conferência que vai reunir grandes especialistas, conferencistas, Hospitais e Serviços de Saúde e meio ambiente de todo País
Informações e Inscrições - São Paulo
(11) 5096-2521 e 5093-9885 ( telefax )
(11) 5687-7494 / 5548-5800 e 5524-8572 ( telefax ) ambianceconsultoria@terra.com.br ambiance@ambianceconsultoria.com.br
Data/Hora: 26 de abril 14h00-18h00
Local: auditório do Conselho Regional de Química em São Paulo Rua Oscar Freire, 2039 - Pinheiros - São Paulo-SP (entre Rua Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio)
PROGRAMA DA CONFERÊNCIA
Palavras da Mesa Diretora
A Responsabilidade Ambiental no Município de São Paulo
A Avaliação da questão da saúde ambiental ( Saúde & Meio Ambiente ) Autoridades Governamentais de Saúde e Meio Ambiente de São Paulo
1a. Palestra - A Responsabilidade Ambiental no Brasil nos Estabelecimentos de Serviços de Saúde Conscientização e conhecimento legal da legislação ambiental com a interface das novas regulamentações da Saúde (RSS - ANVISA). A responsabilidade do gerador dos estabelecimentos de saúde frente aos Resíduos de Serviços de Saúde - RSS (da geração à destinação/disposição final) Patricia Moraes Aude - Promotoria de Justiça do Meio Ambiente de São Paulo
2a. Palestra - Gerenciamento de Risco dos Resíduos de Serviços de Saúde
O Plano de Gerenciamento de Resíduos - O protocolo de Saúde Ambiental Conhecimento técnico das exigências legais para os Serviços de Saúde - RDC
306/2004
A importância do plano PGRSS no manejo e a questão da saúde ambiental sob a visão globalizada do gerenciamento dos resíduos RSS (da geração à destinação/ disposição final) Aplicação plena decorridos 180 dias a partir da data de publicação DOU
10/12/2004 (válida para todo território nacional) Regina Gonçalves Barcellos - Gerente de Infraestrutura da ANVISA
3a. Palestra - O Tratamento e a Destinação dos Resíduos de Serviços de Saúde,
segundo a nova legislação CONAMA 283/última edição (trâmite).
Análise da nova Resolução CONAMA e os resíduos RSS (geração/destinação) em ambientes de serviços de saúde com o exame da questão de meio ambiente conectado ao conceito globalizado de saúde ambiental; estimulando o despertar da consciência ambiental e atuação em atendimento ao marco regulatório nestes universos.
Maria Gricia L. Grossi - Secretaria da Qualidade Ambiental - Ministério de Meio Ambiente
Debate aberto:
Mediador - Bertoldo Silva Costa
Conselheiro e Presidente da Câmara Ténica CONAMA: Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos.
Diretor Nacional da ABES
Comissão Científica da Mesa Redonda:
Dr Edwal Campos Rodrigues
Dra Eriete Ramos Dias Teixeira
Dr Fernando de Faria Tabet
Dra Noil Amorim de Menezes Cussiol
e especialistas convidados de saúde/ meio ambiente
Considerações finais para debate:
O que fazer para a tender a destinação e a disposição final dos RSS no Brasil de muitos Brasis?
Como o PGRSS deverá atuar como o novo protocolo de Saúde Ambiental para manutenção da saúde pública e preservação dos recursos naturais?
Que tipos de RSS devem ser tratado internamente aos Serviços? Quais as tecnologias disposnívie (custo x benefício) Qual a responsabildade legal dos Serviços após a retirada dos resíduos do abrigo externo?
Qual o real potencial de risco dos RSS x interface do controle de infecção x manejo dos resíduos para funcionários dos Serviços e impacto de saúde e meio ambiente?
VAGAS LIMITADAS
Apoios Institucionais:
SINDHOSP
CÂMARA BRASIL-ALEMANHA
RAVA EMBALAGENS
REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL
SICLO - Sistema Informatizado PGRSS
AMBIRECICLE - solução para resíduos comuns/reciclagem em ambientes de saúde
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Áreas de apoio Serviço de Nutrição e Dietética - Check-list / Inspeção
Boa tarde listeiros.
Por falar em alimentos, alguém possue um check list para inspeção do CCIIH no Serviço de Nutrição e Dietética?
Obrigada
Ana Beatriz
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Interdição de medicamentos
Mensagem encaminhada pelo colega Paulo Rebello.
Anvisa interdita e apreende produtos
A Anvisa determinou a apreensão, em todo o território nacional, do produto Detergente Automotivo Cremoso, produzido pela empresa Videoquímica Produtos Químicos Ltda, com sede em Caxias do Sul (RS). A medida foi tomada porque o produto não possui registro na Agência.
O lote nº 1.707/03, fabricação 12/2003, validade
12/2005 do diurético Hidrol 50mg (Hidroclorotizida), usado no controle da hipertensão, também foi apreendido. A suspensão do comércio e uso do medicamento, produzido e comercializado pela empresa Hipolabor Indústria Farmacêutica Ltda, com sede em Sabará (MG), já havia sido determinada pela Anvisa em maio do ano passado. O produto foi apreendido porque algumas caixas do lote continham blisters (cartelas) de outros medicamentos.
O recolhimento dos
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produtos é de responsabilidade das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais.
Captopron - O anti-hipertensivo Captopron (Captopril), comprimidos, 12,5mg, lotes 001 e 004, datas de fabricação 09/2001 e 02/2002, datas de validade
09/2005 e 02/2006, respectivamente, foi interditado pela Agência. O resultado do laudo de análise realizado pelo Laboratório de Saúde Pública "Dr.
Milton Bezerra Sobral", de Recife (PE) apresentou teor do princípio ativo abaixo do determinado. Além disso, o princípio ativo do medicamento apresentou teor de impurezas acima do permitido.
O produto, fabricado pela empresa Cifarma Científica Farmacêutica Ltda, com sede em Santa Luzia (MG), estará interditado por 90 dias, período em que a empresa tem direito à contraprova do laudo oficial.
Durante esse prazo, os lotes interditados não podem ser comercializados nem consumidos.
Fonte: Anvisa
FONTE - www.portaldoconsumidor.gov.br - 16/03/05
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Doenças emergentes, alertas sanitários Alerta - Surto de Doença de Chagas
Estudo confirma uma forma diferente de transmissão da doença de Chagas
por Fernanda Marques
Quando se fala na transmissão do Trypanosoma cruzi, protozoário causador da doença de Chagas, logo vem à cabeça o barbeiro. Este inseto, ao picar o indivíduo, libera suas fezes infestadas pelo parasita, que, quando a pessoa se coça, penetra no organismo através de erosões na pele ou mucosas. Esta é a via mais comum, mas a ocorrência de alguns surtos fez com que os cientistas começassem a levar em consideração a transmissão oral do T. cruzi. E um estudo do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (CPqGM), unidade da Fiocruz na Bahia, sustenta as evidências de que o protozoário pode, sim, ser transmitido pela ingestão de alimentos scontaminados.
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Neste domingo (20/03), um episódio em Santa Catarina pode comprovar a pesquisa do CPQGM. A morte de três pessoas, vítimas da doença de Chagas, e a confirmação de outros 15 casos da enfermidade no estado levaram a Vigilância Sanitária a suspender a venda de caldo de cana nos estabelecimentos comerciais. A doença teria sido transmitida pela bebida.
Paulo Roberto Rebello
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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Controle de Infecção Hospitalar
Bom dia a todos, e Feliz Páscoa!!
Alguem tem , ou sabe onde encontrar o "caminho das pedras" para montar uma CCIH ? Se alguem puder ajudar, por favor entrar em contato, pois necessito orientar a montagem de uma em hospital de emergencia na baixada fluminense.
Aguardo.
Grata,
Thereza Cristina
Biomédica - RJ
camello@unisys.com.br
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Sistemas de vigilância e números em geral Acidentes de trabalho na área da saúde
Trabalhador Saudável - Paciente Vivo - TSPV - INFORMA
Setor hospitalar é o primeiro em acidentes de trabalho; governo prepara normas específicas
canalRh (www.canalRh.com.br)
por Sabrina Fernandes e Fernanda Mendes
Primeira atividade econômica no ranking de ocorrência de acidentes de trabalho - 20,2 mil em 2003, segundo dados do Ministério da Previdência -, o setor hospitalar é objeto de duas normas governamentais que devem entrar em vigor até meados do ano.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está finalizando o texto da Norma Regulamentadora n,º 32, que estabelece regras claras de prevenção de acidentes de trabalho para o segmento de saúde, que até então não existiam. A norma brasileira será a primeira do mundo voltada exclusivamente ao setor.
O Conselho Nacional da
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Previdência Social também toma providências e prepara a Resolução 1.236 para punir as empresas que apresentarem aumento no número de acidentes e beneficiar as que reduzirem as ocorrências, com base na média histórica. Quem for penalizado pagará alíquotas até duas vezes maiores do que as atuais a título de Seguro de Acidentes de Trabalho; quem for beneficiado pagará a metade.
As medidas do governo visam a corrigir procedimentos inadequados dos hospitais que expõem ao risco os funcionários e, como conseqüência, os pacientes. Reutilização de materiais de uso único (como catéteres cardíacos, pinças de biopsias, grampeadores) e a manipulação de materiais pérfuro-cortantes (como agulhas) são alguns deles.
No geral, os riscos para os profissionais da saúde são os de contaminação biológica (vírus, bactérias etc.) e química (provenientes da manipulação de produtos tóxicos). "A maioria dos hospitais ainda está na idade da pedra em termos de segurança e saúde do trabalho", afirma Mauro Daffre, presidente da Associação Brasileira para a Prevenção de Acidentes (ABPA).
Exposição
Pesquisa do Projeto Riscobiológico.Org, entidade apoiada por universidades, associações e conselhos de profissionais da área e órgãos públicos de saúde, realizada ano passado com mais de 2.500 profissionais de saúde de todo o Brasil, mostra números alarmantes: 55,56% deles já sofreram acidente de trabalho com material biológico.
Desse total, 43.75% já fizeram atendimentos ou acompanhamentos de profissionais de saúde contaminados pelo HIV em decorrência de acidente de trabalho; somente 31,65% usam o teste rápido anti-HIV no paciente infectado e no profissional que cuida dele; apenas 55% dos locais de trabalho têm uma sistemática de prevenção de doenças imunológicas (hepatite B, sarampo, varíola, coqueluche etc.) entre profissionais de saúde; 64,29% não usam dispositivos intravasculares (agulhas) com mecanismo de segurança; e 50% dos serviços de saúde não cumprem as normas e leis ministeriais quanto à saúde e segurança do trabalho.
O problema é que os hospitais, como muitas empresas de outros setores, enxergam a questão da segurança como um custo, o que é uma distorção. Daffre cita como exemplo uma pesquisa genérica feita pelo professor José Pastore, da Fipe/USP, que mostra que cada R$ 1 investido em segurança e saúde leva à economia de R$ 4 com gastos em doenças e acidentes de trabalho.
"Além dos aspectos humanos aqui envolvidos, há ainda a possibilidade de hospitais e toda a rede de intermediários de serviços de saúde serem processados por pacientes, segundo o Novo Código Civil", adverte Daffre.
Exemplo
O Hospital Israelita Albert Einstein é um exemplo de que prevenção a acidentes vale a pena. O hospital possui um departamento próprio de segurança do trabalho - uma exceção não só no setor, como no País - que calcula mensalmente a relação entre os gastos com prevenção e os custos do acidente.
De acordo com Ederiks Nicolau, coordenador de engenharia de segurança do trabalho do hospital, o número de acidentes por funcionário em 2004 caiu 16%. A taxa de acidentes por grupo de cem funcionários caiu mais da metade desde 1999 até outubro de 2004 (de 0,65 para 0,31), curiosamente em paralelo com o crescimento do número de funcionários (de 3.106 para 4.388 no período).
Entre os casos mais preocupantes de acidentes estão a contaminação por hepatite C e HIV, que não têm cura. Para outras doenças contagiosas, como a hepatite B, é obrigatória a vacinação para que o funcionário seja admitido no hospital. Ele explica que o hospital investe pesadamente em equipamentos modernos de segurança em todas as áreas, com destaque para o centro cirúrgico e na área de transplantes, que estão entre as de maior risco.
"Os médicos, enfermeiros e assistentes são profissionais que em geral esquecem de si mesmos, porque ficam envolvidos com a situação dos pacientes", diz Nicolau. Ele enfatiza que, particularmente, durante as tensões das cirurgias eles podem se acidentar ou criar situações que contaminem a outros, posteriormente. Por exemplo, uma agulha que caia no chão pode contaminar o pessoal da limpeza.
Com foco nesse problema, o Einstein desenvolveu uma caixa plástica imantada para ser utilizada em cirurgias, que reduz a possibilidade de queda das agulhas. "Entre seminários e conversas, ficamos sabendo que na Europa se usava algo parecido, então procuramos no mercado uma solução para adaptar à realidade brasileira", conta.
Outro ponto de atenção do especialista é o treinamento contínuo, tanto dos funcionários próprios do hospital como dos terceirizados. "Como temos muitas equipes médicas de fora do hospital, que vêm fazer cirurgias aqui, elas são obrigadas a se cadastrar e a passar por treinamento e reciclagem anual, para se adequar aos procedimentos do hospital." Os funcionários, por sua vez, recebem treinamento de segurança do trabalho antes de assumirem suas funções.
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