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Material bilbiográfico e educativo Material bibliográfico - Riscos biológicos x Enfermagem
Oi! Me chamo Juliana Ferraz, sou enfermeira há um ano e estou fazendo pós- graduação em unidade de terapia intensiva em Pernambuco, cidade que resido, pela Universidade de Guarulhos e o tema que escolhi para minha monografia foi justamente acidente de trabalho com material biológico entre os profissionais de enfermagem e gostaria de saber se vcs tem diponível vários asuntos abordados com este tema pois preciso de mais bibliografias para complementar o meu trabalho e já entrei no sait e gostaria de mais coisas. Aguadarei respostas. Outra coisa que gostaria de saber vcs sabem onde posso fazer uma pós-graduação em enfermagem do trabalho?
Grata pela atenção!
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Legislação e normatizações Legislação - Uso de calçados abertos
Ola pessoal!
Gostaria de compartilhar com o grupo sobre o uso de calçados abertos em área hospitalar por profissionais da área técnica. Existe alguma legislação que proibe, impede, limita. Existe algum trabalho publicado que relaciona o uso dos e os acidentes. E o pessoal administrativo?
Enf° Jairo
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Alguém conhece alguma emprêsa (devidamente certificada), no Brasil, que fabrique ou importe filtro HEPA. Trabalho no HSE e há muitos anos foram adquiridos, neste Hospital, dois aparelhos da springer, com filtros HEPA.
Esta emprêsa deixou de fabricar estes filtros. E estes dois aparelhos estão necessitando fazer a troca dos filtros e pré-filtros. Mas como não é mais fabricado pela Springer, também não estou encontrando o material de reposição. Os filtros do HU-UFRJ são todos importados, pois já informei-me.
Se alguém puder ajudar-me agradeço.
Ana Alice (médica do DIP/HSE, trabalho com tuberculose)
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Endêmica dos Andes, bartonelose se alastra com abertura de estradas e degradação ambiental.
Uma doença praticamente desconhecida dos profissionais de saúde brasileiros está se aproximando de nossa fronteira, e seu impacto pode ser agravado pelo modelo de desenvolvimento adotado na Amazônia. A infecção em questão é a bartonelose, originária dos Andes, causada pela bactéria Bartonella bacilliformis e transmitida pelos mesmos mosquitos vetores da leishmaniose. Comum nos vales interandinos peruanos, na última década a bactéria atingiu áreas mais extensas do Peru, incluindo altitudes mais baixas. Em 2003, chegou ao Departamento de Loreto (fronteira com o estado do Amazonas) e, em 2004, infectou 19 pessoas em Madre de Diós, que faz fronteira com o Acre e a Bolívia. O
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receio é que, caso a bartonelose entre na Amazônia brasileira, sua disseminação seja acelerada pela falta de treinamento específico dos profissionais de saúde do país.
A construção de estradas, hidrelétricas e a expansão da agropecuária extensiva impulsionam o desmatamento, as queimadas e migrações, e tudo isso contribui para aumentar a ocorrência de doenças. Essa tendência tem sido observada, por exemplo, com relação à malária, mas poderia ser ainda mais grave no caso da bartonelose, dada a falta de experiência com a doença no Brasil. Estudos na África e na Amazônia já mostraram que o maior dano à saúde das pessoas e aos ecossistemas acontece ao longo das estradas, principalmente daquelas recentemente asfaltadas.
Sequência de mapas mostra evolução da bartonelose em departamentos do Peru.
A bartonelose, também conhecida como doença de Carrión, é originária dos altos vales inter-andinos do Peru, da Colômbia e do Equador.
Causada pela bactéria Bartonella bacilliformis, é transmitida por mosquitos do gênero Lutzomyia, os mesmos vetores da leishmaniose. Após um período médio de incubação de 61 dias (que varia de dez a 210 dias) o doente com bartonelose apresenta inicialmente sintomas inespecíficos como mal-estar geral, sensação febril com calafrios leves e dores nos músculos, articulações e cabeça, podendo chegar a náuseas e vômitos.
Em sua fase mais avançada, a doença causa fraqueza, febres e calafrios, e as vezes é confundida com a malária. O diagnóstico clínico diferencial se faz pela intensa palidez, resultante de forte anemia. O doente pode ainda apresentar a chamada bartonelose verrucosa. Esta se assemelha a tumores de pele, à leishmaniose tegumentar americana ou a algumas formas de hanseníase (lepra).
O diagnóstico é firmado laboratorialmente quando são encontradas uma ou mais B. bacilliformis parasitando de 1% a 100% dos glóbulos vermelhos do sangue. No Peru, segundo Salvador Quispe, entre 1% e 17% dos pacientes morrem, dependendo do grau de pobreza local.
O efeito das políticas tradicionais de desenvolvimento sobre as epidemias é observado há mais de cem anos na Amazônia sul-ocidental. A região -- noroeste da Bolívia, leste do Peru, Acre, Rondônia e sudoeste do Amazonas - ainda é considerada "fim-de-mundo" pelos países que a formam. No fim do século XIX, a valorização da borracha levou ao sudoeste amazônico legiões de nordestinos, dando início ao extrativismo seringalista. No início do século XX, foram retomadas obras da ferrovia Madeira-Mamoré, cuja construção havia sido abortada por ingleses e americanos. Essas duas empreitadas envolveram migrações maciças e alterações ambientais que resultaram, segundo o infectologista Erney Camargo, nas duas primeiras grandes epidemias de malária na Amazônia.
Em 1910, Oswaldo Cruz relatava que o sanea-mento da região, considerada então "a mais doentia do mundo", era inviável, pois sairia duas vezes mais caro que a construção da própria ferrovia. Para a construção da "Ferrovia do Diabo" foram trazidos mais de 20 mil trabalhadores de diversas partes do mundo e mais de 6 mil deles sucumbiram à malária e outras doenças tropicais. Essa história deu origem à lenda de que cada dormente que sustentava os trilhos correspondia a uma vida perdida.
Hoje, a Amazônia sul-ocidental está sujeita a alterações socioambientais sem precedentes: três novos eixos de rodovias a serem asfaltadas vão se somar a três usinas hidrelétricas (propiciando 4 mil km de
hidrovias) e à expansão da agropecuária extensiva - um futuro pólo de produção e transporte de matérias-primas -, transformando uma região historicamente isolada em um corredor que ligará o centro-sul brasileiro ao oceano Pacífico. Mais de 20 milhões de pessoas, que vivem num raio de 1.000 km do Acre, devem ser afetadas pelas mudanças ambientais e migrações causadas por esses megaprojetos.
A bartonelose também mudou de comportamento na última década, segundo informe recente de Salvador Quispe, autoridade sanitária peruana. No Equador tem-se encontrado casos procedentes da zona costeira, a oeste dos Andes e a apenas 150 metros acima do nível do mar. No Peru, há evidências laboratoriais de comunidades nativas da floresta amazônica infectadas a leste dos Andes, também a apenas 120 metros de altitude. A figura acima mostra como, desde 1995, a distribuição da bartonelose mudou, ampliando-se da Cordilheira dos Andes para altitudes menores.
A Amazônia sul-ocidental brasileira reúne muitas das condições necessárias para que a bartonelose passe a engrossar a lista das enfermidades endêmicas na região, incluindo o mosquito vetor. Esses insetos são os mesmos que transmitem de 26 mil a 38 mil casos de leishmaniose tegumentar por ano. Os mosquitos podem mudar de hábitat e, provavelmente, passar a transmitir mais de um microrganismo - e mais de uma doença. Já estamos observando mudanças ambientais e fluxos migratórios crescentes na região, e os profissionais de saúde do Brasil não estão treinados para fazer frente à bartonelose. Para evitar e combater as doenças, principalmente aquelas intensificadas pela degradação do ambiente e pelas migrações associadas, seria preciso usar as ferramentas mais modernas disponíveis, como a modelagem de sistemas complexos e o desenvolvimento de sistemas de alerta precoce.
(MANUEL CESARIO e RAQUEL RANGEL CESARIO - sanitaristas e pesquisadores do Observatório da Amazônia Sul-Ocidental em Saúde Coletiva e Ambiente, Universidade Federal do Acre)
Agradecemos a mensagem encaminhada pela colega Sonia da Ambiance - SP.
Equipe Riscobiologico.org
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Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos de serviços de saúde - Bolsas de sangue
Estimados colegas, bom dia.
Gostaria de saber como funciona no serviço de vcs, o descarte das bolsas de sangue, bem como resíduos manipulados em laboratório.
Desde já agradeço a atenção.
Abraços
Marisol Festa
NICI Infectologia
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Centro Cirúrgico e CME Centro cirúrgico - Ampolas de medicamentos
Bom dia a todos.
Gostaria de conhecer a experiência de vocês com a coleta de cacos de ampolas que espalham-se pelo chão das salas cirúrgicas após os procedimentos (principalmente urgências). São cacos de tamanhos diversos, porém em sua maioria muito pequenos e os funcionários do setor de higiene referem dificuldades para a coleta e até riscos de acidentes.
Conhecem algum dispositivo ou técnica para esse recolhimento de forma adequada e segura?
Grande abraço
Dr. Paulo R. Leal
Medicina do Trabalho
medicina.ocupacional@sepaco.com.br
www.sepaco.com.br
AGENDE SEU EXAME PERIÓDICO DE SAÚDE
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Esterilização, desinfecção, antissepsia Plasma de peróxido de hidrogênio - Cateteres
Recebi recentemente, através de um profissional que tem uma firma de esterilização com gás de plasma de peróxido de hidrogênio, um documeto da Jonhsom-J informando que este produto pode ser utilizado para esterilização de artigos com lúmen de 1mm ou mais, e 12,5 cm de comprimento, mesmo sem o uso de adptadores.
Tenho dúvidas quanto ao uso deste método de esterilização para cateteres de hemodinâmica (não encontrei legislação sobre o referido gás). Tinha conhecimento prévio de que o gás de plasma de peróxido de hidrogênio tinha limitada difusibilidade e que deveria ser utilizado para materiais com lúmen até 6 mm de diâmetro e não mais de 31 cm.
Dúvidas:
-O Plasma de H2O2 pode ser utilizado para esterilização de cateter de hemodinâmica? pode
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ser uma alternativa para o óxido de etileno nestes casos?
-Alguém está usando rotineiramente este processo para estes cateteres? Há referências em literatura sobre sua segurança e eficácia nesta situação?
Divulgação de cursos e eventos Divulgação de Curso - SP
APECIH - Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar
Curso e Lançamento do manual: "Prevenção das Infecções Hospitalares
do Trato Respiratório - 2ª edição revisada e ampliada".
2 de abril 2005
8:45h Abertura e lançamento do manual: - Prevenção das Infecções Hospitalares do Trato Respiratório - 2ª edição revisada e ampliada.
Dra. Regia Damous Fontenele Feijó - Inst. de Inf. Emílio Ribas/H. Est. Vila Alpina
Módulo I - Pneumonia bacteriana associada à ventilação mecânica
9 - 9:40h Diagnóstico etiológico: técnicas invasivas x não-invasivas
Dr. Eduardo Alexandrino S. Medeiros - UNIFESP/ FMUSP
9: 40 - 10:20h Medidas de prevenção: Atribuindo responsabilidades
Enf. Ana Paula Coutinho - UNIFESP
10:20 - 11h Epidemiologia aplicada ao Controle de Infecções respiratórias hospitalares: novas
definições de caso e por onde começar a prevenção.
Dr. Crésio Romeu
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Pereira - H. Municipal do Tatuapé/ H. Brigadeiro
11 - 11:20h - Café
11:20 - 12:20h - Sessão Interativa - Perguntas e respostas.
Enf. Ana Paula Coutinho - UNIFESP
Dr. Crésio Romeu Pereira - H. Municipal do Tatuapé/H. Brigadeiro
Coordenação: Enf. Vera Lúcia Borrasca /Dra. Regia Damous Fontenele Feijó
Módulo II - Pneumonia e outras síndromes causadas por outros agentes
12:20 12:35h - Legionelose
Medidas de prevenção de surtos hospitalares e experiência em implantação destas medidas
Dra. Anna Sara Levin - FMUSP
12:35 - 12:50h - Aspergilose
Medidas de prevenção em instituições de saúde e modo de implantação
Dra. Silvia Costa - FMUSP
Discussão
13:10- 14:15h - Almoço
Módulo III - Vírus respiratórios: epidemiologia e prevenção
14:30 - 14:45h - Vírus sincicial respiratório: epidemiologia e diagnóstico
Dra. Sandra Vieira - H. Universitário
14:45 - 15h - Implantando medidas de prevenção - Influenza
Enf. Ana Paula Coutinho - UNIFESP
15h - 15:15h - Implantando medidas de prevenção - Vírus Sincicial Respiratório
Dra. Regia Damous Fontenele Feijó - Inst. de Inf. Emílio Ribas/H. Est. Vila Alpina
Discussão
16h. Encerramento
Local: Auditório Sen. José Ermírio de Moraes - Rua Tamandaré, 764 - São Paulo, SP (próximo ao metrô Vergueiro) Estacionamento no local R$5,00 período (Rua Prof. Antônio Prudente, 211)
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
APECIH - Fone/fax.(11) 3253 8229 - Rua Itapeva, 486, Conj. 106 - Bela Vista - São Paulo - SP
Sócios - R$60,00 até 28/03 (após 28/03 R$70,00) Será entregue um manual e certificado de participação
Não-sócios - R$90,00 até 28/03 (após 28/03 R$100,00) Será entregue um manual e certificado de participação
Instituições a cada 5 inscrições será concedida uma inscrição gratuita
Depósito Bco Itaú: Ag. 2117 conta 06468-9 - Enviar comprovante de depósito com nome e telefone para o fax: (11)3253 8229
Vagas Limitadas: Inscrições Antecipadas
Patrocínio: Merck Sharp & Dohme
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Legislação e normatizações Legislação - Insalubridade x EPC/EPI
Prezados amigos da Lista.
Temos aqui no hospital, um setor na farmácia que faz o fracionamento de medicamentos, tais como: Diétas parenterais, antibióticos etc..
A sala possui Epc que é a câmara de fluxo laminar. EPIs como: roupas especias, luva, capote, toucas etc..
Mesmo com toda paramentação de proteção para minimização dos riscos, cabe ainda o pagamento da adicinal insalubridade?
Gostaria da ajuda dos amigos desta lista, co informações, literaturas etc...
Jonas Nunes
Segurança do Trabalho
Reg. ES/000626.2 SST
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